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Galeria de fotos dos surfistas famosos ou locais

Nick Rozsa, Luke Davis e Chase Wilson surfam na beca

Estilo é para alguns sinônimo de preocupação constante. Estar na moda ou bem vestido para qualquer ocasião especial do dia-dia depende muito de cada pessoa. Uns ainda vão além e dizem que se você não tem, não adianta, o estilo vem com a pessoa, ou tem ou não tem.

O que temos que ter em mente é: “Estou me sentindo bem comigo mesmo?” Se a resposta for sim, não interessa muito o que os outros pensam. Os surfistas abaixo mostram que além de serem excelentes surfistas, esbanjam classe, veja os caras quebrando a vala em trajes sociais.

Fotos: Black Tux / Steven Lippman.

Slater, O mito teimoso

Texto de: Alexandre Guaraná.

A idade quase sempre traz experiência, sabedoria e tranquilidade. Mas pode trazer também a teimosia, saudosismo e impaciência. Tudo depende de como se encara a vida. Depois de assistir as baterias de Kelly Slater nos Round 4 e 5 do Fiji Pro fiquei com a sensação de que o freak americano parece sofrer das partes negativas do envelhecimento, ao menos em sua vida profissional.

É notório que com a idade, o corpo vai mudando, os músculos murchando e a elasticidade diminuindo. Com Kelly, isso não é tão visível já que seu corpo sempre foi acima da média em relação a nós. Tudo devido a sua disciplina, tanto na alimentação quanto na preparação física. Só que aos 43 anos, a distância entre ele e a nova geração ficou apertada, se ainda existe. Slater tem 54 vitórias no WCT, quase o dobro do segundo da lista, Tom Curren, com 33. Só que não vence um evento desde de dezembro de 2013, quando conquistou o Pipe Masters em cima da John John Florence. São 18 meses de jejum que certamente estão gerando agonia e ansiedade.

Há muitos anos, Kelly tem sido um dos surfistas que mais apostam em inovações nas pranchas de surf. E isso foi um dos fatores que aumentou seu domínio no esporte. Só que nos últimos três anos, vem testando, nos próprios eventos, pranchas largas demais e algumas até esquisitas, coisa que deveria fazer apenas nos treinos. Acabou perdendo pressão em suas manobras, que ficaram bem abaixo do que se espera de um mito. Em Bell´s, mudou. Resolveu voltar a usar o modelo Semipro que All Merrick criou especialmente para ele e que foi um dos motivos de seu último título mundial. Seu surf esteve ótimo. Muita velocidade, fluidez e a conhecida pressão estavam de volta. Perdeu no Round 5 do Rip Curl Pro porque foi ansioso e Gabriel Medina, o adversário, sempre guerreiro, não entregou os pontos numa bateria quase perdida. Slater saiu da água sorrindo, esperou o resultado mas quando ouviu sua derrota, cumprimentou Gabriel por educação e saiu com cara de poucos amigos. Ele sabia que tinha perdido para si.

Kelly Slater não foi seletivo na escolha de ondas contra Italo Ferreira. Foto: WSL/Kirstin

Em Margaret River novamente voou baixo. Tanto no Main Break como nas cracas de The Box. Perdeu para Adriano de Souza como favorito, muito porque o brazuca estava inspiradíssimo e também porque tomou um caldo animal que o deixou zonzo perdendo 10 minutos para retornar ao outside. Coisas de campeonato mas um resultado normal, ainda mais para quem o vem derrotando sistematicamente. No Brasil, outra derrota inesperada para Matt Banting, onde surfou muito mal e veio com a desculpa de que não tinha passado bem na noite anterior. Pode até ser, mas o que pareceu foi que ele definitivamente não estava a vontade nas ondas ruins do Postinho. Banting, um bom surfista, nem se esforçou muito.

Só que o auge de sua recente onda de fracassos foi em Fiji. Já iniciou o evento surfando com uma prancha que parecia uma privada do shaper aussie Greg Webber. O mar tava meio xoxo mas tinham algumas ondas boas. Foi péssimo sendo detonado por Alejo Muniz. Na repescagem, retornou com a Semipro e deu um show com tubos impossíveis completados. No Round 3 continuou com sua rotina e aplicou uma kombi em Fred Patacchia, sempre perigoso nos tubos. Foi aí que a teimosia começou a imperar, contribuindo para a perda de confiança, fato que vem assombrando o mito. Contra Julian Wilson e Taj, no Round 4 onde ninguém é eliminado, assistiu de camarote o que a nova geração pode fazer em seu reduto. Com Julian entubando e manobrando como mestre e Taj visivelmente mais a vontade nas morras de 8 a 10 pés, Slater não achou a resposta para virar o resultado. A derrota “humilhante” por 19,43 a 14,34 para Wilson o tirou do sério. Ao sair da água, perguntou para seu ex-técnico o motivo do sacode e pareceu não gostar muito do que ouviu e talvez discordando, resolveu seguir sua tática. Não deu certo. A prova foi outra derrota, na fase seguinte, eliminatória, para o potiguar Ítalo Ferreira na pior bateria do Round 5, onde a maior nota de confronto foi um 5,5 do brasileiro. Tudo bem, o mar estava difícil porém uma bateria antes Jeremy Flores deu show e uma depois Taj Burrow não teve problemas para superar Dane Reynolds, ambos com atuações pra lá de decentes.

Era esperado que o novato Ítalo não fizesse grande coisa (no dia seguinte, com as condições clean, porém ainda grande, Ferreira fez uma excelente bateria contra Julian Wilson). O brasileiro não tem praticamente nenhuma experiência em condições daquelas mas foi muito inteligente, escolhendo ondas mais lisas, fazendo o feijão com arroz e não se sentindo pressionado pela reputação de seu oponente no pico. O freak, ao contrário, surfou com uma prancha pequena demais, basicamente não escolheu onda alguma e tentou entubar em praticamente tudo que apareceu. A forma descontrolada e grommet com que Kelly competiu foi uma repetição de erros impensáveis e improváveis. Perder para Michel Bourez em 2014 nas ondas de 4 pés de Cloudbreak não foi tão ruim, mas ser derrotado em ondas com tubos largos para um surfista sem a menor experiência ficou mal. Para mim, estes erros só podem ser explicados pelo medo de perder para Ítalo. Achei que ele foi teimoso e quis talvez detonar o brasileiro, que o havia vencido em março na Gold Coast australiana. Sinceramente senti que faltou humildade para o careca. Se tivesse feito o “seu” feijão com arroz, teria vencido até com facilidade. Slater é um surfista que se sente confiante demais, mas precisa começar uma bateria com notas altas. Quando isso acontece, vence 95% das vezes. Quando tem que correr atrás do prejuízo, já não tem o mesmo gás. E mesmo com 35 minutos para achar duas ondas que somassem 10,98 (a média de Ferreira foi 10,97 – 5,5 e 5,47), o máximo que conseguiu foi 4,17 e 3,17. Ele explicou depois que se posicionou mal. Bem, isso não explica o resto das vaciladas.

