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Galeria de fotos dos surfistas famosos ou locais

Poluição Marinha – Causas e consequências

Alguns dos maiores surfistas do mundo que disputaram a etapa brasileira do Circuito Mundial, no Rio de Janeiro, e sofreram mal estar, com sintomas de enjoo e ânsia de vômito. Filipe Toledo passou mal e atribuiu a qualidade da água como causa, Wiggolly Dantas sentiu um forte cheiro de esgoto no mar e Kelly Slater e C. J. Hobgood também reclamaram que não estavam e se sentindo bem. Eles creditam a poluição no Postinho, na Barra Tijuca, como uma possível causa para os problemas de saúde.

As reclamações dos protagonistas do Rio Pro no dia 15 de maio não foram à toa. De acordo com o último boletim de balneabilidade de praias da Zona Oeste e Sul do Município do Rio de Janeiro divulgado um dia antes pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA), o Quebra-Mar, próximo ao Postinho, local da competição, foi considerado impróprio.

FOTO: http://s01.video.glbimg.com/

Além de poluir as águas de rios e lagos, o homem também contamina a água do mar. Apesar da quantidade de água ser elevadíssima, a quantidade de resíduos que o homem joga é suficiente para causar sérios problemas ambientais nessas áreas, e quem paga o preço por essa irresponsabilidade são os animais marinhos.

Dentre os problemas ambientais que o mar enfrenta, destaca-se a poluição por petróleo. Essa poluição ocorre em razão de acidentes com navios petroleiros (que carregam petróleo) ou então por problemas nas plataformas e oleodutos.
O óleo, ao entrar em contato com a água, não se mistura e forma uma grande película sobre ela. Dessa forma, não ocorre penetração da luz do sol, por isso, organismos que fazem fotossíntese, tais como as algas, podem morrer. Com a morte dos seres que realizam fotossíntese, a água torna-se pobre em oxigênio e também em alimento. A consequência disso é a morte de peixes e de outros animais que participam dessa cadeia alimentar.
As aves marinhas também são bastante afetadas pelos derramamentos de petróleo. Ao entrarem na água para capturar suas presas, ficam impregnadas de óleo e não conseguem voar novamente. Além disso, elas tornam-se incapazes de manter seu corpo aquecido, podendo, inclusive, morrer de frio.

O derramamento de óleo prejudica toda a cadeia alimentar marinha

FOTO: http://www.educacao.cc/

Além do derramamento de petróleo, o lixo jogado no mar é outro problema sério. O acúmulo de plástico, por exemplo, é responsável pela formação de verdadeiras ilhas desse material. Você sabia que diversas tartarugas marinhas morrem todos os anos em decorrência do sufocamento por saquinhos plásticos? Esses graciosos animais confundem as sacolinhas com águas-vivas e acabam sufocados.
Outro problema ambiental relacionado com o ambiente marinho é o derramamento de esgoto doméstico. Esse material pode desencadear a proliferação de algas que produzem toxinas, causando as chamadas florações. O excesso de algas é responsável por uma diminuição do oxigênio da água, e sua toxina é capaz de colocar em risco diversas espécies.

Observe a grande quantidade de lixo acumulada nessa região *

FOTO: http://www.educacao.cc/

Além de toda a questão ambiental causada pela poluição dos mares, temos o fator econômico. Praias poluídas aos poucos vão deixando de ser frequentadas por turistas, uma vez que o risco de doenças, principalmente de pele, aumenta. Outro ponto importante é a população que depende da pesca, que acaba tendo suas atividades afetadas em razão da contaminação dos animais aquáticos.

ATENÇÃO: Você pode fazer sua parte para diminuir a poluição marinha com atitudes bastante simples. Lembre-se sempre de, ao visitar a praia, não deixar lixo na areia, como embalagens de comida, garrafas de bebidas e alguns brinquedos. Além disso, não suje também as ruas, pois a água das chuvas ou o vento podem levar esses produtos para o mar.

Foto de capa: meioambiente.culturamix.com

A onda mais famosa da Espanha está seriamente ameaçada

Um projeto de restauração de praia planeja retirar 40 mil metros cúbicos de areia do banco de areia de Mundaka. Surfistas, é claro, não estão muito felizes com isso.

