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Promoções do site mais surf do Brasil

Primeiro backflip de back filmado da história

O nome dele é Hector Santamaria, um aerialista até então pouco conhecido dos brasileiros. O Porto-riquenho aparece no vídeo mandando manobras insanas e acrobáticas. Tenta por diversas vezes esse backflip de back e acerta no finalzinho.

Frontflip? Backflip? Something else? You tell us! 🏄 @hector__santamaria #PuertoRico Video by @burgerena

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É estranho porque, de back, ele vai como quem vai dar uma batida e chuta sentido a praia e bico pro céu. Muito louco, assistam e tirem suas próprias conclusões.

Veja o vídeo completo abaixo:

Após sofrer ataque de tubarão, surfista havaiana vai ser mãe

Filha de pais surfistas, nascida no Havaí em 1990, Bethany Meilani Hamilton é um exemplo de superação diante do surf profissional. Em 2003, sobreviveu  a um ataque de tubarão no qual teve seu braço amputado . Em 2004, descreveu sua experiência em sua autobiografia ”Soul Surfer: A true Story of faith, family, and fighting to get on the board” ou em português, ” Soul Surfer: Uma verdadeira história de fé, família e a luta para voltar para prancha”.

Assista o trailer:

Bethany conta que quando pegou sua primeira onda, ainda criança, teve certeza do que ela queria ser na vida, uma surfista profissional, ou seja, ”filha de peixe, peixinho é”, nada a iria impedir, foi amor a primeira vista.

FOTO: http://backtochurch.com/

Mas no mesmo ano em que ela conseguiu patrocínio pela Rip Curl, uma tragédia acontece no North Shore. Bethany foi surfar de manhã ao longo de Tunnels Beach, Kauai com a melhor amiga Alana Blanchard, o pai e o irmão de Alana, Holt e Bryan. Cerca de 7h30 da manhã, um tubarão-trigre a ataca, arrancando seu braço esquerdo. Ela havia perdido mais de 60% de seu sangue e estava em choque hipovolêmico ficando entre a vida e a morte.

FOTO: http://sloblogs.thetribunenews.com/

Mas apesar do ocorrido, não deixou se abalar e não desistiu de seus sonhos. Inicialmente, ela adotou uma prancha feita sob medida, que foi mais longa e um pouco mais grossa do que o padrão e tinha uma alça para o braço direito, tornando-o mais fácil de remar, e ela aprendeu a chutar mais para compensar a perda de seu braço esquerdo. Depois de ensinar a si mesma a surfar com um braço, no dia 10 de janeiro de 2004, ela entrou em uma competição importante, ficou em 5° lugar. Mas em 2005, se supera e fica em 1° lugar na NSSA National Competition.

Vitórias

Sem título

 

 

Atualmente, mostra que nem a gravidez é capaz de pará-la. Com um barrigão de seis meses de gestação, a campeã de surfe continua encarando ondas gigantescas e com muita disposição!

FOTO: http://i2.irishmirror.ie/

1° Episódia da série – Perdidos no paraíso – Fernando de Noronha

Equipe Seaway exibe primeiro episódio da trip em Fernando de Noronha.

No primeiro episódio da série “Lost in Paradise”, a Seaway exibe imagens dos atletas Douglas Silva, Wallace Júnior e Gabriel Vilarinho em ação durante uma trip a Fernando de Noronha.

Foto de capa: surfguru

APÓS ATAQUE DE TUBARÃO, SURFISTA SEGUE EM ESTADO CRÍTICO E PRECISA DE DOAÇÕES

O surfista Chris Blowes, de 26 anos, ainda se recupera do grave ataque de um tubarão branco de seis metros, ocorrido no mês de abril, a cerca de 40 quilômetros ao sul de Port Lincoln, na Austrália. O australiano surfava a 350 metros da praia, em um pico conhecido como “Right Point”, em Fishery Bay, quando foi surpreendido pelo animal, que arrancou parte de sua perna (da coxa para baixo). Ele precisou ser reanimado na ambulância e foi transferido de helicóptero de Port Lincoln Hospital para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Royal Adelaide Hospital, em Adelaide, cidade com mais recursos para atendê-lo. Por conta do incidente, ele perdeu 90% do seu sangue, segundo o surfista australiano Dion Atkinson. O estado de Chris ainda é delicado e ele quase perdeu a vida depois de ficar 90 segundos sem pulsação.