Kelly conquistou seu último título mundial em 2011, vencendo em Teahupoo gigante com facilidade e na manha em Snapper e Trestles, quando teve que usar sua enorme capacidade competitiva para vencer Taj e Owen Wright respectivamente em ondas pequenas e médias. Ou seja, venceu onde sempre é favorito e também em situações em que teve que se reinventar. E mesmo com todos estes problemas que citei acima, ainda disputou palmo a palmo o caneco com Parko, Fanning e Medina. Isso não está acontecendo mais. Muita gente o está aposentando. Creio que estas derrotas apenas o estão deixando mais irritado e frustrado. Esta obsessão em ser novamente campeão mundial, acho que para terminar seu ciclo com chave de ouro, é o que está lhe atrapalhando. É horrível ver a decadência tão de perto, sem poder fazer nada para impedi-la. Isso é o curso natural de todos os seres vivos. Saber levar na esportiva e curtir os últimos momentos ajudam a relaxar. Slater passou uma carreira achando motivos para vencer. Seu espírito competitivo supriu seus defeitos e angústias. Mas está chegando a hora, talvez não de desistir, mas de aproveitar. Curtir a molecada, seus rivais e os holofotes. Pois quando chegar a hora, ele poderá olhar pra trás e pensar: “Cara, como foi bom isso!”. Sem arrependimentos, apenas a sensação do dever cumprido, como pessoa e mito do esporte.

As melhores performaces de Kelly Slater tem sido com a prancha Semi Pro. Foto: WSL/ Kirstin

 

Resultado da 1° Etapa do Paranaense 30 Pés Matinhos Pro/AM

Com 132 inscritos, Matinhos recebeu no último final de semana a primeira etapa do Circuito Paranaense 2015. Com boas ondas e a presença maciça do público, os atletas mostraram que estavam com saudades das competições no Paraná.

ryancordeiro

Ryan Cordeiro é um estiloso surfista local de Itapoá, vencedor da Iniciantes. Foto: Luciana Coelho.

Na principal categoria do evento, atletas profissionais do Paraná e Santa Catarina travaram duelos emocionantes e quem se saiu melhor foi o local e atual campeão Paranaense profissional, Peterson Crisanto. Crisanto, que já disputou e venceu várias competições internacionais passou todas as baterias em primeiro lugar e confirmou seu favoritismo na final.

Outro destaque da competição foi Ítalo Conceição, o surfista venceu em duas categorias, na Curitiba e Universitário. Na categoria Mirim quem venceu foi Fábio Martins. Na iniciantes quem levou a melhor foi o catarinense de Itapoá Ryan Cordeiro. Ryan também ficou com a 3° colocação na categoria Mirim. Já no Feminino quem levou foi Ana Ceccarelli. Na Master o grande campeão foi Luciano Huergo e na Infantil o vencedor foi Ryan Coelho.

Victor Valentim

Victor Valentim, talentoso surfista da Ilha do Mel, voando para ficar em 2° na Profissional. Foto: Anselmo Cuco Maoski.

A organização está de parabéns pelo evento. Parabéns a todos os atletas, comissão técnica, apoiadores e patrocinadores. Vida longa ao surf do Paraná!

Profissional:

CAMISA COL Atleta UF Pont
Vermelha 1 Peterson Crisanto PR 14.50
Branca 4 Leandro Silva SC 10.05
Amarela 3 Alessandro Pulga PR 10.90
Preta 2 Victor Valentin PR 11.65

 

Mirim:

CAMISA COL Atleta UF Pont
Vermelha 2 Edson de Prá PR 7.80
Branca 4 Hedieferson Junior SC 6.90
Amarela 3 Rian Cordeiro PR 7.40
Preta 1 Fabio Martins PR 9.40

 

Hedieferson Junior veio de Itapoá para ficar com a 2° colocação na Iniciantes e 4° na Mirim. Foto: Anselmo Cuco Maoski.

Iniciantes:

CAMISA COL Atleta UF Pont
Vermelha 2 Hedieferson Junior SC 6.00
Branca 4 Gabriel Martins 5.35
Amarela 3 Yasser Chiah PR 6.00
Preta 1 Ryan Cordeiro PR 9.35

 

Infantil:

CAMISA COL Atleta UF Pont
Vermelha 1 Ryan Coelho PR 7.90
Branca 3 Vitor Torinho PR 5.90
Amarela 2 Lucas Sakaue PR 6.20
Preta 4 Vitor Inacio PR 4.50

 

Feminino:

CAMISA COL Atleta UF Pont
Vermelha 2 Camila Ribeiro PR 7.75
Branca 3 Sibele Muniz PR 4.55
Amarela 4 Laura Pohl SC 3.15
Preta 1 Ana Ceccarelli PR 8.00

Master:

CAMISA COL Atleta UF Pont
Vermelha 3 Marcelo Saporski PR 7.35
Branca 1 Luciano Huergo PR 11.85
Amarela 2 Marcio da Veiga PR 9.45
Preta 4 Rafael Feliz PR 6.40

Marcio da Veiga, local de Shangri-la rasgando com força para ficar em 2° na Master. Foto Anselmo Cuco Maoski.

 

Universitário:

CAMISA COL Atleta UF Pont
Vermelha 3 Gustavo Soares PR 5.85
Branca 4 Samuel dos Santos PR 5.65
Amarela 1 Italo Conceição PR 7.85
Preta 2 Rodrigo Roy PR 7.10

 

Rasgada de back de Samuel Santos. Foto: Anselmo Cuco Maoski.

Foto de capa: Anselmo Cuco Maoski. Surfista: Peterson Crisanto.

Vídeo: Sanderson Trevisan.

Owen Wright faz história em Fiji – Assista

Por: ASP South America.

Uma final australiana fechou o Fiji Pro com uma performance histórica de Owen Wright, 25 anos, vencendo Julian Wilson, 26, com duas notas 10 nos tubos de 3 metros de altura em Cloudbreak na terça-feira. Ele já havia feito uma “bateria perfeita” de 20 pontos na segunda-feira e o título em Fiji valia a terceira posição de Mick Fanning, 34 anos, no ranking para os dois finalistas. Os brasileiros Adriano de Souza, 28, e Filipe Toledo, 20, continuam na frente do Jeep Leaderboard, mas os australianos se aproximaram para brigar pela ponta do ranking na próxima etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour nas direitas de Jeffreys Bay, de 08 a 19 de julho na África do Sul.

Owen Wright no tubo nota 10 (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Eu nem consigo acreditar em tudo isso que aconteceu. Ganhar o campeonato aqui em Fiji com duas notas 10 é um sonho tornado realidade”, disse Owen Wright, que entrou na corrida pelo título mundial da temporada. “Eu tenho treinado e trabalhado bastante, acompanhando de perto o que os caras tops do circuito estão fazendo e valeu a pena. O Gabriel Medina tem sido uma grande inspiração para mim, especialmente pelo que ele fez aqui neste evento no ano passado, e os outros brasileiros também”.

Melhores momentos do último dia do evento:

Medina ficou na terceira fase do Fiji Pro esse ano, assim como os líderes do ranking. Adriano continuou em primeiro com 28.000 pontos e Filipinho tem 27.450, agora seguido de perto por Owen Wright com 26.150 e Mick Fanning com 24.950. Mais dois australianos também passam a ter chances matemáticas de brigar pela “lycra amarela” do brasileiro Adriano de Souza no J-Bay Open, o vice-campeão Julian Wilson que subiu para o quinto lugar no ranking com 23.450 pontos e Taj Burrow com 21.700. Os dois tiraram o Brasil do Fiji Pro nos primeiros confrontos das quartas de final que abriram a terça-feira decisiva na ilha de Tavarua.