Mundaka é uma das melhores ondas da Europa. A famosa canhota gira de sua maneira no tranquilo País Basco, onde todos os elementos se reúnem da maneira correta. Suas longas paredes são esculpidas em quase perfeição por uma ondulação forte de noroeste, um vento sul brando, e um banco de areia abaixo da superfície que só acontece por ser criado pelo rio situado no local perfeito para bombear a quantidade certa de areia apenas nos lugares certos. É quase demasiado bom para ser verdade. E está em grave perigo.

“Não importa se você nunca surfou lá. Não importa se você foi uma vez e você foi rabeado, ou se você experimentou a tensão no outside”, disse o cientista surfista local Pedro Liria no Magicseaweed. “Não importa se você é da aldeia, de Getxo, Algorta, Giputxi. Se você está na Federação ou não. Cada surfista precisa juntar as forças para que as instituições sintam que estamos unidos em cuidar do nosso litoral, sabendo que nós representamos milhares de pessoas e postos de trabalho na indústria do surf. A comunidade do surf mundial vai ficar com o País Basco contra qualquer atividade que incorra num risco às poucas ondas de classe mundial que temos.”

FOTO: http://upload.wikimedia.org/

Quarenta mil metros cúbicos de areia é muito. Então, para onde vai ser transferida toda essa areia? A maior parte da Europa foi assolada por tempestades de inverno do ano passado; a ferocidade de algumas delas causou grandes danos e trouxe ondas maciças para a costa do Atlântico. E apenas do outro lado do rio Mundaka está uma pequena praia chamada Laida, que normalmente é visitado por mais de 200 mil turistas todos os anos, mas agora não há praia. Quando a maré alta vem, as bordas do oceano acabam em um vazio de areia da linha da costa. E esses 200 mil viajantes e tantos trazem o seu dinheiro, gastando quase cinco milhões de euros por ano. Isso é um monte de moedas que não fluirão para a economia espanhola, por isso faz sentido que o governo esteja tão empenhado em encontrar uma solução. O problema é que a solução encontrada afeta o que pode ser a maior atração do turismo de surf em toda a Europa. Agora, de acordo com Sancho Rodriguez tornou-se uma briga de “surfistas contra todo mundo”.

“Eu entendo que existe um conflito de interesses”, disse ele em um email. “Diferentes partes têm de coexistir e que Ibarrangelu precisa de uma praia seca, mas eu não acho que nós temos que enfrentar a renda gerada pela onda de Mundaka contra a renda da praia em Ibarrangelu. Mundaka é provavelmente um dos maiores ativos para a indústria do surf europeu, de todo o País Basco”.

 

Como o projeto foi classificada pelo governo como urgente, não haverá nenhum estudo sobre o impacto ambiental que poderá acarretar. Mas se a história (e o bom senso) tem alguma coisa a dizer sobre isso, a onda não será nada parecida com o que é agora. Mais de uma década atrás, um projeto de dragagem removeu cerca de 250.000 metros cúbicos de um estuário para mover um navio recentemente construído para o mar. A draga mudou a direção das correntes e levou à erosão do banco de areia que é em grande parte responsável pela perfeição de Mundaka. Um ano depois, em 2005, o Billabong Pro Mundaka foi cancelado, porque é difícil realizar uma competição de surf onde não há uma onda. E de acordo com o Tourismo Mundaka, a onda traz de 5000 a 15.000 surfistas de outros lugares para a pequena cidade, enquanto a competição traz algo em torno de 30.000. Isso é um monte de dólares de um nódulo em movimento de água.

FOTO: http://wewalking.com/

Felizmente, depois de alguns anos, a natureza seguiu o seu curso. Em 2006, Mundaka estava mostrando sinais de sua antiga glória, e foi considerada saudável o suficiente para sediar a competição novamente. É uma posição difícil para ambos os surfistas e não-surfistas, quanto vale uma onda? Para os surfistas, é impagável. Para não-surfistas, vale menos a pena do que a praia de Laida. E para o governo, é dinheiro que faz, para alguns, sentido falar. Quando se põe no papel, o que é mais importante: o bem-estar econômico de uma região à base de turismo, ou uma onda? Se a praia traz mais dólares de turismo do que a onda, é matemática simples. Então, se a natureza vai depositar areia na barra em poucos anos e a onda vai voltar, é a praia e os dólares do turismo que valem mais a pena do que não ter uma onda por alguns anos?

