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Checando a previsão para ondas

Muitas vezes temos aquela vontade de ir até a praia e surfar altas ondas. Porém, podemos nos decepcionar com o clima do tempo, se a onda não estiver como gostaríamos, não for um passeio bom para família, não podemos nos divertir com os amigos e etc.

Devemos lembrar que ondas são formadas a partir dos ventos e marés. Então, o principal fator para ondas é o clima do tempo. Existem vários locais na internet que dizem o boletim das ondas. Que nada mais é que a previsão de como estarão as ondas naquele dia, isso poupa tempo e é muito recomendado para todos os surfistas.

Observe se o tempo estiver nublado ou chuvoso. Em caso de chuva não entre na água, pois o mar devido a alta salinidade é um ótimo local para atrair raios.

Se o vento estiver muito forte é péssimo para iniciantes, as ondas ficam mais difíceis e instáveis.

Verificar a temperatura da água também se pode fazer no boletim das ondas. Desta forma saberemos qual roupa usar. Em caso de estar acima de 19°graus o surfista não tem com que se preocupar.

Veja também a visibilidade da água, se está conseguindo enxergar as ondas com facilidade. Tudo isso encontrado no boletim das ondas. Não só a visibilidade é um fator importante, mas a formações das ondas, saber como elas estão sendo formadas, se estão com uma formação boa ou regular.

Observar todas essas condições do mar é fundamental para o surfista não ter grandes surpresas ao chegar na praia. Em campeonatos é essencial estudar as ondas antes, de todos os tipos e já ter uma ideia de como estarão as ondas daquele dia.

 

 

Entenda como funciona o WCT feminino (WSL)

Para quem não sabe o WCT é o campeonato mundial de surf. Só que agora em 2015 a sigla mudará para WSL que é World Surf League. Geralmente, olhamos mais para o WSL masculino,porém o WSL feminino tem crescido muito atualmente. A diferença para o masculino é que no feminino a quantidade de atletas é um pouco menor. São 18 atletas sendo que 16 participam e 2 são convidadas (os organizadores definem as convidadas). Agora com essas novas mudanças a do feminino aumentou de 250 mil dólares para 265 mil dólares.

O circuito classificatório para elite será chamado de WSL Qualitifying Series. Não ocorreram muitas mudanças, mas aqui você entenderá um pouco mais de como funciona o WSL.

No 1 round entram 18 meninas em 6 baterias de 3 atletas. Apenas a vencedora dessas baterias que passa logo para o terceiro round. As que ficaram abaixo do sexto lugar vão para uma “repescagem” que são 12 meninas e classificando apenas 6 destas. Essas 6 se juntam com  as outras 6,restando apenas 12 meninas no campeonato.

No terceiro round, são 4 baterias de 3 atletas. Só a primeira colocada se classificará para as quartas de final. Segundo e terceiro lugar vão para uma nova repescagem no round 4, para disputar quem irá competir com as 4 classificadas no terceiro rounds. Vencedoras irão para as quartas de final.

São 8 meninas nas quartas de final com 4 baterias e 4 mulheres se classificam. Depois ocorrerá a semifinal com 2 baterias de 2 atletas . E as duas classificadas irão para final lutar pelo titulo de campeã mundial. E finalmente será escolhida a campeã mundial de surf.

 

 

Aprenda como cuidar bem de sua prancha de surf

Muitas vezes observamos pranchas acabadas, rachadas e com desenho desgastado. Lógico que toda prancha tem um tempo de uso, mas vamos aprender a ter alguns cuidados para prolongar esse tempo de sua prancha.

 

Na praia:

– Deixe sua prancha na sombra, se não tiver sombra pode até ser coberta com areia.

– Observe se as pessoas estão mexendo na sua prancha.

– Não use roupas que tenham pontas de ferro ou qualquer outra coisa que possa danificar sua prancha.

 

Depois da praia:

– Lave sua prancha com água doce para retirar o sal.

– Deixe-a em um lugar sem sol e sem muitas pessoas que possam esbarrar na prancha.

– Coloque sua prancha dentro da capa. Porém,se não tiver uma capa não se preocupe,basta deixá-la em um local seguro.

 

Na viagem:

– Tenha uma capa para sua prancha. É muito comum as pessoas entrarem no ônibus sem capa de prancha, carregar em cima dos carros sem capa estando exposta ao sol e a arranhões em sua pintura. É recomendado usar a capa térmica por ser um pouco mais grossa e resistente.

– Em casos de longa distância envolver a prancha com plástico bolha ou papelão por dentro da capa também é uma boa ideia.

– Não use extensores para amarrar a prancha no rack. Use uma fita que se compra em qualquer loja de surf.

– No rack deixe a região de quilhas para cima (bico para baixo).

 

 

 

Victor Valentim treina forte para alcançar seus objetivos

Nascido na Ilha do Mel, paraíso natural do Paraná, Victor Valentim surfa desde os 4 anos de idade incentivado por toda uma família de surfistas. Seu primeiro campeonato foi aos 7 anos de idade e desde então tomou gosto pelas competições e não parou mais.

