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Sabia que bebês também surfam?

Os pequeninos também entraram nessa onda. Para crianças, e até bebês, o importante é se divertir, por isso eles se adaptam tão bem ao surf. Sem medo e com ousadia eles vão longe.

É muito normal ir até praia e ver crianças com suas pranchas, e muitas vezes até seus próprios pais ensinam aos seus filhos. Acho que o sonho de todo surfista é ter um filho ou filha surfista também. Para isso acontecer deve-se ter em mente a resposta de algumas questões muito frequentes sobre o tema.

Daniel-Templar

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Idade para surfar: Não existe uma idade certa, mas crianças com 3 ou 4 anos já podem começar. Nessa idade elas estarão com o físico mais preparado, entenderão melhor as dicas e vão ter mais equilíbrio. Prova disso é esse vídeo abaixo onde o pai, considerado irresponsável por muitos, leva seu filho bebê de 9 meses para surfar:

Riscos do surf para crianças: Até quando saímos na rua já é arriscado. E como todo esporte, o surf também tem alguns riscos. Porém, com a ajuda de profissionais adequados e orientação, as crianças estarão seguras.

 Malefícios do surf para crianças: Não existe nenhum, pelo contrário, o surf desenvolve o reflexo da criança, desenvolve o preparo físico, aumenta o apetite, desenvolve a capacidade pulmonar e resistência cardiovascular, aumenta o bom humor e leva a criança a ter um comportamento mais calmo.

Se você é pai e não sabe como ensinar seu filho a surfar, não se preocupe. Existem diversas escolinhas de surf que são voltadas para toda faixa etária. Tenha em mente que seu filho(a) irá se divertir e fazer o que gosta. Acompanhe os treinos dele e sempre dê o apoio necessário ao pequeno surfista.

Conhece a onda mais famosa do mundo?

Uma das melhores e mais temidas ondas. A Pipeline se localiza na costa norte na ilha de Oahu no Havaí. Ela possui uma formação de tubo e é repleta de corais muito afiados. Sua expansão tem em média 4 metros de altura, mais ou menos 15 ou 16 pés.

Surfar na Pipeline é um grande desafio para vários surfistas. Infelizmente, alguns não voltaram de lá. Existe uma média de mortes na Pipeline de uma por ano. Porém, mesmo com esses acontecimentos a onda continua linda e muito reconhecida no mundo inteiro.

Foi em Pipeline que Gabriel Medina recebeu a taça de campeão mundial de 2014 das mãos de Mick Fanning. Foto: WSL Kelly Cestari

Foi em Pipeline que Gabriel Medina recebeu a taça de campeão mundial de 2014 das mãos de Mick Fanning. Foto: WSL Kelly Cestari

A melhor época para se surfar lá é no inverno, o vento do Sul facilita a entrada na onda e o melhor desempenho do surfista.

Diversas manobras podem ser realizadas lá, sempre tendo consciência que existe um coral muito afiado e perigoso no fundo dessa onda.  Banzai Pipeline é o pico dos sonhos de todo surfista. Quem consegue pegar uma boa onda lá já pode ser considerado um ótimo atleta de surf.

A onda para a direita é chamada de Backdoor. Julian Wilson venceu a última etapa do tour, o Pipe Masters em 2014. Foto: WSL  Kirstin Scholtz

A onda para a direita é chamada de Backdoor. Julian Wilson venceu a última etapa do tour, o Pipe Masters em 2014. Foto: WSL Kirstin Scholtz

Assistas aqui um pouco da pipeline:

Você sabe para que servem as quilhas?

Quantas quilhas usar na prancha? Essa é a pergunta de vários surfistas no mundo. Primeiramente, devemos saber que quilhas são extremamente importantes para a boa prática do surf. Com elas a prancha fica mais estável e se torna possível fazer manobras. Agora vem a dúvida da quantidade de quilhas que devemos usar em nossa prancha.

Fonte: Facebook Sherif Quilhas

Fonte: Facebook Sherif Quilhas

Monoquilhas (Singles):

São as pranchas de apenas uma quilha. Geralmente usada para pranchas longboards ou pranchas muito antigas. É boa para iniciantes, pois facilita na hora da remada. A pouca velocidade devido ao uso de apenas uma quilha é mais um ponto positivo para os iniciantes.

Biquilhas (Twins):

São as pranchas que possuem duas quilhas. Quilhas que ficam de modo paralelo uma a outra. Também voltada para um surf antigo. Com duas quilhas é possível surfar de uma forma veloz, porém é ruim para fazer as curvas.