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FOTO: http://www.turismo.euskadi.eus/

Há, no entanto, as opções que iria apaziguar ambos os lados, mantendo o banco de areia sob a onda e que colocar a areia da praia turística popular. Pedro Liria propôs algumas soluções que fazem sentido, pelo menos para uma pessoa não tão familiarizado com a ciência por trás correntes do rio e do oceano. Uma de suas idéias é construir uma praia de areia artificial, enquanto a outra é ajudar o fluxo natural da areia, criando canais que a direcionam para Laida. Ao longo do tempo, a areia iria fazer o seu caminho de volta para a praia, e o banco de areia permaneceria relativamente pouco afetado, pelo menos de acordo com ele.

Mas parece bastante certo que o trabalho começará como o governo pretende. Ela já começou, na verdade. Portanto, agora tudo o que resta é esperar e ver o que a remoção da areia afetará na mais famosa onda da Espanha. E enquanto ninguém pode saber com certeza até que as ondas comecem a bombear … ou não.

Fonte: The Inertia

Medina fala sobre ser eleito uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time

Eleito uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela conceituada revista norte-americana Time, Gabriel Medina, atual campeão mundial do WCT, trata com naturalidade essa nova e importante menção, mas sabe da responsabilidade que representa.

 Anfitrião dos novos talentos que competirão na Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentada por GoPro, na praia de Maresias, Medina falou sobre o assunto na abertura oficial do evento: “É uma responsabilidade muito grande. Acreditei bastante no meu sonho, treinei, me esforcei e dei tudo o que podia. Graças a Deus consegui alcançar meus sonhos. Então, o que diria é acredite, treine, dê seu máximo, que um dia vai chegar lá.”

Medina em The Box durante o Drug Aware Margaret River Pro. Crédito: Cestari/WSL

Medina é um dos dois brasileiros na seleção da Time deste ano e ocupa a quarta posição entre 12 ícones escolhidos, junto com personalidades como o Papa Francisco. Apesar de não estar lista da revista, seu amigo Neymar foi lembrado pelo surfista como uma pessoa bem influente. E para completar,  nosso  campeão mundial WCT elegeu a pessoa que mais o influencia na vida e profissão: Charles Rodrigues, hoje conhecido como Charles Medina, responsável pela primeira prancha de Gabriel e que também acumula a função de técnico.

Medina também atua como hostess dos 16 finalistas de dez países que disputam o Rip Curl Grom Search Internacional, evento que o projetou no cenário mundial ao vencer em 2010 na Austrália. “Na minha época não tinha ninguém do WCT perto para dar dicas, conversar. Acho bem importante essa interação”, disse Gabriel.

Gabriel Medina com Stephanie Gilmore e os troféus de campeões mundiais da WSL em 2014. Crédito: Masurel/WSl.

 
A Final do Rip Curl Grom Search, apresentada por GoPro, foi realizada em Maresias para homenagear Medina. “O objetivo é colocar a garotada em ondas boas”, fala Fernando Gonzalez, diretor da competição.
Foram 16 candidatos ao título, oito no masculino e oito no feminino. Entre eles, quatro brasileiros, os campeões do Rip Curl Grom Search Brasil de 2014, Samuel Pupo e Kayane Reis, e dois convidados, Heitor Duarte e Lorrana Lima, atletas de São Sebastião. Vale lembrar que Samuca também é surfista local e treina diariamente em frente ao pico do evento. Kayane, que é de Saquarema, é bem experiente e disputou a final internacional em 2014 na Indonésia. Também estarão na disputa Len’s Arancibia (França), Raju Sena (Indonésia), Keru Batle (Nova Zelândia), Kei Kobayashi (Estados Unidos), Max “Rulo” (Argentina) e Roberto Araki (Chile), na masculina, Ariane Ochoa (Espanha), Cintia Hansel (Indonésia), Raiha Ensor (Nova Zelândia), Caroline Marks (Estados Unidos), Jaleesa Vincent (Austrália) e Leilane McGonable (Costa Rica), entre as meninas.
Fonte: RevistaSurfar

Santa Bárbara na Califórnia entra em estado de alerta

Oleoduto rompe na Califórnia e petróleo invade as praias da cidade de Santa Bárbara, colocando o estado em alerta.

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Voluntários enchem baldes de óleo ao longo da costa da Califórnia. (Foto: Lucy Nicholson / Reuters)

Na tarde da última quarta-feira, um oleoduto se rompeu na praia de Refugio, próxima à cidade de Santa Bárbara, na Califórnia, despejando mais de 86 mil litros de petróleo na costa da região.

O encanamento de aproximadamente 18 quilômetros pertence a empresa especializada no transporte de petróleo Plains All American Pipeline e se estende por baixo da areia da praia, de acordo com reportagem do Los Angeles Times.