O potiguar Italo Ferreira, 21 anos, pegou ótimos tubos de frontside nas esquerdas de Cloudbreak para ganhar duas notas na casa dos 8 pontos, mas Julian Wilson surfou o maior, passando por dentro das sessões que quebravam a sua frente para receber 9,43. Esta nota acabou decidindo a pequena vantagem no placar de 17,36 a 17,00 pontos. O paulista Wiggolly Dantas, 25 anos, entrou na segunda do dia com Taj Burrow, 37, mas faltou tubo para os dois competidores, com poucas ondas boas entrando na bateria. O australiano começou bem com nota 8,77 e o ubatubense não conseguiu reagir na difícil condição do mar, sendo derrotado por 13,37 a 7,40 pontos.

Italo Ferreira (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

Mesmo assim, o quinto lugar nas quartas de final do Fiji Pro foi mais um grande resultado para os dois estreantes da “seleção brasileira” no grupo dos top-34 da World Surf League esse ano. Italo Ferreira subiu da 11.a para a oitava colocação no ranking e Wiggolly Dantas ganhou cinco posições, saindo da rabeira na lista dos 22 que são mantidos na elite para o 17.o lugar, ultrapassando o campeão mundial Gabriel Medina que caiu para vigésimo e Miguel Pupo, empatado em 21.o com o australiano Adam Melling.

BATERIAS NOTAS 10 – Se Gabriel Medina fez a festa no ano passado com a vitória inédita do Brasil nas Ilhas Fiji, desta vez os australianos comandaram o espetáculo nos tubos de Cloudbreak nestes dois últimos dias de ondas de mais de 3 metros de altura. O campeão Owen Wright estava abençoado e surfou os tubos mais espetaculares com uma apresentação histórica. Ele foi o único a vencer duas baterias com pontuação máxima numa mesma etapa. Kelly Slater e Joel Parkinson também já fizeram duas “baterias perfeitas”, mas em anos e lugares diferentes. Slater em 2005 nos tubos de Teahupoo no Taiti e em Fiji em 2013. E o australiano em 2008 em Banzai Pipeline no Havaí e também em 2013 em Bali na Indonésia.

Parkinson foi a primeira vítima do campeão na terça-feira. Owen venceu o seu primeiro desafio por 16,60 a 12,84 pontos, com nota 8,93 na sua melhor onda. Na semifinal com Jeremy Flores, já começou a bateria com um tubaço incrível que valeu nota 9,43 e depois tirou um 7,50 para garantir sua vitória mais apertada do último dia. O francês só conseguiu surfar duas ondas, mas foi bem na escolha e quase consegue a segunda vaga para a final com as notas 8,00 e 8,57 que recebeu. Os 16,57 pontos de Jeremy ficaram perto dos 16,93 do australiano.

Julian Wilson e o campeão Owen Wright (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

DECISÃO DO TÍTULO – Depois de um intervalo foi iniciada a grande final do Fiji Pro 2015, mas sem muitas ondas boas de novo e longas calmarias. Depois de surfar grandes tubos nas vitórias sobre Italo Ferreira e Taj Burrow, Julian Wilson não pegou nada justamente na bateria decisiva. Já Owen Wright achou tubos espetaculares, sempre estava no lugar certo e o primeiro canudo valeu 9,60. Depois ele saiu de um mais espetacular que arrancou o primeiro 10 da final. E ainda veio em outra bomba, completando o tubo para fechar a sua segunda bateria perfeita de 20 pontos nas esquerdas de Cloudbreak.

Dois 10 na final, Owen faz história:

 

“Eu fiz duas viagens ao Taiti esse ano e acho que é de onde vieram os tubos que entraram para mim na final”, brincou Owen Wright. “Ontem (segunda-feira) já tinha sido um sonho se tornado realidade e hoje foi ainda melhor. Vencer com duas notas 10 é realmente especial. Eu estava vendo o mar antes da bateria e eu sabia que iam entrar alguns tubos grandes. Eu só precisava estar no lugar certo na hora certa e estou muito feliz por estar de volta ao pódio”.

O Fiji Pro foi transmitido ao vivo pelowww.worldsurfleague.com e também pela Fox Sports para a Austrália, pela MCS Extreme para a França, EDGE Sports para a China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios e no Brasil terá cobertura especial da TV Globo e dos canais ESPN. Na próxima etapa na África do Sul, os canais para assistir os melhores surfistas do mundo nas melhores ondas do mundo serão os mesmos.

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

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RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO FIJI PRO:

Campeão: Owen Wright (AUS) por 20,00 pontos (10,00+10,00) – US$ 100.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: Julian Wilson (AUS) com 7,84 (notas 4,67+3,17) – US$ 40.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos e US$ 20.000 de prêmio:

1.a: Julian Wilson (AUS) 11.50 x 8.66 Taj Burrow (AUS)

2.a: Owen Wright (AUS) 16.93 x 16.57 Jeremy Flores (FRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 5.200 pontos e US$ 15.000:

1.a: Julian Wilson (AUS) 17.36 x 17.00 Italo Ferreira (BRA)

2.a: Taj Burrow (AUS) 13.37 x 7.40 Wiggolly Dantas (BRA)

3.a: Owen Wright (AUS) 16.60 x 12.84 Joel Parkinson (AUS)

4.a: Jeremy Flores (FRA) 16.83 x 12.90 Kai Otton (AUS)

TOP-22 NO JEEP LEADERBOARD DA WORLD SURF LEAGUE – após a 5.a etapa em Fiji:

1.o: Adriano de Souza (BRA) – 28.000 pontos

2.o: Filipe Toledo (BRA) – 27.450

3.o: Owen Wright (AUS) – 26.150

4.o: Mick Fanning (AUS) – 24.950

5.o: Julian Wilson (AUS) – 23.450

6.o: Taj Burrow (AUS) – 21.700

7.o: Nat Young (EUA) – 18.250

8.o: Josh Kerr (AUS) – 17.950

8.o: Italo Ferreira (BRA) – 17.950

10: Jeremy Flores (FRA) – 16.750

11: Kelly Slater (EUA) – 16.700

12: John John Florence (HAV) – 16.000

13: Bede Durbidge (AUS) – 15.950

14: Matt Wilkinson (AUS) – 13.250

15: Joel Parkinson (AUS) – 13.200

15: Jadson André (BRA) – 13.200

17: Wiggolly Dantas (BRA) – 13.150

18: Jordy Smith (AFR) – 11.950

19: Sebastian Zietz (HAV) – 11.000

20: Gabriel Medina (BRA) – 10.950

21: Miguel Pupo (BRA) – 9.750

21: Adam Melling (AUS) – 9.750

PRÓXIMAS ETAPAS DO SAMSUNG GALAXY WORLD SURF LEAGUE CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

6.a: Jul 08-19: J-Bay Open em Supertubes, Jeffreys Bay – África do Sul

7.a: Ago 14-25: Billabong Pro Teahupoo em Teahupoo, Taiarapu Ouest – Taiti

8.a: Set 09-20: Hurley Pro at Trestles em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

9.a: Out 06-17: Quiksilver Pro France em Hossegor, Landes – França

10: Out 20-31: Moche Rip Curl Pro Portugal em Supertubos, Peniche, Cascais – Portugal

11: Dez 08-20: Billabong Pipe Masters em Banzai Pipeline, Oahu – Havaí

Outras duas notas 10 do campeão:

 

Foto: WSL / Kirstin.

