Arquivos da categoria: Free Surf

Vídeos e matérias sobre o surf fora das competições.

A prancha sem quilhas

O surfista Derek Hynd australiano já foi um dos melhores surfistas na década de 80, mas um trágico acidente marcou sua história. Deixando o surfista cego de uma vista devido a uma vaca, a quilha de sua prancha bateu em sem olho esquerdo.

Desde então, Derek começou a pesquisar mais sobre pranchas e flutuação, inventou uma prancha sem quilhas. Com um desing todo especial, a prancha foi feita para ajudar no equilíbrio sem o uso de quilhas e realmente deu certo. Nem todas as tentativas de Derek tiveram sucesso, mas finalmente conseguiu aprimorar a prancha sem quilhas para que realmente funcionasse.

Foto: Divineia surf clube.

Foto: Divineia surf clube.

Pelo que consta, a prancha realmente é muito boa, Derek afirma que possui muito mais velocidade sem o uso de quilhas. E sim, é possível realizar diversas manobras com essa prancha super moderna.

A maior diferença é no posicionamento do surfista na prancha, ele não pode mais ficar em pé. Deve ficar agachado, flexionando os joelhos para melhor equilíbrio na prancha.

Será que são as pranchas do futuro? Ou será que é apenas mais um novo estilo? Deixe sua opinião nos comentários.

Imagem: Cenasurf.com, divaneiasurfclube.

Tempestade no mar

Muitos surfistas gostam de pegar ondas com uma chuvinha, sem sol, um vento, acham que as ondas ficam maiores e melhores. Não faça isso, tempestade e chuvas no mar podem ser extremamente perigosas. Ninguém gostaria de colocar a vida em risco no mar.

Devido a alta salinidade das águas, o mar é o maior condutor para raios que existe. E quando um raio atinge o mar ocorre uma dispersão de carga elétrica por toda aquela parte em milésimos de segundos. O suficiente para “tostar” uma pessoa.

Ocean storm , vejasp.abril

Ocean storm , vejasp.abril

Portanto, se começar a chover saia rápido do mar. Jamais veja relâmpagos e continue surfando. Não queremos acidentes em um esporte que é tão saudável. Muitas vezes até as competições são canceladas devido ao mau tempo.

Nas praias, geralmente existem os salva-vidas, porém nesses casos com raios é muito difícil conseguir socorrer uma pessoa a tempo.  Eles geralmente fazem a função de socorrer de afogamentos ou acidentes que geram lesões e etc.

A natureza possui uma beleza incrível, mas devemos conhecê-la muito bem antes de exploramos todos os recursos que ela nos oferece. No caso de tempestade e raios pode ser muito perigoso mexer com a natureza.

 

Imagens- Fonte: vejasp.abril, fotosefotos

Vida nos EUA e oito patrocínios: Filipinho já é ”Popstar” do surf

Encerrada no último domingo (17), a etapa carioca do circuito mundial de surfe (WSL) foi de Filipe Toledo. Não apenas por ter vencido e por ter assumido a segunda posição na classificação da temporada, atrás apenas do compatriota Adriano de Souza, mas por ter dado uma demonstração prática de uma evolução extremamente rápida de status. O paulista de 20 anos, caçula da disputa, já recebe tratamento de popstar: tietes, vida nos Estados Unidos e oito patrocinadores.

Filipinho vem de uma família tradicional no esporte. Ricardinho Toledo, pai e mentor do surfista, foi profissional da modalidade e conquistou dois títulos brasileiros no início da década de 1990.

A família dos surfistas vive desde o ano passado em San Clemente (Califórnia), onde o assédio sobre Filipinho ainda é incipiente. “A molecadinha já conhece, mas ele tem bastante tranquilidade por lá”, relatou Ricardinho.