A guarda costeira iniciou o processo de limpeza da praia e do oceano na manhã da quarta-feira, já retiraram 26 mil litros de petróleo, mas, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, os fortes ventos que sopram na região podem impulsionar o óleo mais para o sul do estado. 

Praia de Refugio, Santa Bárbara (EUA). Foto: Wikimedia Commons

Praia de Refugio, Santa Bárbara (EUA). Foto: Wikimedia Commons

A companhia Plains All American Pipeline ainda tem que fazer uma escavação para chegar até o ponto exato da ruptura da tubulação, que foi instalada junto à linha costeira em 1987.

Santa Bárbara é uma região com intensa atividade petrolífera. Em 1969, um vazamento em uma plataforma na região durou 11 dias e despejou cerca de 15,9 milhões de litros de petróleo no Oceano Pacífico.

Fonte: G1

John John Florence – O menino prodígio

Um dos surfistas mais jovens da liga mundial, conhecido por seus incríveis tubos e manobras aéreas, campeão da Tríplice Coroa Havaiana em  2011 e 2013, abaixo você vai conferir uma breve biografia sobre esse ícone do surf.

Em 1992, Honolulu Havaí, nasce uma promessa do surf mundial, John Alexander Florence ou John John Florence como apelidado por sua mãe. Desde quando era um bebê, já andava de carona na prancha de seu pai. Cresceu no North Shore, em frente a Pipeline, a onda mais famosa e temida do mundo, um local prestigiado pelos surfistas do mundo inteiro e pela liga mundial WSL.

Kelly Slater, que que viu o menino prodígio crescer, diz que Florence, apesar da idade, é muito focado em seus objetivos e sempre consegue alcança-los.

Ganhou a Tríplice Coroa Havaiana em 2011 e 2013, que é um conjunto de três campeonatos de surf realizados nos meses de novembro e dezembro na costa norte da ilha de Oahu, Havaí. O primeiro campeonato é realizado em Haleiwa, o segundo em Sunset e, por último, o Pipe Masters, em Pipeline.

Foi semifinalista em Haleiwa e detonou em Sunset para ficar com o título da etapa , chegando assim à liderança da tríplice coroa. O menino que cresceu nas ondas havaianas e disputou este campeonato em Sunset pela primeira vez aos 12 anos, mostrou facilidade impressionante para se posicionar em um dos outsides mais complicados do mundo.

Confira o vídeo da vitória em 2011:

 

Atualmente com 22 anos, participa do Samsung Galaxy Championship Tour, e ocupa a 7° colocação no ranking mundial. Foi eliminado no 4° round da epata Oi Rio Pro no Rio de Janeiro neste ultimo final de semana, a próxima etapa acontecerá nas ilhas Fiji, mas J.J. Florence ainda tem muito para mostrar e nos deixar de queixo caído.

 

 

 

 

6 Fotógrafos incríveis para você seguir no Instagram

Confira abaixo 6 fotógrafos freelancer envolvidos no mundo do surf para você seguir no instagram

Alex Laurel  – @alexlaurelphotographie

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Foto: @alexlaurelphotographie

Laurent Pujol – @laurentpujol_photographie

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Foto: @laurentpujol_photographie

 

Ryan Miller – @badboyryry_

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Foto: @badboyryry_

 

Carlos Pinto –  @carlospintophoto

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Foto: @carlospintophoto

Daniel Russo –  @_danielrusso_

daniel

Foto: @_danielrusso_

Timo Jarvinen – @gotfilm

timo

Foto: @gotfilm

WSL desembarca em Fiji, confira as baterias da primeira fase

Evento: Fiji Pro

Mulheres: 31 de maio-5 junho

Homens: 7-19 de junho

Local: Ilha de Tavarua em Fiji

Fiji é um lugar incrível para surfar, pescar e até mesmo fazer expedições de mergulho. A ilha de Tavarua é um pouco difícil de chegar, mas o lugar é perfeito para fazer campeonatos. A ilha tem formato de coração, com ondas incríveis e um clima super agradável. Fiji já está acostumada a receber eventos de grande porte da Liga Mundial de Surf. O 11x campeão mundial, Kelly Slater, é um exemplo para todos os surfistas, foi ele que obteve mais vitorias em Fiji e é um dos favoritos ao lado do brasileiro atual campeão do mundo e desta etapa, Gabriel Medina.