Dentre os mais de 50 troféus conquistados, destacam-se:

  • Bi-campeão paranaense iniciante e mirim;
  • Campeão do Kinf OF the groms;
  • Campeão Rip Curl Grom Search;
  • Vice campeão paulista;
  • Vice campeão paranaense profissional 2014;
  • 5° na etapa mundial na França do King of Grom;
  • 5° no Rip Curl Groms Search na Austrália.

Atualmente Vitinho, como é conhecido na Ilha, concentra suas energias no circuito brasileiro profissional, e nos campeonatos estaduais como o paulista e o paranaense profissional.

O atleta, que está prestes a completar 22 anos, conta que tem dificuldades para ir aos eventos principais que gostaria devido a falta de um patrocinador principal. Seu sonho é disputar os eventos do QS (segunda divisão que qualificam os 10 melhores para a WSL), e vem treinando forte para conseguir um patrocínio que de condições para ele buscar uma vaga entre os tops da Liga Mundial de Surf. Interessados podem entrar em contato através do perfil do atleta facebook.com/victor.valentim.9.

Confira o vídeo do atleta quebrando a vala:

Valentim conta com os apoios das empresas CJ Suplementos, Lojas Paralelas, Unimed Paranaguá e Matheus Camargo Shaper.

Samuel Pupo sobra na final mundial do Grom Search

O irmão caçula do top da WSL Miguel Pupo, Samuel Pupo, sagrou-se campeão neste final de semana na praia de Maresias, São Paulo. Com a ilustre presença do anfitrião e atual campeão mundial de surf, o brasileiro Gabriel Medina, Samuel não deu chance aos adversários e mostrou porque é considerado a maior promessa do surf nacional na atualidade.

Os campeões regionais de Austrália, Estados Unidos, Chile, Nova Zelândia, Indonésia e Europa juntam-se assim aos surfistas locais apurados para este importante evento que, curiosamente, já foi vencido por Gabriel Medina. O prodígio brasileiro venceu em 2010 em Bells Beach Austrália.

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Carregado pelos amigos após a vitória. Foto: Reprodução Facebook.

“Estou muito feliz por a minha praia receber esta final. Partilhar a minha praia com estes jovens significa muito para mim. Os groms vão adorar as ondas e os locais vão recebê-los da melhor forma e apreciar o alto nível de surf que vai ser visto”, frisou Gabriel Medina.

Samuel saiu da final muito empolado com a vitória em casa e comentou: “É o melhor campeonato que eu já fiz. É muita felicidade, ainda mais vencer aqui, onde eu moro, feliz por vencer na praia onde mora, estava muito confortável, tranquilo e ficava feliz ao ouvir a galera gritando a cada onda boa que eu fazia. Agora quero continuar surfando e me divertir. As coisas vão acontecendo naturalmente.” E agradeceu a todos os envolvidos na sua conquista: “Quero agradecer a Deus, minha família e meus patrocinadores por transformar meu sonho em realidade.

Parabéns Samuel Pupo! Nós do surf.com.br, assim como os brasileiros fissurados em surf, ficamos orgulhosos com mais essa conquista. Confira abaixo o vídeo de abertura do Grom Search:

 

 

 

Filipe Toledo vence o Oakley Pro na Califórnia

O brasileiro de Ubatuba São Paulo, Felipe Toledo, venceu o francês Jeremy Flores em uma final emocionante e confirmou o favoritismo para o Oakley Lowers Pro 2015.

Filipinho iniciou o evento mostrando a que veio, logo na primeira bateria pegou uma onda para a direita e entre batidas e rasgadas, acertou 3 manobras aéreas. No quarto round ele derrotou o americano Conner Coffin por (16.94 x 14.90), nas quartas de final, derrotou o francês Charles Martin (15.00 x 13.30), na semi final teve que vencer o estiloso havaiano Dusty Payne e na final e na final venceu outro francês, mas dessa vez a vítima foi Jeremy Flores. Empolgado com a vitória o Ubatubense deu entrevista e mandou “um salve pra toda a molecada de Ubatuba e todos seus amigos no Brasil”.

Parabéns Filipinho pela vitória sólida nesse evento e parabéns a todos os brasileiros que fizeram uma excelente campanha no Oakley Pro, especialmente a Alejo Muniz e Miguel Pupo, que foram até o 4° round.

Confira o vídeo exclusivo que a WSL fez do nosso Filipinho:

Lugares perigosos para surfar

 

O mar é lindo e as ondas são lindas. Porém, não são todos os lugares que são propícios para a prática do surf. A beleza muitas vezes engana o que pode estar no local, fique atento.

         Veja o que deve ser observado no local que deseja surfar:

-Se existem animais selvagens e perigosos por perto. Já que muitas praias são localizadas perto de florestas e matas.

-Quais tipos de corais que existem na região, pois uma queda pode causar graves ferimentos.

-Lugares por onde irá passar até chegar à praia do surf. Exemplo: Locais de difícil acesso para carros e que não seja possível caminhar com a prancha nas mãos.

-Se existem correntes inesperadas no local (geralmente avisam em placas).