Uma campanha de doações foi aberta no portal “Indiegogo Life”, e já arrecadou US$ 12.649,00 (R$ 38.186,06) até o momento da publicação desta matéria. A ideia é atingir a quantia de US$ 15.000,00 (R$ 45.283,50) para ajudar no tratamento do Blowes.

FOTO: Facebook

Atkinson, que terminou a última temporada na elite do surfe em 28º lugar e hoje disputa o ranking de acesso, reforçou o pedido em suas redes sociais.

– Depois de perder a sua perna esquerda, não ter pulsação por 90 segundos e perder 90% do seu sangue, ele tem sorte de estar vivo. Chris tem uma grande batalha pela frente e precisa da sua ajuda. Um fundo foi aberto para ajudar na sua recuperação. Por favor, doe se for possível e espalhe a mensagem para o mundo. Haverá também um leilão no próximo mês para ajudá-lo, então, doações são bem-vindas. Todos os que já estiveram na água no sul da Austrália sabem que isso (ataque de tubarão) pode acontecer com qualquer um. Por favor, ajude – disse Atkinson em seu perfil no Instagram.

Fonte: surfguru

Gabriel Medina lança campanha do agasalho

O campeão mundial Gabriel medina ao lado de sua mãe Simone, lançam Campanha do Agasalho 2015 do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.

Nós do site Surf.com.br também apoiamos essa campanha! Participe e doe calor para quem precisa!

Mais informações no site www.campanhadoagasalho.sp.gov.br

Veja o vídeo abaixo sobre a campanha com o garoto propaganda Gabriel Medina:

Como a nação brasileira mudará a cara do Surf

Surf está mudando. O Brasil está no caminho de se tornar o novo EUA, se o Rio Pro é um indicador, o surf está procurando uma mudança cultural em popularidade, e, ao mesmo tempo, ele está procurando uma mudança na forma como ele é percebido pelo público não-surfista.

Durante anos, o negócio do surf era (e ainda é, na verdade) dominado por pessoas brancas. Apesar de suas raízes na cultura havaiana, as maiores empresas de surf foram criadas por pessoas brancas. Os melhores surfistas eram, na maioria, brancos. Empresas comercializando para um público branco, em vez de uma audiência surf. Era um enigma estranho: o mercado era em grande parte branco porque as empresas faziam marketing para eles, e o mercado ficou em grande parte branco pela mesma razão. Eles criaram e impuseram o estereótipo do surfista, simplesmente aderindo ao que tinham construído. Mas tudo isso está mudando agora.

Nos últimos anos, o Brazilan Storm (tempestade brasileira) fez do mundo da competição, bem … uma tempestade. Embora tenham havido muitos antes dele, foi Gabriel Medina que abriu as comportas, e o resto do mundo não está nem perto de fazê-las fechar. Este ano, Filipe Toledo tomou as rédeas, e enquanto o ano está longe de terminar, ele está aparentando um claro favorito.

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FOTO: WSL

Até poucos anos atrás, o racismo tinha mais ou menos deixado a arena do surf, tirando umas poucas exceções. Houve o desastre de Otis Carey, onde Nathan Myers escreveu uma linha em uma edição da Australian Surfing Life que foi, ao menos, uma escolha horrível de palavras. No ambiente como o que foi criado pelos meios de comunicação sociais em que, se a oportunidade se apresenta, qualquer indiscrição, não importa o quanto inocente que ela possa ter sido, será julgada à luz mais dura possível, a escolha de palavras é uma coisa muito importante. Mas o racismo no surf como um todo foi bastante limitado aos anos 80.

Isso vem de um tempo muito longínquo. Lá de quando Duke Kahanamoku estava em processo de se tornar o pai do surf moderno, foi para a América numa parada em seu caminho para os Jogos Olímpicos de 1912 na Suécia. Era o início do século, bem antes da América e o resto do mundo começar a perceber o quão ridículo é o racismo. Embora ele estivesse competindo em um cenário mundial, ele foi recusado em hotéis e restaurantes. Então, anos mais tarde, em 1972, e no meio da era do apartheid da África do Sul, Eddie Aikau não foi capaz de se hospedar num hotel em Durban porque a sua pele não era da cor certa. Em seguida, houve o desastre Otis Carey. Nathan Myers escreveu uma linha em uma edição da Australian Surfing Life que foi, se nada mais, uma escolha horrível de palavras que se transformaram em uma guerra racial. Há um milhão de outros exemplos, mas o suficiente para dizer, a conversa do racismo no surfe ainda está muito vivo. E quando Medina começou a sua campanha pelo título mundial no ano passado, o pote começou a ferver.