Gabriel Medina, campeão mundial e atual campeão desta etapa, tenta se recuperar de uma campanha ruim no tour desse ano. Foto: Reprodução/Instagram

Gabriel Medina, campeão mundial e atual campeão desta etapa, tenta se recuperar de uma campanha ruim no tour desse ano. Foto: Reprodução/Instagram

Um grande e bonito histórico de campeonatos nesse local. E nesse próximo desafio da Liga as ondas prometem estar de 6 até 8 pés. Vai ser ótimo para os surfistas mostrarem suas habilidades em ondas pesadas. Os olhos vão estar voltados para a sensação do ano, Filipe Toledo. Filipinho, como é chamada pelos amigos, vem dando show e já está na vice-liderança da competição, porém, até o momento não tivemos uma etapa em ondas grandes e tubulares. Vamos torcer para que ele mostre que tem potencial e técnica também para as ondas grandes.

Quem você acha que vai ser o campeão da desta etapa? No detalhe os melhores momentos da etapa do ano passado, vencido por Gabriel Medina:

Confira as baterias da primeira fase do Fiji Pro Tavarua:

1. Taj Burrow (AUS), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL);
2. Josh Kerr (AUS), Sebastian Zietz (HAW), Dusty Payne (HAW);
3. John John Florence (HAW), Jeremy Flores (FRA), Brett Simpson (USA);
4. Filipe Toledo (BRA), Kolohe Andino (USA), CJ Hobgood (USA);
5.  Mick Fanning (AUS), Matt Banting (AUS), Wildcard;
6.  Adriano de Souza (BRA), Wiggolly Dantas (BRA), Wildcard;
7.  Kelly Slater (USA), Jadson Andre (BRA), Adam Melling (AUS);
8.  Gabriel Medina (BRA), Matt Wilkinson (AUS), Keanu Asing (HAW);
9. Owen Wright (AUS), Italo Ferreira (BRA), Freddy Patacchia (HAW);
10. Nat Young (USA), Michel Bourez (PYF), Kai Otton (AUS);
11. Julian Wilson (AUS), Joel Parkinson (AUS), Ricardo Christie (NZL);
12. Jordy Smith (ZAF), Bede Durbidge (AUS), Adrian Buchan (AUS).

TOP 3# no CT

Conheça o Ranking da Championship Tour.

Os Melhores Surfistas da Liga.

 

Ranking masculino os melhores são:

1° lugar: Adriano de Souza (BRA)    26,250 pontos

2° lugar: Filipe Toledo  (BRA)       25,700 pontos

3° lugar: Mick Fanning  (AUS)       20,950 pontos

 

No ranking feminino as melhores são:

1° lugar: Carissa Moore (HAW)    34,500 pontos

2° lugar: Courtney Conlogue (USA)    31,700 pontos

3° lugar: Tyler Wright (AUS)       23,400 pontos

 

A WSL renova seu ranking de acordo com os campeonatos. E nesse último campeonato Oi RIO PRO o Filipe Toledo arrebentou. E por pouco não ficou com o primeiro lugar do CT. As mulheres já possuem pontos mais distantes cada uma, e também estão mostrando o valor do surf feminino.

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Imagem – Fonte: www.worldsurfleague.com

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Após 4 etapas, brasileiros dominam o ranking da WSL

Apesar do brasileiro Adriano de Souza ter sido eliminado no 4 round para o neozelandês Ricardo Christie, ainda continua em primeiro no Ranking Mundial da WSL. Em seguida, com uma diferença de 550 pontos vem o atual vencedor da etapa Oi Rio PRO 2015, Filipe toledo, que ontem deu um show com vários aéreos e fazendo a torcida delirar na beira da praia, conseguindo a maior nota da competição no Rio. Confira aqui como foi a disputa com o australiano.
Ranking Masculino
CLASSIFICAÇÃO PONTOS
1° Adriano De Souza (Brasil) 26.250
2° Filipe Toledo (Brasil) 25.700
 Mick Fanning (Austrália) 20.950
4° Josh Kerr (Austrália) 17.450
 Nat Young (Estados Unidos) 16.500
 Owen Right 16.150
 John John Florence (Havaí) 15.500
8° Julian Wilson (Austrália) 15.450
 Taj Burrow (Austrália) 15.200
10° Bede Durbridge (Austrália) 14.200
11° Ítalo Ferreira (Brasil) 12.750
14° Jadson André (Brasil) 11.450
17° Miguel Pupo (Brasil) 9.250
19° Gabriel Medina (Brasil) 9.200