-Tubarões. Não surfe em locais com tubarões.Muitos surfistas morrem devido à falta de atenção e à falta de importância que dão a esses animais. No Brasil, um dos locais com mais tubarões é o Recife .

-Poluição. Existem praias tão poluídas que são letais para o ser humano. Um exemplo disso é a praia Chowpatty Beach, Mumbai, Índia.

-Grande quantidade de águas-vivas. Os surfistas podem se queimar. E se for do tipo cubo zoários é uma situação mais grave ainda, já que é a água viva mais mortífera existente.

-Praias com vulcões ativos. Nunca se sabe a hora que o vulcão irá entrar em erupção.

 

Existem diversas formas de amenizar esses problemas para os surfistas. Infelizmente, a maior parte do problema é ambiental e por culpa do ser humano. Principalmente o lixo, que é um dos principais causadores de acidentes, afinal nunca se sabe o que pode estar boiando no mar e perto de você. Muitas vezes esses objetos são tão grandes que quebram a prancha, machucam e até cortam os surfistas e banhistas.

Devemos ter consciência do local onde frequentamos para nos banhar e surfar. Com alguns cuidados pode se ter um treino divertido e agradável.

História do Surf feminino.

 Mulheres também surfam!

Hoje em dia é cada vez mais comum ver mulheres em cima de pranchas, em campeonatos e até mesmo em treinamentos voltados para aprender surf(as famosas escolinhas de surf).Em vários esportes a mulher está ganhando seu espaço.E o surf é mais um dos esportes de inclusão do gênero feminino.

Em média faz 100 anos que as mulheres marcam presença nesse cenário surfista. Não só nacionalmente como internacionalmente. A primeira aparição de mulheres nas ondas foi em 1914,a destemida Isabel Letham.Naquela época as pessoas eram muito conservadoras,porém ela desafiou seu pai e foi para as ondas.  Ela foi a Australiana pioneira que surfou com uma prancha,já que na Austrália era mais conhecido o bodyboarding .As pessoas não ficavam de pé em suas pranchas.

Agora devem estar se perguntando. E no Brasil?Quando a mulher teve seu lugar no surf?

Surf feminino e sua história no Brasil.

No Brasil, foi com a Margot Rittscher da década de 60.Uma santista com muita coragem e audácia .Ela surfava com a “tábua havaiana” que na época era uma prancha muito utilizada.Todos devem lembrar  de alguns filmes com aquelas grandes tábuas de madeira.As famosas tábuas havaianas.

Porém, como surgiu o desejo do surf na vida dessa mulher?

Como grande parte dos surfistas o desejo inicial é devido ao amor pela natureza, a água e principalmente o mar. Do mesmo modo foi com Margot,uma mulher que amava o amar e amava estar próxima a ele.

Essas grandes mulheres deram o primeiro passo para a entrada da mulher no surf. Devido ao imenso preconceito na época tudo se tornava muito difícil para fazer o que se amava.Hoje em dia é comum ver uma menina surfando, comprando equipamentos de surf e até mesmo usando gírias tão famosas entre os surfistas.

Na vida a persistência é essencial, e foi assim que elas ganharam espaço na sociedade. Persistindo e lutando para realizar seus sonhos e planos. E graças a essas mulheres uma grande parte da geração foi influenciada, facilitando a continuidade do esporte para as gerações futuras.

Surf não é coisa de homem como muitos dizem. Mulher também surfa. Portanto,não desista no primeiro caixote que a vida te der. Tente alcançar os picos mais altos, as ondas que mais te fascinam. Essa é a essência do esporte e a essência da vida.

 

John John e Jack Robinson´s em The Box

John John Florence resolveu aproveitar a folga do Margaret River Pro e convidou seu amigo Jack Robinson´s para pegar umas bombas em The Box. John John, que vive fazendo maluquices, arrumou um jet para o tow-in e Jack, que estava encarregado por fazer as imagens levou sua gopro, porém, esqueceu de carregar a bateria.

A sorte deles é que o fotógrafo Matt Dunbar estava lá com uma super câmera recentemente adquirida por 40 mil dólares e pasmem, ele teve a coragem de emprestar para Jack fazer as imagens do John John. E disse: “Se você estiver num mar desse tamanho e tivesse que emprestar uma câmera de 40 mil dólares, seria pra esses dois”. E completou: “Não deixe escapar a câmera Jack!”. Fotos: Matt Dunbar e imagens postadas no Instagram dos surfistas:

 

 

Mineiro vence Slater no 4° dia do Margaret River

O 4° dia de competição do Drug Aware Margaret River Pro foi intenso para os competidores que tiveram que encarar ondas grandes e cavadas que exigiram drops em queda livre. Confira os melhores momentos das quartas de final que deram destaque ao brasileiro Adriano Mineirinho ao vencer nada menos que o 11x campeão mundial Kelly Slater. A próxima chamada para o evento é hoje as 20h no horário de Brasilia, confira quem são os 4 semi-finalistas da competição:

John John Florence X Nat Young

Taj Burrow X Adriano de Souza