 

Ítalo vence Slater – Fiji Pro Highlights

Por: 

O potiguar Italo Ferreira e o paulista Wiggolly Dantas são os únicos brasileiros entre os oito finalistas do Fiji Pro definidos na segunda-feira de grandes tubos de 10-12 pés em Cloudbreak, na ilha de Tavarua. Wiggolly derrotou Italo e é o único invicto do campeonato, mas o potiguar despachou Kelly Slater na quinta fase e vai enfrentar Julian Wilson na primeira quarta de final. Os brasileiros não competiram nas melhores horas do mar e Gabriel Medina e Filipe Toledo foram eliminados sem conseguir pegar boas ondas em suas baterias. O australiano Mick Fanning também perdeu e Adriano de Souza permanece com a lycra amarela do Jeep Leaderboard de número 1 no ranking do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour.

Wiggolly Dantas (Kirstin Scholtz / WSL)

Filipe Toledo também não perde a vice-liderança nas Ilhas Fiji e o Brasil continua liderando a corrida do título mundial da temporada. Ele assumiria a ponta se passasse por Adam Melling, mas competiu numa hora ruim do mar na mudança da maré, com ondas menores e grandes intervalos entre as séries. O australiano teve mais sorte na escolha e levou a melhor por 11,66 a 10,97 pontos. Com a derrota de Filipe na mesma 13.a colocação do Fiji Pro que Adriano de Souza, só Mick Fanning poderia ultrapassar os brasileiros. Para isso, ele teria que ser finalista em Cloudbreak, mas foi barrado no último confronto do dia pelo mesmo Kai Otton que já havia estreado com vitória sobre Mineirinho na sexta-feira e despachado Gabriel Medina na manhã da segunda-feira.

O atual campeão mundial defendia o título do Fiji Pro e competiu duas baterias antes de Filipe Toledo, também em condições difíceis no mar em transformação, subindo para um fim de dia de tubos clássicos em Cloudbreak. Eles não tiveram a sorte de aproveitar disso e Kai Otton até pegou alguns não tão grandes que renderam duas notas na casa dos 7 pontos para vencer por 14,97 a 13,77 pontos. Esta foi a quarta vez que Gabriel Medina não passa da terceira fase nas cinco etapas da temporada. Ele já caiu para vigésimo no ranking e parece estar mais na briga para ficar no grupo dos 22 que permanecem na elite dos top-34 para o ano que vem, do que pelo bicampeonato mundial. Mas, ainda tem um título a defender, no Billabong Pro Tahiti nos temidos tubos de Teahupoo.

ESTREANTES DO BRASIL – A esperança de uma segunda vitória do Brasil nas Ilhas Fiji agora fica para as duas novidades da “seleção verde-amarela” do WCT. Italo Ferreira e Wiggolly Dantas se classificaram para a divisão principal da World Surf League pelo ranking do Qualifying Series no ano passado. Eles ocuparam as vagas do catarinense Alejo Muniz e do carioca Raoni Monteiro e são os principais estreantes da temporada. Competiram juntos na quarta fase com o norte-americano Dane Reynolds em mais uma bateria fraca de boas ondas. Wiggolly conquistou a classificação direta para as quartas de final por menos de 1 ponto de diferença, totalizando 11,30 pontos contra 10,77 do californiano e 10,67 de Italo Ferreira.

“A situação ficou muito complicada lá fora, difícil de se posicionar, mas estou feliz por conseguir vencer mais uma”, disse Wiggolly Dantas. “Dava para sentir o swell (ondulação) aumentando, ganhando volume, então ficamos lá procurando as ondas e estava muito difícil. Eu estou amarradão que ainda consegui encontrar duas ondas que não fecharam para passar direto para as quartas de final e acredito que teremos muitos tubos pra surfar aqui ainda nos próximos dias”.

Italo Ferreira (Foto: Steve Robertson / WSL)

Curiosamente, todas as baterias com participação brasileira foram disputadas nas piores condições de ondas do dia. Nas outras três baterias desta quarta fase, Julian Wilson ganhou a primeira aumentando o recorde do Fiji Pro para 19,43 pontos, Joel Parkinson venceu a terceira por 18,93 com a primeira nota 10 do campeonato e Jeremy Flores também surfou grandes tubos para somar 18,70 pontos na última. Aí começou a quinta fase com Italo Ferreira e Kelly Slater e as ondas sumiram de Cloudbreak. O onze vezes campeão mundial não achou nada e o potiguar conseguiu sua segunda vitória sobre o maior ídolo do esporte em seu primeiro ano na elite com duas notas na casa dos 5 pontos no placar encerrado em 10,97 a 7,34 pontos.

“Eu quase nem consigo acreditar nisso, que venci o Kelly (Slater) em Fiji”, disse Italo Ferreira. “Ele é o melhor de todos os tempos, ainda mais aqui onde já venceu várias vezes, mas o mar estava bem difícil na nossa bateria, quase não entrou onda, a maioria fechava rápido, mesmo assim estou muito feliz por ter conseguido vencer mais uma bateria e por ter passado para as quartas de final. É muito bom poder continuar competindo neste lugar incrível”.

Assista os melhores momentos da bateria do estreante Ítalo Ferreira:

BATERIAS PERFEITAS – Depois da magra vitória de Italo Ferreira sobre Kelly Slater, os tubos voltaram a aparecer em Cloudbreak para Taj Burrow derrotar Dane Reynolds por 15,24 a 13,66 pontos. E o mar ficou clássico no penúltimo confronto do dia, com Owen Wright fazendo uma apresentação perfeita, somando duas notas 10 e ainda descartando duas na casa dos 8 pontos. As condições estavam incríveis e o seu adversário neste duelo australiano, Adam Melling, também surfou grandes tubos para totalizar 17,70 pontos, contra os 20,00 de Owen Wright, que entrou para um seleto grupo de surfistas notas 10.

Assista a bateria perfeita com direito a duas notas 10 de Owen Wright:

Owen Wright (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Eu estou absolutamente deslumbrado de como está bom lá fora, não tenho nem o que dizer quase, é simplesmente fantástico”, disse Owen Wright. “Eu nunca imaginei na minha vida que eu iria conseguir 20 pontos numa bateria, mas tem tanta onda boa, o mar tá tão clássico e foi ótimo eu poder realizar isso. É um sentimento incrível estar aqui falando depois de ter surfado essas ondas, não pode existir nada melhor do que estou sentindo agora, foi mágico”.

Em quase 40 anos de história do Circuito Mundial, este feito só havia sido registrado seis vezes. A primeira foi em 1996 na etapa da Gold Coast na Austrália, com o californiano Shane Beschen sendo o mais espetacular de todos, o único a ganhar três notas 10 na mesma bateria. Depois, só em 2005 Kelly Slater conseguiu duas notas máximas na final do Billabong Pro Tahiti e ainda repetiu a bateria perfeita em 2013 nas Ilhas Fiji. O australiano Joel Parkinson também atingiu esta marca duas vezes, em 2008 em Banzai Pipeline no Havaí e em 2013 em Bali na Indonésia. O francês Jeremy Flores completa a lista com suas duas notas 10 nos tubos de Teahupoo no Taiti em 2011.