Triquilhas (Three Fins):

São as pranchas que possuem três quilhas. Realmente muito rápidas e as preferidas pelos surfistas. São melhores para fazer manobras e entrar em ondas grandes.

Quadriquilhas (Quads):

São as pranchas de quatro quilhas. Sim, quatro. Kelly Slater é um grande adepto as quadriquilhas. Com as grandes ondas elas dão mais estabilização que as demais quilhas.

Agora ficou fácil de escolher quantas quilhas usar. Escolha e divirta-se no surf.

A moda do surf (Surfwear)

Todo dia saímos para o trabalho com aqueles uniformes chatos e desconfortáveis. A obrigação de usar um uniforme padrão se torna entediante ao longo do tempo. Porém, a Surfwear é o oposto dessa tradição.

Obviamente as roupas de surf surgiram primeiramente com intuito de atender as necessidades de vestimenta para o surfista. Roupas para águas frias,roupas que não danificam a prancha,flexíveis para não rasgar e etc. Com esse vestuário de surfista, eles teriam um tipo de uniforme e uma roupa eficiente.

Surgiram as bermudas para surf,as wetsuits. No começo os próprios fabricantes eram os surfistas, roupas geralmente fabricadas de maneira artesanal. Hoje em dia o mercado de surfwear é infinito, com diversos modelos, cores e marcas.

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Fonte: Facebook fotos surf

Agora não só surfistas usam essa moda do surf, muitos jovens e adultos também usam. Esse estilo despojado e arrumado atrai a atenção do público. Hoje se formos ao mercado alguém estará usando alguma blusa ou bermuda de uma marca de surf.

Existem as marcas de surf mais conhecidas como a Rip Curl, Billbong,Mormaii,Quiksilver,Lost e outras. E também tem marca para meninas, a Roxy está sempre atuando no cenário feminino.

Bermudas, blusas, calças, bonés e moletons. Todos voltando com tema surf praia. Aquela roupa que foge do cotidiano chato. Roupa que trás leveza e lembra o contato com o mar e com a natureza.

Se você também é um surfwear, gosta de usar roupas de surf na praia ou na rua, aguarde as próximas tendências. Andar confortável e na moda é a melhor opção.

História do Bodyboard

O Bodyboard teve sua origem na Polinésia. Pranchas Alaia board de madeira koa surgiram por volta de 1778.

As placas de Alaia foram evoluindo, até surge realmente o bodyborad em 1971 por Tom Morey. O morador do Havaí desenvolve um bloco de espuma,usando ferro quente, uma faca elétrica e jornal. Conseguindo assim desenvolver um modelo de prancha de bodyboard parecido com os que temos hoje em dia. Logo no ano seguinte, ele teve ajuda de uma empresa americana na fabricação dessas pranchas.

Tom Morey conseguiu o que queria. Deixar a prancha acessível a todos, com um material seguro, barato, resistente e flutuante. Com isso, rapidamente o esporte se espalhou, sendo muito comum ver pessoas na rua com suas pequenas pranchas de bodyboard de baixo do braço.

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Fonte: Facebook Bodyboarding Brasil

As pranchas ficaram tão boas que existem atletas que surfam até as maiores ondas do mundo com essas pequenas e fortes pranchas. É necessário um bom condicionamento físico e psicológico. Afinal com bodyboard você surfa deitado na prancha e a dificuldade de treinar em ondas grandes é muito elevada. Com muito treino e dedicação é possível se tornar um bom atleta. Os famosos Bodyboarders treinaram muito para chegar ao nível técnico que eles desejam, e buscam sempre se aperfeiçoar cada vez mais.

Assista aqui várias manobras de bodyboard :

 

 

 

Chegando no Outside

Outside, o sonho de todo surfista. Aquela sensação de estar fora da arrebentação, uma paz e calmaria na alma. No outside, podemos aproveitar cada momento da onda sem ela estar quebrada. Porém, para muitos atletas é difícil chegar no outside. Principalmente se o mar estiver um pouco mais agitado.

Muitos surfistas gastam sua energia furando ondas e mais ondas até chegar no outside. Precisamos ter consciência que as ondas vem em serie, que são 3 ou 4 ondas seguidas e depois uma calmaria de poucos minutos. Nesse momento, quando a ultima onda da serie acabar é a hora de começar a remada para chegar no outside.

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Fonte: Faceebok Fotos surf Brasil

Lembre-se que iniciantes não devem tentar ir para o outside, e sim treinar nas espumas perto da areia. E acredite que também será muito divertido.