No Brasil, o assédio também é bem recente. Nascido em Ubatuba, Filipinho foi campeão mundial sub-16 da ISA (Associação Internacional de Surfe, na sigla em inglês) em 2011. No entanto, só passou a ser um nome mais conhecido fora do esporte em 2015, depois de um bom início no WSL e da visibilidade que o circuito ganhou no Brasil após título mundial conquistado no ano anterior por Gabriel Medina, 21.

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WSL / Kelly Cestari

Medina, aliás, é o melhor parâmetro para falar sobre Filipinho. O atual campeão mundial também é badalado desde cedo na modalidade, mas explodiu na campanha que rendeu o título de 2014. Hoje tem 11 patrocinadores e uma imagem popular fora do surfe.

Segundo pesquisa publicada em março pelo instituto Ibope/Repucom, o título mundial de surfe alavancou de forma considerável a popularidade de Medina. Levantamento feito com 6 mil pessoas em território nacional em março de 2015, que avaliou 300 celebridades locais e outras 300 internacionais, atribuiu nota 85,26 ao surfista no quesito awarness (reconhecimento) e 79,75 em influência. Em outubro do ano anterior ele tinha obtido 35,31 e 65,27 nos mesmos atributos.

O efeito Medida pôde ser medido nas areias da Barra da Tijuca, onde a etapa carioca do WSL foi realizada em 2015. O surfista foi eliminado na terceira rodada, mas pessoas se aglomeraram até o último dia de evento na frente da sacada do prédio em que ele estava hospedado.

Só que Medina não despertou apenas curiosidade. A vitória do brasileiro em 2014 produziu algo parecido com o “efeito Guga” no tênis – ganho de popularidade que a modalidade teve após sucesso de Gustavo Kuerten, que chegou a ser número 1 do mundo.

A primeira demonstração disso é a relação com patrocinadores. Medina chegou a ter a carreira administrada pela IMX, joint venture entre a gigante global de comunicação IMG e o empresário Eike Batista, e lançou até uma marca própria. Nem assim, porém, chegou perto do sucesso comercial trazido pelo desempenho de 2014.

Filipinho aproveita um pouco essa onda. Já são oito marcas no portfólio do paulista. A última foi a montadora Jeep, que disponibiliza carros para ele usar durante o circuito.

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FOTO: Rafael Reis/UOL

Filipe Toledo não é Gabriel Medina

O sucesso recente aproximou as trajetórias de Filipinho e Medina. Ambos são paulistas, foram criados por famílias apaixonadas por surfe e conseguiram ainda novos resultados expressivos no circuito mundial. As semelhanças, contudo, não vão muito além disso.

Filipinho é especialista em ondas pequenas – exatamente o que os surfistas encontraram no Rio de Janeiro. É um atleta especialista em aéreos, manobras que ele costuma ver em vídeos. Medina tem um repertório um pouco mais eclético.

Além da questão técnica, há uma diferença de perfil. Medina é menos expansivo – fala mais baixo, com uma expressão e um discurso que flertam em muitos momentos com a timidez.

A etapa carioca do WSL serviu como demonstração disso. Antes de entrar na água, Medina tentou fazer um ritual de concentração na areia. Nas semifinais, por outro lado, Filipinho dispensou até o jet-ski que o levaria até o local da competição. Em vez disso, preferiu correr na areia, com o público em volta.

Nova geração vira esperança para “salvar” o surfe

A geração que conta com Medina e Filipinho tem sido chamada de “Brazilian Storm”. É algo que chama atenção até dos surfistas de outros países. “Eles são muito unidos. É quase como se fosse um time”, declarou no início da semana passada o australiano Mick Fanning.

A ascensão deles é uma espécie de reação para o surfe brasileiro. O circuito nacional da modalidade era chamado Supersurf até 2009 e tinha apoio de marcas de grande porte, mas perdeu parceiros e teve de se reinventar. Surgiu em 2010 o Brasil Surf Pro, que era bancado majoritariamente pela Petrobras. Dois anos depois, porém, a estatal saiu para concentrar esforços em modalidades olímpicas.