O Fiji Pro ainda tem prazo até sexta-feira para ser encerrado e a primeira chamada da terça-feira está marcada para as 7h30 da terça-feira na ilha de Tavarua, 16h30 da segunda-feira pelo fuso horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e também pela Fox Sports para a Austrália, pela MCS Extreme para a França, EDGE Sports para a China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios e no Brasil terá cobertura especial da TV Globo e dos canais ESPN.

Melhores momentos do dia:

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

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QUARTAS DE FINAL DO FIJI PRO – 5.o lugar com 5.200 pontos:

1.a: Julian Wilson (AUS) x Italo Ferreira (BRA)

2.a: Taj Burrow (AUS) x Wiggolly Dantas (BRA)

3.a: Joel Parkinson (AUS) x Owen Wright (AUS)

4.a: Jeremy Flores (FRA) x Kai Otton (AUS)

QUINTA FASE – Vitória=Quartas de Final / Derrota=9.o lugar com 4.000 pontos:

1.a: Italo Ferreira (BRA) 10.97 x 7.34 Kelly Slater (EUA)

2.a: Taj Burrow (AUS) 15.24 x 13.66 Dane Reynolds (EUA)

3.a: Owen Wright (AUS) 20.00 x 17.70 Adam Melling (AUS)

4.a: Kai Otton (AUS) 14.33 x 11.33 Mick Fanning (AUS)

QUARTA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Quartas de Final / 2.o e 3.o=Quinta Fase:

1.a: 1-Julian Wilson (AUS)=19.43, 2-Kelly Slater (EUA)=14.34, 3-Taj Burrow (AUS)=13.83

2.a: 1-Wiggolly Dantas (BRA)=11.30, 2-Dane Reynolds (EUA)=10.77, 3-Italo Ferreira (BRA)=10.67

3.a: 1-Joel Parkiinson (AUS)=18.93, 2-Owen Wright (AUS)=17.26, 3-Mick Fanning (AUS)=16.60

4.a: 1-Jeremy Flores (FRA)=18.70, 2-Kai Otton (AUS)=12.10, 3-Adam Melling (AUS)=7.17

TERCEIRA FASE DO FIJI PRO – Derrota=13.o lugar com 1.750 pontos e US$ 10.500 de prêmio:

———–primeiros resultados da segunda-feira:

7.a: Mick Fanning (AUS) 13.67 x 13.30 Alejo Muniz (BRA)

8.a: Joel Parkinson (AUS) 14.07 x 13.30 Sebastian Zietz (HAV)

9.a: Owen Wright (AUS) 16.26 x 9.44 Adrian Buchan (AUS)

10: Kai Otton (AUS) 14.97 x 13.77 Gabriel Medina (BRA)

11: Jeremy Flores (FRA) 10.60 x 4.50 Bede Durbidge (AUS)

12: Adam Melling (AUS) 11.66 x 10.97 Filipe Toledo (BRA)

———–baterias que fecharam o domingo:

1.a: Taj Burrow (AUS) 13.16 x 6.36 Keanu Asing (HAV)

2.a: Julian Wilson (AUS) 13.93 x 13.34 Kolohe Andino (EUA)

3.a: Kelly Slater (EUA) 18.57 x 10.17 Fredrick Patacchia (HAV)

4.a: Wiggolly Dantas (BRA) 15.36 x 13.94 Nat Young (EUA)

5.a: Italo Ferreira (BRA) 12.93 x 11.80 Jadson André (BRA)

6.a: Dane Reynolds (EUA) 18.34 x 13.64 Adriano de Souza (BRA)

 

Sally Fitzgibbons vence – Assista as 5 melhores ondas do Fiji Pro Feminino

A australiana Sally Fitzgibbons, 24 anos, conquistou o bicampeonato no Fiji Women´s Pro e entrou na briga pelo título mundial do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour. Sally atacou as esquerdas de 6-10 pés em Cloudbreak na quinta-feira com manobras potentes de backside para derrotar a sul-africana Bianca Buitendag, 21 anos, que também foi vice-campeã no Oi Rio Pro, com duas notas na casa dos 9 pontos. A havaiana Carissa Moore, 22, continua em primeiro no Jeep Leaderboard, mas a disputa na próxima etapa será fase a fase com a norte-americana Courtney Conlogue, 22, e Fitzgibbons passa a ter chance matemática de liderar o ranking com outra vitória em Huntington Beach, de 27 de julho a 2 de agosto na Califórnia, Estados Unidos.

Sally Fitzgibbons (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Eu estou esgotada e as lágrimas saíram”, disse Sally Fitzgibbons. “Estou estes dois dias com dores ainda (estourou o tímpano esquerdo competindo na terça-feira), mas apenas fui pegando as ondas que o oceano mandava pra mim e estou muito feliz. Era importante ter uma vitória nesta fase do circuito e crédito para a equipe médica que me atendeu aqui. Em face da adversidade, esta é definitivamente uma das vitórias mais especiais que eu já tive”.

Para competir com um tímpano estourado nas séries pesadas de 6-8 pés da quinta-feira em Cloudbreak, Fitzgibbons procurou escolher bem as ondas e manobrar forte porque não tinham muitos tubos. Em sua quarta tentativa na bateria final, a esquerda abriu a parede para mandar uma série de três manobras explosivas de backside e ganhar nota 9,23. Bianca Buitendag reagiu com 6,90 e 7,50 em duas ondas seguidas, mas a australiana pegou outra onda boa para repetir o ataque de três manobras fortes com pressão e velocidade para receber 9,33 que selou a vitória por 18,56 a 14,40 pontos.

“Todos esses anos de treinamento e força mental me ajudaram hoje (quinta-feira)”, disse Fitzgibbons, que subiu da sexta para a terceira posição no ranking com os 10.000 pontos da vitória em Fiji. “Eu realmente tenho uma ligação com o oceano aqui em Fiji, as ondas são poderosas e desafiadoras e me derrubaram algumas vezes hoje também, mas tentei só relaxar e continuar tentando. Você apenas tem que trabalhar bastante porque é isso que todas as meninas estão fazendo e acabam me empurrando pra treinar e treinar cada vez mais para acompanhar o nível delas”.

A sul-africana Bianca Buitendag não conseguiu achar boas ondas para repetir as ótimas atuações do caminho até a sua segunda final consecutiva no Samsung Galaxy WSL Championship Tour. Ela foi a única a ultrapassar a casa dos 18 pontos duas vezes na quinta-feira de mar difícil em Cloudbreak. Venceu a australiana Nikki Van Dijk, 20 anos, nas quartas de final por 18,03 e atingiu 18,40 na semifinal contra a francesa Johanne Defay, 21, recordista do último dia com os 18,60 que totalizou na quarta fase. Bianca Buitedang também foi vice-campeã no Oi Rio Pro perdendo a final para Courtney Conlogue, mas subiu da nona para a sexta posição no ranking das cinco etapas completadas nas Ilhas Fiji.