Para chegar no outside você deve estar bem acostumado com o mar,ter experiência, ter preparo físico para as remadas, estar consciente de como funciona as ondas e surfar em um dia de previsão do tempo adequada e boa para praticar o esporte. Depois de surfar muito na espuma, poderá arriscar ir para o outside. Nas primeiras vezes, se for possível vá acompanhado de um amigo surfista. Um dará dicas ao outro.

Um dia todos chegarão no Outside, e para quem já teve essa experiência pode deixar um comentário aqui no site.

Confira esses vídeos super legais e se inspire:

 

Confira o que aconteceu no primeiro dia do Quiksilver Pro

Dois jovens australianos roubaram a cena no primeiro dia do Quiksilver Pro Saquarema apresentado pela Powerade e surfaram as melhores ondas da quarta-feira na Praia de Itaúna. Mas, o primeiro a bater os recordes do líder do ranking do World Surf League Qualifying Series, Alejo Muniz, registrados durante a manhã, foi o havaiano Dusty Payne, que totalizou imbatíveis 16,95 pontos com notas 8,73 e 8,23. Depois, o convidado da Quiksilver para esta etapa, Micheal Wright, 18 anos, conseguiu nota 9,0 dos juízes em sua  bateria e Ryan Callinan, 22, arrancou um 9,5 na melhor onda surfada nas séries de 3-5 pés da quarta-feira na Cidade do Surf da Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

“Nada mau sair da água com uma nota dessas. É maravilhoso”, vibrou Ryan Callinan, após a vitória sobre o norte-americano Brett Simpson, o espanhol Gony Zubizarreta e o japonês Hiroto Ohhara na 15.a e penúltima bateria do dia. “Eu tive sorte do Brett Simpson ter deixado passar uma onda que ficou muito boa. Eu precisei ser rápido para pegar ela e fiz tudo certo, consegui aproveitar bem a oportunidade. No ano passado foi minha primeira temporada completa no Circuito Mundial e cometi muitos erros, então este ano espero ser cada vez melhor”.

Callinan estava na lista dos 10 surfistas que o Qualifying Series classifica para a elite dos top-34 da World Surf League até a semana passada, quando caiu para o 13.o lugar no ranking. Duas baterias antes dele, o também australiano Micheal Wright surpreendeu um dos favoritos ao título do Quiksilver Pro Saquarema, o top do CT Jadson André, potiguar que acabou perdendo a briga pela segunda vaga da bateria para o paulista Caio Ibelli. Já o australiano surfou duas direitas de forma impressionante para somar notas 9,00 e 7,83 no segundo maior placar do primeiro dia nas ondas de Itaúna, 16,83 pontos.

Ryan Callinan (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

Ryan Callinan (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

“Só em estar aqui já foi um presente e poder ter avançado em primeiro em uma bateria tão complicada foi melhor ainda”, disse Micheal Wright. “A onda veio e eu soube aproveitar o máximo dela. Este mar é sensacional e espero continuar avançando para subir algumas posições no ranking”, completou o jovem australiano de apenas 18 anos de idade, que chegou no Brasil em 357.o lugar no ranking do WSL Qualifying Series.

Ele foi quem chegou mais perto do recorde de 16,96 pontos do primeiro dia, estabelecido pelo havaiano Dusty Payne na décima bateria da quarta-feira, contra o espanhol Aritz Aranburu, que se classificou em segundo lugar para a próxima fase, o havaiano Kiron Jabour e o australiano Cahill Bell-Warren. Payne é um dos quinze surfistas da elite dos top-34 da World Surf League que estão competindo em Saquarema e defende a antepenúltima posição no G-10 do Qualifying Series. Ele surfou duas ótimas ondas que valeram notas 8,73 e 8,23, sendo o primeiro a superar os recordes de Alejo Muniz da manhã da quarta-feira em Saquarema.

Dusty Payne (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

Dusty Payne (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

“Eu tracei uma estratégia antes da bateria e deu muito certo. Percebi que ninguém tinha visto as ondas da direita que estavam se formando e, mesmo sem a prioridade (de escolha da próxima onda), fui atrás e consegui achar boas ondas”, disse o havaiano Dusty Payne, que foi semifinalista no QS 10000 de Trestles, encerrado no último sábado na Califórnia. “Eu estava exausto da viagem e ainda bem que teve aquele “day off” ontem para me recuperar um pouco. Eu dormi praticamente o dia todo e só acordei para pegar umas ondas e conhecer o mar”.