Essa queda atingiu um ponto drástico em 2014, ano em que o circuito brasileiro distribuiu a menor premiação em 15 anos (R$ 240 mil). Por questões financeiras, não houve etapas no Rio de Janeiro ou no Nordeste.

Fonte: UOL

Big Wave Surfing

O Big Wave Surfing é só para os melhores e desbravadores surfistas de ondas gigantes. Esse esporte consiste em nada menos que surfar as maiores ondas do mundo. Um dos esportes mais perigosos e que podem colocar facilmente em risco a vida de um atleta.

Como remar até uma onda gigante? É praticamente impossível, então o surfista é levado em um Jet-sky até a onda de metros e metros de altura. Uma onda assustadora para qualquer um, mas que gera muita adrenalina para outros.

Fonte: abcnews.go

Fonte: abcnews.go

Existem também os famosos caçadores de ondas gigantes. São aqueles surfistas que se programam para a tão esperada onda gigante. Pensam na cheia da maré, na formação de tempestades, no boletim das ondas e etc.

Se você que for ou quer ser um caçador de onda gigante tenha muito cuidado. Ondas gigantes são incríveis, mas muito perigosas também. Tenha certeza que você é um bom profissional antes de arriscar surfar umas dessas belezas da natureza.

Se já surfou uma onda gigante ou é um praticante do Big Wave Surfing deixe seu comentário aqui. Compartilhe essa experiência com nossa equipe do Surf.com.br. Assista ao melhor brasileiro no surf de ondas gigantes, Carlos Burle e amigos, surfando em Nazaré, Portugal:

Imagens/Fonte: abcnews.go.com, gohawaii.com

Matt Meola voa para completar o primeiro Spindle Flip 540

Quando você pensa que o mundo do surf progressivo está definido, que os atletas atuais do tour já dominam todas as manobras existentes e que não há mais nada a inventar que dê certo, vem um free surfer havaiano pra la de talentoso mostrar que estamos todos enganados. Assista à manobra e mais abaixo não deixe de ver o vídeo completo:

Matt Meola mal sabe explicar ou definir a manobra. Perguntado sobre como seria o nome da manobra ele diz: “Eu não sei se é o nome ideal, mas estou chamando de Spindle Flip 540”. Spindle Flip 540 é uma variação do back flip, porém como nem mesmo seu criador sabe defini-la, deixamos para vocês darem um nome a ela. Como você acha que essa manobra deveria se chamar?

Abaixo você confere o vídeo completo do surfista que chacoalhou o mundo do surf com sua invenção:

2015 Big Wave Awards: Official Trailer

Um olhar sobre os maiores grandes passeios que chamaram a atenção do mundo e será apresentado no evento de estréia da temporada. Confira o trailer oficial com as maiores ondas do planeta feito pela WSL.

Primeira mulher no surf

Isabel Letham foi pioneira para o surf feminino. Ela começou a surfar na década de 20, e seu mestre do surf foi o tão famoso surfista da época Duke Kahanamoku o norte-americano. Duke nunca tinha surfado na Austrália que era a terra de Letham, foi então nesse momento que se conheceram.

O pai de Letham era carpinteiro e então Duke que não resistia as ondas do local pediu para ele fizesse uma prancha de pinho australiano. Duke então surfou e arrasou nas ondas, chamando a atenção de todos do local que ainda não conheciam o surf em pé. Foi nesse momento que Duke chamou Isabel Lethan para surfar, a menina com um grande talento quebrou os paradigmas da sociedade antiga, que dizia que uma mulher não poderia fazer certos esportes e muito menos aparecer de forma tão grande para sociedade.

Isabel Lethan

Isabel Lethan

Isabel Lethan ensinou pelo resto de sua vida as pessoas a terem esse contato com o mar, a nadar, a praticar esportes dentro dele. Porém, foi o surf que fez Isabel Lethan entrar para história como o primeiro nome do surf feminino, servindo de referencia e impulso inicial para mais garotas praticarem o esporte com determinação, não se importando com os padrões impostos pela sociedade.