Bianca Buitendag (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Foi um dia incrível para o surf feminino e estou muito orgulhosa da Sally (Fitzgibbons) também”, disse Bianca Buitendag. “Ela é uma verdadeira guerreira e mereceu esta vitória. Claro que estou um pouco decepcionada por não vencer de novo, mas foi um grande evento da World Surf League para nós. Tivemos excelentes ondas e as meninas impressionaram. Para mim, outro segundo lugar me coloca em ótima posição para o restante da temporada”.

 

5 Melhores ondas do evento

A UM PASSO DO PARAÍSO – O último dia do Fiji Women´s Pro começou com a definição das quatro últimas vagas para as quartas de final na rodada das perdedoras da terceira fase. Logo na segunda bateria, a líder Carissa Moore acabou eliminada pela norte-americana Lakey Peterson, 20 anos, por 0,07 no placar encerrado em 14,67 pontos. Bom para a sua compatriota, Courtney Conlogue, que poderia competir em casa no Trestles Women´s Pro com a lycra amarela do Jeep Leaderboard se vencesse sua próxima bateria, só que ela também perdeu para Johanne Defay e permaneceu em segundo no ranking.

A francesa também ficou a um passo do paraíso, mas na outra ponta da tabela de classificação, por um lugar no grupo das dez primeiras colocadas que são mantidas na elite das top-17 da World Surf League para o próximo ano. Johanne mostrou muita atitude em arriscar grandes manobras de backside nas esquerdas de Cloudbreak para despachar a segunda e a terceira colocadas no ranking, Courtney Conlogue e Tyler Wright, 21 anos, respectivamente. Precisava passar para a final para tirar a décima posição da havaiana Coco Ho, 24, mas a francesa não conseguiu superar Bianca Buitendag e ficou em 11.o lugar, seguida por Silvana Lima, 30, em 12.o.

“A Bianca (Buitendag) surfou muito bem e pegou as ondas certas na bateria, então mereceu ir pra final”, disse Johanne Defay. “Foi uma grande bateria, ela é uma das minhas melhores amigas, as ondas estavam perfeitas, notas altas e estou feliz por ter surfado bem nesse lugar incrível. Agora vou voltar pra casa para treinar e já estou ansiosa para a próxima etapa”.

Foto: Kirstin Scholtz / WSL

DESFALQUES NO FIJI PRO – Depois do taitiano Michel Bourez, mais dois surfistas tiveram que cancelar suas participações no Fiji Pro por contusões, o havaiano John John Florence e o sul-africano Jordy Smith. Eles foram substituídos pelo espanhol Aritz Aranburu e o australiano Jay Davies, com as alterações provocando mudanças nas baterias da primeira fase. O prazo começa no domingo e Kelly Slater agora vai abrir a quinta etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour com o também norte-americano Kolohe Andino e o brasileiro Alejo Muniz.

O próximo brasileiro a competir nos tubos de Cloudbreak é Wiggolly Dantas na terceira bateria, com os australianos Josh Kerr e Jay Davies. O vice-líder do ranking, Filipe Toledo, estreia na seguinte com outro australiano, Adrian Buchan, e o norte-americano Dane Reynolds, um dos convidados do Fiji Pro. Depois tem Adriano de Souza com a lycra amarela do Jeep Leaderboard na sexta bateria contra Kai Otton e o surfista que se classificar numa triagem entre fijianos.

Na sétima, entra o atual campeão mundial e defensor do título desta etapa nas Ilhas Fiji, Gabriel Medina, fazendo sua primeira apresentação contra o francês Jeremy Flores e o norte-americano C. J. Hobgood. Os outros integrantes da “seleção brasileira” do WCT estão escalados nas últimas baterias. Miguel Pupo na nona com o americano Nat Young e o irlandês Glenn Hall, Jadson André na décima com Julian Wilson e Adam Melling e Italo Ferreira na 12.a e última com o também australiano Joel Parkinson e o havaiano Fredrick Patacchia.

O Fiji Pro será transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pela Fox Sports para a Austrália, com coberturas especiais também pelo MCS Extreme na França, EDGE Sports na China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios, com a TV Globo sendo a nova parceira da World Surf League no Brasil.

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

Veja como ficou o resultado final e o ranking do feminino após esta etapa:

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO FIJI WOMEN´S PRO:

Bicampeã: Sally Fitzgibbons (AUS) por 18,56 pontos (notas 9,33+9,23) – 10.ooo pontos

Vice-campeã: Bianca Buitendag (AFR) com 14,40 pontos (7,50+6,90) – 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 16.83 x 3.33 Lakey Peterson (EUA)

2.a: Bianca Buitendag (AFR) 18.40 x 16.97 Johanne Defay (FRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 5.200 pontos:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 17.06 x 11.34 Laura Enever (AUS)

2.a: Lakey Peterson (EUA) 12.57 x 11.73 Tatiana Weston-Webb (HAV)

3.a: Johanne Defay (FRA) 13.00 x 4.26 Courtney Conlogue (EUA)

4.a: Bianca Buitendag (AFR) 18.03 x 9.57 Nikki Van Dijk (AUS)

QUARTA FASE – Vitória=Quartas de Final / Derrota=9.o lugar com 3.300 pontos:

1.a: Laura Enever (AUS) 13.67 x 9.00 Coco Ho (HAV)

2.a: Lakey Peterson (EUA) 14.67 x 14.60 Carissa Moore (HAV)

3.a: Johanne Defay (FRA) 18.60 x 10.76 Tyler Wright (AUS)

4.a: Bianca Buitendag (AFR) 14.70 x 12.36 Malia Manuel (HAV)

TOP-10 DO RANKING JEEP LEADERBOARD DA WORLD SURF LEAGUE – 5 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 37.800 pontos

2.a: Courtney Conlogue (EUA) – 36.900

3.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 29.600

4.a: Lakey Peterson (EUA) – 27.300

5.a: Tyler Wright (AUS) – 26.700

6.a: Bianca Buitendag (AFR) – 26.250

7.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) – 23.500

8.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 22.800

9.a: Malia Manuel (HAV) – 21.950

10.a: Coco Ho (HAV) – 20.300

12.a: Silvana Lima (BRA) – 16.850

Confronto Masculino

Os homens já estão à espera da primeira chamada para o início do campeonato. As baterias ficaram assim:

Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

1.a: Kelly Slater (EUA), Kolohe Andino (EUA), Alejo Muniz (BRA)

2.a: Taj Burrow (AUS), Matt Banting (AUS), Aritz Aranburu (ESP)

3.a: Josh Kerr (AUS), Wiggolly Dantas (BRA), Jay Davies (AUS)

4.a: Filipe Toledo (BRA), Adrian Buchan (AUS), Dane Reynolds (EUA)

5.a: Mick Fanning (AUS), Ricardo Christie (NZL), Aca Ravulo (FJI)

6.a: Adriano de Souza (BRA), Kai Otton (AUS),

7.a: Gabriel Medina (BRA), Jeremy Flores (FRA), C. J. Hobgood (EUA)

8.a: Owen Wright (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Dusty Payne (HAV)

9.a: Nat Young (EUA), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL)

10: Julian Wilson (AUS), Jadson André (BRA), Adam Melling (AUS)

11: Bede Durbidge (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Keanu Asing (HAV)

12: Joel Parkinson (AUS), Italo Ferreira (BRA), Fredrick Patacchia (HAV)

 

 

King Of The Groms vai pagar 20 mil dólares ao vencedor

A caça para encontrar o melhor moleque surfista do mundo. Serão três rodadas emocionantes e uma final mundial exclusiva. Então… Você quer ser o rei?