LÍDER DO RANKING – Durante a manhã, o grande destaque foi o catarinense Alejo Muniz, que estreou no Quiksilver Pro Saquarema batendo os recordes do dia até a sua bateria, a sexta da primeira fase. Ele ganhou nota 8,67 na melhor onda surfada até ali e começou a defender a liderança no ranking do WSL Qualifying Series com vitória, surfando boas ondas na Praia de Itaúna. O português Marlon Lipke também foi bem nesta mesma bateria para passar em segundo com uma nota 8,40, a segunda maior entre os 24 surfistas que já haviam competido nos confrontos que abriram o campeonato na quarta-feira de céu nublado em Saquarema.

Alejo Muniz (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

Alejo Muniz (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

“Eu assisti todas as baterias antes da minha e não esperava que ela fosse a que tivesse os scores (notas) mais altos. No finalzinho, o Ramzi (Boukhiam) quase virou a bateria, mas ainda consegui pegar mais uma onda que acabou sendo a melhor do campeonato”, disse Alejo Muniz. “O bom que a minha bateria foi o melhor momento de ondas até agora, então estou muito feliz por ter entrado justamente nesta hora. Eu estou bem focado, tentando surfar bem uma bateria cada vez e este evento aqui é muito importante para minha classificação. Eu quero fazer um bom resultado para ter mais calma e tranquilidade no restante do ano”.

Alejo Muniz saiu da elite dos top-34 no ano passado e está na busca para recuperar o seu lugar entre os melhores surfistas do mundo. Ele começou bem a temporada vencendo o QS 6000 de Newcastle, na Austrália, mas só assumiu a ponta do ranking no primeiro QS 10000 do ano, encerrado no sábado em Trestles, na Califórnia, Estados Unidos. O Quiksilver Pro Saquarema é o segundo evento com pontuação máxima para o ranking que classifica dez surfistas para a divisão principal da World Surf League. Em sua estreia na Praia de Itaúna, o catarinense ganhou um dos confrontos internacionais do primeiro dia contra o português Marlon Lipke, o marroquino Ramzi Boukhiam e o australiano Yadin Nicol.

“É muito bom competir aqui em Saquarema, é um lugar que tem muita cultura no nosso esporte, ótimos surfistas saíram daqui e eu sempre falo que para mim aqui é o melhor lugar de ondas do Brasil”,destacou Alejo Muniz. “É só olhar pro mar e ver essas esquerdas e direitas quebrando perfeitas. Fiquei contente que a comissão técnica acertou em adiar o início do campeonato ontem (terça-feira), por ter esperado para começar hoje e vai ter altas ondas a semana inteira, então com certeza vai ter show de surfe aqui em todas as baterias”.

Depois três vitórias australianas, vieram três brasileiras. A primeira com o paulista David do Carmo, que bateu um ex-campeão desta etapa de Saquarema, o australiano Matt Wilkinson, além sul-africano Beyrick De Vries e o argentino Leandro Usuña. Depois aconteceu um confronto 100% sul-americano que foi vencido pelo potiguar Italo Ferreira, uma das novidades na elite do CT este ano, com o uruguaio Marco Giorgi ganhando a acirrada disputa pela segunda vaga do pernambucano Ian Gouveia e do argentino Santiago Muniz.

“Está um pouco difícil o mar, as séries demorando a entrar, difícil de achar a junção, acertar o lip, mas quando você consegue pegar as boas dá para fazer boas manobras”, disse Italo Ferreira, que falou um pouco da vitória sobre Kelly Slater em sua estreia no WCT na Gold Coast. “Foi uma bateria muito boa contra um cara que eu assistia desde moleque, quando comecei a surfar, então quando eu vi que estava com o Kelly (Slater) na bateria, eu já fiquei pensando que teria que vencer essa bateria para mostrar que eu poderia estar lá entre os melhores. Não vieram muitas ondas, mas consegui pegar umas boas, estava com uma tática legal e deu tudo certo, o sonho foi realizado”.

No primeiro dia do Quiksilver Pro Saquarema foram realizadas 16 das 24 baterias da primeira fase, com a 17.a, do defensor do título desta etapa, Wiggolly Dantas, ficando para abrir a quinta-feira que promete ser de ondas bem melhores na Praia de Itaúna. A primeira chamada foi marcada para as 7h30 e seus adversários serão o também paulista Deivid Silva e os franceses Maxime Huscenot e Medi Veminardi, da Ilha Reunião. Na disputa seguinte, outro campeão em Saquarema estreia na sétima edição do evento que vem sendo realizado desde 2009, o catarinense Willian Cardoso, contra o norte-americano Michael Dunphy, o australiano Tom Whitaker e o português José Ferreira.