Melhor roupa de Surf do mundo

A eleita por várias vezes seguidas como a melhor roupa de borracha para o surf é roupa da Rip Curl. Que é uma grande patrocinadora dos atletas famosos do surf.  Essa roupa é a Ebomb Pro Zip Free que é 10% mais quente, 30% mais flexível e 20% mais leve que as outras roupas.

Feita com neoprene E4 a roupa faz um grande sucesso no mercado. Os surfistas além de precisarem ter um material muito bom para treinar e competir, é necessário ter um desing bonito para atrair a todos.

Ebomb Pro Zip Free  Black

Ebomb Pro Zip Free Black

Surfar com conforto e elegância é o que a Rip Curl oferece. Agora com a chegada do inverno vários modelos de roupa de surf estão sendo lançados, e outra boa opção é a Wetsuit Rip Curl SteamerJr Ebomb CZ Ls.

Não só a Rip Curl tem excelentes roupas para surfwear. A Mormaii, Oakley, Quikslver,Reef e etc também possui peças de excelente qualidade. Qualquer uma dessas marcas são muito bem recomendadas, e lembre-se que é muito importante um material de roupa adequado para surf. Principalmente se estiver em águas muito frias ou praias com corais.

Assista ao vídeo da Rip Curl :

J.J Florence veste a camisa rubro-negra antes do jogo contra o Sport

John John Florence foi eliminado no round 5 do Rio Pro, quarta etapa do Circuito Mundial de Surfe. Ele caiu para o brasileiro Italo Ferreira, que chegou às semifinais, mas perdeu para Filipe Toledo, campeão na praia da Barra da Tijuca e agora vice-líder do ranking. Neste domingo, o havaiano trocou o mar pelo Maracanã, vestiu a camisa do Flamengo e vai torcer pelo time carioca contra o Sport, pelo Campeonato Brasileiro.
JJ Florence camisa flamengo maracanã surfe (Foto: Reprodução/Twitter)

JJ Florence veste a camisa do Flamengo no Maracanã (Foto: Reprodução/Twitter)

Depois de quatro etapas, John John Florence ocupa a sétima colocação na classificação do Circuito Mundial. O brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, lidera, seguido por Filipe Toledo, em segundo, e Mick Fanning, em terceiro. A próxima etapa do Mundial será em Fiji, de 7 a 19 de junho. Confira o ranking do Mundial masculino.

Conheça o Jet Surf

Já pensou em ter uma prancha motorizada? Pois é, o Jet surf está inovando o mercado tecnológico das pranchas. São feitas em fibra de carbono e com um motor de propulsão com Hidro Jato. Pranchas motorizadas que atingem até 60 km/h. Não são muito pesadas, possuem apenas 15 kg, deste modo é fácil transportar o equipamento.

A criação surgiu de engenheiros da Fórmula-1, que fazem motores paras carros de corridas e etc. Porém, essa ideia de prancha com motor é antiga. Difícil foi encontrar os instrumentos necessários para fazer uma prancha ideal, portátil e que realmente funcionasse. Além disso, esses novos equipamentos foram pensados para não causar grandes danos ambientais. Toda uma estrutura montada antes de realmente começar a comercialização do Jet Surf.

fonte: snob.mx

fonte: snob.mx

Ainda é um pouco difícil ver Jet surf pelo Brasil, até porque é difícil encontrar peças para manutenção por aqui. Porém, o produto já está à venda e custa em torno de 27 mil reais. Um pouco caro ainda, mas com a expansão do Jet Surf pela America Latina deve ficar em um preço mais acessível.

Surf motorizado. Será que é a nova onda? Deixe seu comentário caso você tenha ou queira ter uma experiência com o Jet Surf.