Se você tem entre 12 e 18 anos? Você pode ser o King Of The Groms! Se você vive no planeta Terra e sobe numa prancha de surf, é hora de começar seus melhores vídeos. Você precisa de pouco, basta ter uma conta no Instagram para o Round 1 e ter menos de 18 anos antes do dia 16 de novembro de 2015.

Talvez você queira os US$ 20.000 do título. Ou, os US$ 10.000 como vice-campeão. Talvez fique feliz com um dos mil dólares em cheques que o vencedor de cada desafio pode ganhar. Para você, talvez a glória esteja na coroa. Mas o verdadeiro vencedor é qualquer Grom que esteja nos TOP 10.

A rodada final será realizada num secret, num ambiente de surf competitivo nunca visto antes. Esta vai ser uma experiência que os finalistas vão se lembrar para sempre. Vai colocá-los no mapa. E, vai mudar o surf deles.

Você tem iniciar de algum jeito, e hoje o mundo é muito digital, portanto, parece ser um bom lugar para começar. Usando o Instagram, você deve postar vídeos marcando @Quiksilver e #KingOfTheGroms e um dos três desafios diferentes.

As inscrições para o Round 1 vão de 22 de abril a 17 de junho de 2015.

3Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

OS JUÍZES

Esta não é uma festa no quintal, a Quiksilver está trazendo grandes armas para avançar no nível de competição deste ano. O que une estes juizes é a paixão pelo surf: Dane Reynolds, Craig Anderson e Jeremy Flores, cada um com a sua busca por diferentes estilos. Pegue o bloco de notas e a caneta, porque estas são as dicas para a vitória.

OS DESAFIOS

Todas inscrições serão feitas exclusivamente no Instagram. Lembre-se: apenas uma manobra por post (exceto quando for COMBO), você pode participar quantas vezes quiser. Ah, mas não se esqueça de indicar um dos três desafios, pelo menos uma vez. Você pode ser um dos 30 Groms que avançarão para o Round 3.

4Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

ROUND 1 – DESAFIO NO INSTAGRAM

Se você vive no planeta Terra e sobe numa prancha de surf, é hora de começar a gravar seus vídeos também. Publique vídeos no Instagram marcando @quiksilver para provar que você é o #KingOfTheAir, #KingOfTheRail e#KingOfTheCombo. Mantenha-se focado, mas faça apenas uma manobra por vídeo, exceto quando você fizer um COMBO. Participe quantas vezes você quiser, não esqueça de indicar todos os três desafios, pelo menos uma vez. Você pode ser um dos 30 groms que vão avançar para o Round 2.

#KINGOFTHERAIL

Desafio um é para mostrar a sua cara. Estamos falando de surf de linha! Use apenas #KingOfTheRail, @Quiksilvere #KingOfTheGroms, com suas melhores manobras de linha. Mais uma vez, um movimento por vídeo: Dane Reynolds escolherá seus 10 #KingOfTheRail favoritos, e ele é um cara que gosta de opções.

#KINGOFTHEAIR

Desafio dois é sobre aéreos. Marque apenas @Quiksilver, #KingOfTheGroms e #KingOfTheAir, e mostre seus melhores aéreos (apenas um movimento por vídeo). Participe quantas vezes você quiser e nosso juiz do #KingOfTheAir, Craig Anderson, escolherá 10 melhores surfistas – e ele quer ver essas quilhas.

CRAIG ANDERSON #KINGOFTHEAIR

Como qualquer manobra, há uma série de fatores que entram num bom aéreo com estilo, que é o mais importante. Em segundo lugar vou analisar o flow – a decolagem limpa e o pouso sem problemas. Dificuldade no grab,rotação e pouso. Também vou olhar a altura e a parte crítica da seção.

5Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

#KINGOFTHECOMBO

Desafio três é sobre combinações. Leve seu repertório de manobras, junte todas em uma onda limpa e fluída. Sim, o número três é @Quiksilver, #KingOfTheCombo e #KingOfTheGroms. Outros top 10 serão escolhidos aqui, por ninguém menos que o mestre em fluidez, Jeremy Flores.

King Of The Groms 2015

JEREMY FLORES – #KINGOFTHECOMBO

Para mim, é uma combinação de várias manobras numa mesma onda. Uma variação de turns, aéreos e tubos…Eu quero ver todos os estilos de surf numa onda… Jogo de aéreo, surf de linha e tubos profundos! Para ganhar o meu voto, você precisa mostrar habilidades em todos os tipos de condições – ondas grandes e pequenas e combos com voltas críticas, com estilo e fluidez. Também mostrando habilidade em backside e frontside.

ROUND 2 – DESAFIO DE VÍDEOS

Round 2, tudo sobre os melhores participantes. Os 30 finalistas Groms vão estar na campanha publicitária da Quiksilver, em vídeos de 1 a 2 minutos mostrando o seu melhor surf, utilizando música e gráficos fornecidos pela Quiksilver. Todos os vídeos vão estar no site KOTG da Quiksilver para votação do público decidir sete finalistas mais três escolhidos pelos juízes Dane, Craig e Jeremy para a finalíssima do KOTG 2015.

6Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

ROUND 3 – FINAL SECRETA

As finais serão realizadas num secret, com transmissão ao vivo, música e alta vibe. Os 10 melhores Groms do mundo competirão numa série de desafios, e cada vencedor leva pra casa um cheque de US$ 1,000. O que finalizar os desafios em primeiro ganhará US$ 10.000 e o vencedor, melhor sub-18 surfista do mundo, não só vaiusar a coroa do King Of The Groms, como também fica 20 mil dólares mais rico. É hora de fazer barulho!

7Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

Você precisa se arriscar para surfar e ser um King Of The Groms.

Fonte e fotos: Quiksilver.

“Para eu vencer, só preciso de tempo” diz Kelly Slater

Em meio a críticas, o mito do esporte mundial postou em seu Instagram a seguinte frase: “Para eu vencer, só preciso de tempo”. O americano, assim como o brasileiro e atual campeão mundial Gabriel Medina, ainda não venceu nenhuma etapa da WSL esse ano. Falta de sorte ou o careca tem caído de rendimento? E o brasileiro, está mal assessorado? É muita entrevista e pouco treino? Ou falta de sorte também? Semana que vem inicia a etapa do masculino em Fiji e esperamos que os dois voltem a dar show de surf.

"The box" 📷 : @corey_wilson

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WSL defini convidados e alternates para o Fiji Pro

Michel Bourez não conseguiu se recuperar a tempo para competir na 5° etapa do tour em Fiji. O espartano, como foi apelidado pelo seu porte físico, machucou o dedo tomando uma vaca Teahupo. Em seu lugar entra o brasileiro, primeiro alternate (surfista que fica na fila para competir caso alguém se machuque), Alejo Muniz. Entre as mulheres, a baixa foi a australiana Stephanie Gilmore. Stephanie se machucou no freesurf em Margaret River e desde então não surfou mais. Apesar de não competir no Rio, ela ainda manteve a 4° colocação no ranking, para sua vaga entra a australiana Keely Andrew.