O POWERADE apresenta QUIKSILVER PRO SAQUAREMA 2015 é uma etapa do Circuito Mundial da WSL – World Surf League, que conta com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Prefeitura Municipal de Saquarema e apoio da CCR – Via Lagos, Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP), Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação de Surf de Saquarema (ASS). O evento está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com.

João Carvalho – WSL South America Media Officer

(48) 9988-2986 – jcarvalho@worldsurfleague.com

Assessoria do Quiksilver Pro Saquarema:

Roberta Pinto – (21) 980-201-312 – robertamlpinto@gmail.com

 

Fonte e imagens: WSL South America.

 

 

Subindo na prancha

É muito importante ficar em equilíbrio, tentar se posicionar de forma que se sinta confortável e seguro na prancha. Caso não consiga subir na prancha nas primeiras tentativas não desanime, é assim que se começa. Ninguém nasce aprendendo a andar, quem dirá a surfar. Alguns aprendem mais jovens, outros aprendem mais velhos. Todo mundo é capaz de aprender.

Primeiramente passe a parafina em movimentos circulares sempre. Lembre-se que prancha pode ter vários tipos de comprimento e você deve colocar as mãos na parte em que seu peito fica encostado nela, logo em seguida deve impulsionar para cima. Esse movimento deve ser feito com um outro movimento de colocar o pé atrás. Ou seja, impulsionar e se firmar na prancha.

Agora entra a parte de continuar em cima da prancha. Não fique com os joelhos totalmente esticados, e também não fique com os pés juntos. Separe os pés e flexione um pouco os joelhos para melhor segurança na prancha.

Em algum tempo você estará subindo na prancha de forma natural. Vai sentir como se a prancha fosse parte de você. O importante é não desistir. Todo surfista leva alguns caldos, demora um pouco até encontrar o equilíbrio. É como andar de bicicleta, quando se aprende nunca mais esquece.

Erros cometidos por surfistas iniciantes

É muito comum cometermos erros quando estamos aprendendo a surfar. Porém, com o tempo vamos ganhando prática e habilidade no surf.

Veja os principais erros cometidos por iniciantes:

– Começar pensando que é muito fácil. E que no dia seguinte já vai ser um super surfista famoso.

– Tentar aprender com pranchas pequenas dificulta o equilíbrio. O correto é começar com pranchas grandes e largas que são mais estáveis.

– Começar com ondas grandes é um grande. Comece com as pequenas logo na frente da praia.

– Entrar em ondas de outras pessoas (rabiar).

– Esquecer de passar parafina, não é possível ficar em pé sem parafina.

– Não colocar o leashes( aquela cordinha que segura no pé e na prancha do surfista). Leashes servem para a segurança também, para não ocorrer acidentes com surfistas e banhistas.

– Esquecer de colocar as quilhas, não se pode surfar sem quilhas.

– Andar de maneira errada com a prancha, esbarrando em qualquer lugar.

– Tentar ousar muito nas manobras e acabar se machucando.

Efeitos positivos do surf na vida das pessoas

Já perceberam que todos que tem contato com mar e com a natureza se tornam pessoas mais tranquilas? Pois é, o surf contribui muito para o alívio do stress diário. Horas e horas trabalhando e resolvendo problemas cotidianos. As pessoas merecem um momento de paz, um momento para descansar. Quando pensamos em paz, descanso, repouso… Logo surge uma imagem do mar em nossa mente.

O surf não só ajuda no combate contra o stress, também ajuda no combate contra o sedentarismo. Praticar um esporte estando em contato com a natureza é um ótimo aliado para uma vida feliz e saudável.

Quando praticamos surf gastamos muita energia, colocamos nossos músculos para trabalhar, aumentamos nosso reflexo e até nosso equilíbrio, não só físico o equilíbrio emocional também.

Depois do esporte praticado é só chegar em casa e descansar. Com a mente calma e o corpo sem fadiga, percebemos o quando o surf nos fez bem.

Se você não é um atleta competidor, você pode treinar apenas algumas vezes durante a semana, em alguns finais de semana e etc. Deste modo já terá um resultado positivo do efeito físico e psicológico que o surf irá trazer na sua vida.

Para quem não experimentou surfar, não tenha medo. Comece com calma e tenha certeza que trará benefícios em sua vida. E para quem surfa a algum tempo pode deixar um comentário aqui em baixo contando suas experiências benéficas depois que começou a surfar.