Bourez postou em seu Instagram que ainda fica mais 4 semanas em recuperação:

 

Fora as vagas por contusão, ainda tem existem os wildcards, que são os surfistas convidados, geralmente pelos patrocinadores da etapa. Essas vagas ficaram com o excepcional surfista americano, ex integrante da elite, Dane Reynolds. Dane abandonou o tour por achar perda de tempo seguir aquelas regrinhas para se dar bem no tour e foi para o freesurf, onde ele cria e inova, desvendando e ultrapassando seus próprios limites.

this is me surfing. 🌟framegrab🌟 via @miniblanchard

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A surfista convidada entre as meninas, é a havaiana Mahina Maeda. Maeda é atualmente a campeã mundial junior e vai encarar as melhores surfistas do mundo nas melhores ondas do mundo.

Happy with waves on the north shore ! 📷 kin kimoto

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Para finalizar, a última vaga concedida para os homens vem de uma triagem, o trials. Essa competição é apenas entre convidados e locais de Fiji. Quem venceu e conquistou a vaga foi o taitiano Aca Ravulo.

Lembramos a todos que o evento feminino tem a janela de 31 de Maio a 05 de Junho e o masculino de 07 a 19 de Junho. Confira abaixo as baterias da primeira fase e os rankings após a etapa do Rio:

PRIMEIRA FASE DO FIJI WOMEN´S PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.a e 3.a=Segunda Fase:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS), Bianca Buitendag (AFR), Nikki Van Dijk (AUS)

2.a: Stephanie Gilmore (AUS), Tatiana Weston-Webb (HAV), Alessa Quizon (HAV)

3.a: Carissa Moore (HAV), Johanne Defay (FRA), Mahina Maeda (HAV)

4.a: Courtney Conlogue (EUA), Silvana Lima (BRA), Sage Erickson (EUA)

5.a: Tyler Wright (AUS), Coco Ho (HAV), Laura Enever (AUS)

6.a: Lakey Peterson (EUA), Malia Manuel (HAV), Dimity Stoyle (AUS)

PRIMEIRA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

1.a: Taj Burrow (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Dusty Payne (HAV)

2.a: Josh Kerr (AUS), Jeremy Flores (FRA), Brett Simpson (EUA)

3.a: John John Florence (HAV), Kolohe Andino (EUA), C. J. Hobgood (EUA)

4.a: Filipe Toledo (BRA), Matt Banting (AUS), Alejo Muniz (BRA)

5.a: Mick Fanning (AUS), Wiggolly Dantas (BRA), Dane Reynolds (EUA)

6.a: Adriano de Souza (BRA), Adrian Buchan (AUS), Aca Ravulo (FJI)

7.a: Kelly Slater (EUA), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL)

8.a: Gabriel Medina (BRA), Jadson André (BRA), Adam Melling (AUS)

9.a: Owen Wright (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Keanu Asing (HAV)

10: Nat Young (EUA), Italo Ferreira (BRA), Fredrick Patacchia (HAV)

11: Julian Wilson (AUS), Joel Parkinson (AUS), Kai Otton (AUS)

12: Jordy Smith (AFR), Bede Durbidge (AUS), Ricardo Christie (NZL)

TOP-22 DO RANKING DA WORLD SURF LEAGUE – após a 4.a etapa no Rio de Janeiro:

1.o: Adriano de Souza (BRA) – 26.250 pontos

2.o: Filipe Toledo (BRA) – 25.700

3.o: Mick Fanning (AUS) – 20.950

4.o: Josh Kerr (AUS) – 17.450

5.o: Nat Young (EUA) – 16.500

6.o: Owen Wright (AUS) – 16.150

7.o: John John Florence (HAV) – 15.500

8.o: Julian Wilson (AUS) – 15.450

9.o: Taj Burrow (AUS) – 15.200

10: Bede Durbidge (AUS) – 14.200

11: Matt Wilkinson (AUS) – 12.750

11: Italo Ferreira (BRA) – 12.750

13: Kelly Slater (EUA) – 12.700

14: Jordy Smith (AFR) – 11.450

14: Jadson André (BRA) – 11.450

16: Jeremy Flores (FRA) – 10.250

17: Miguel Pupo (BRA) – 9.250

17: Sebastian Zietz (HAV) – 9.250

19: Gabriel Medina (BRA) – 9.200

20: Joel Parkinson (AUS) – 8.000

20: Matt Banting (AUS) – 8.000

22: Wiggolly Dantas (BRA) – 7.950

TOP-10 DO JEEP LEADERBOARD RANKING – 4 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 34.500 pontos

2.a: Courtney Conlogue (EUA) – 31.700

3.a: Tyler Wright (AUS) – 23.400

4.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 21.050

5.a: Lakey Peterson (EUA) – 20.800

6.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 19.600

7.a: Malia Manuel (HAV) – 18.650

8.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) – 18.300

9.a: Bianca Buitendag (AFR) – 18.250

10.a: Coco Ho (HAV) – 17.000

11.a: Silvana Lima (BRA) – 15.100

PRÓXIMAS ETAPAS DO SAMSUNG GALAXY WORLD SURF LEAGUE CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Jun 07-19: Fiji Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Jul 08-19: J-Bay Open em Supertubes, Jeffreys Bay – África do Sul

7.a: Ago 14-25: Billabong Pro Teahupoo em Teahupoo, Taiarapu Ouest – Taiti

8.a: Set 09-20: Hurley Pro at Trestles em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

9.a: Out 06-17: Quiksilver Pro France em Hossegor, Landes – França

10: Out 20-31: Moche Rip Curl Pro Portugal em Supertubos, Peniche, Cascais – Portugal

11: Dez 08-20: Billabong Pipe Masters em Banzai Pipeline, Oahu – Havaí

PRÓXIMAS ETAPAS DO WSL SAMSUNG GALAXY WOMEN´S CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Mai 31-05: Fiji Women´s Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Set 09-20: Trestles Women´s Pro em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

7.a: Set 22-28: Cascais Women´s Pro Portugal na Praia do Guincho, Cascais, Estoril – Portugal

8.a: Out 06-17: Roxy Pro France em Hossegor, Landes – França

9.a: Nov 22-06: Maui Women´s Pro em Honolua Bay, Maui – Havaí

Foto: Reprodução/Facebook WSL

Conheça a havaiana Anastasia Ashley

Anastasia Ashley nasceu no dia 10/02/1987 em Los Angeles, Califórnia. Quando se mudou para o Hawaii, aos 5 anos de idade, ela logo iniciou a vida que muitas pessoas sonham em viver, a de viver do surf e para o surf. Ashley logo mostrou que o surf não depende de gênero para se destacar – não que sua beleza natural não a ajude – e começou a ganhar espaço em diversos meios de comunicação especializados ou não em surf, porém, ela nem disputa mais a liga mundial de surf.

A moça ficou mais famosa ainda por uma dança que fez antes de entrar no mar. Assista esse vídeo e algumas imagens da moça que coleciona mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais:

Dream team

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💦💦💦 natural habitat

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Fotos: Reprodução/Instagram/Facebook.