FOTO: WSL

2014 foi um ano ruim no surfe, ou, dependendo de seu ponto de vista, um ótimo ano. Foi ruim, porque a corrida de Medina para o pódio expôs uma verdade feia sobre o surfe: o racismo corre desenfreado nos fóruns de comentários e nas praias. Ele se transformou em uma mentalidade “nós contra eles”. Mas foi um bom ano porque um brasileiro ganhou um título mundial e a bola começou a rolar para um país cheio de fãs mais fanáticos do que nunca para pôr os pés na praia. Veja a caminhada de John John Florence até a praia na sua bateria no quinto round no Rio Pro. Mesmo em Pipeline, onde John John é um filho legítimo de toda a ilha, nunca houve tamanha tietagem. As lágrimas rolaram pelo rosto das pessoas quando eles esticaram as mãos para tocá-lo. Fãs adoradores gritavam com um fervor quase religioso. Isso nunca aconteceu antes em uma escala tão grande na história do surf. Quando Medina voltou para casa no ano passado como um campeão, ele foi recebido com adoração normalmente guardada para estrelas do rock.

O Brasil, tal como está agora, é o mais nação mais apaixonada pelo surf do planeta. E o surf nunca teve uma chance melhor de romper com suas raízes anarquistas do que agora, e apesar de muitos surfistas, inclusive eu, não querer que o surfe se torne um esporte do tipo FIFA ou CBV, o negócio do surfe competitivo mais que definitivamente quer.

O Brasil é um país que tem a competição entranhada nele. O país vê o surfe de forma diferente do que o resto do mundo. É mais esporte do que arte, mais competição do que passatempo. E para aqueles que comercializam o surfe, está parecendo um ótimo lugar para se investir.

FONTE : The Inertia

Alterações nos confrontos em Fiji, Confira!

Líder do ranking mundial, Adriano de Souza, o Mineirinho, não irá mais enfrentar o compatriota Wiggolly Dantas e um atleta convidado na estreia pela quinta etapa do Circuito Mundial, de 7 a 19 de junho, em Tavarua, nas Ilhas Fiji. Após uma mudança nas chaves divulgadas pela Liga Mundial de Surfe (WSL), o paulista do Guarujá defende a liderança diante do australiano Adrian Buchan e um surfista convidado na sexta bateria da primeira fase. Atual campeão mundial e defensor do título em Namotu, Gabriel Medina terá pela frente na bateria oito Jadson André e o “aussie” Adam Melling em busca da reabilitação rumo ao bi mundial. Ele ocupa atualmente a 19ª posição e teve como melhor resultado um quinto lugar em Bells Beach.

Gabriel Medina Surf Fiji (Foto: S. Robertson / ASP)

Gabriel Medina busca recuperação na etapa do CT em Fiji, onde defende o título (Foto: S. Robertson / ASP)

Vencedor de duas etapas na temporada, Gold Coast e Rio de Janeiro, o vice-líder do ranking Filipe Toledo encara o argentino naturalizado brasileiro Alejo Muniz e o australiano Matt Banting, estreante na elite, na quarta bateria. O taitiano Michel Bourez ainda se recupera de uma lesão na mão, após se machucar em Teahupoo, no Taiti, a mais temida bancada de corais do mundo. Por conta da queda, ele precisou se submeter a uma cirurgia e abdicou da última etapa, o Rio Pro, onde havia se sagrado campeão, no ano passado.

Estreante na elite, Wiggolly Dantas poderá ser uma das surpresas em Fiji. Natural de Ubatuba, Guigui é praticamente criado nas ondas pesadas do North Shore havaiano, como Pipeline, paraíso do surfe onde passa longas temporadas desde a infância. Na estreia, ele tem uma pedreira: o “aussie” Mick Fanning, tricampeão mundial, e outro atleta a ser definido pela triagem.

CONFIRA AS BATERIAS DA 1ª FASE EM FIJI

1: Taj Burrow (AUS) x Sebastian Zietz (HAV)  x Dusty Payne (HAV)
2: Josh Kerr (AUS) x Jeremy Flores (FRA) x Brett Simpson (EUA)
3: John John Florence (HAV) x Kolohe Andino (EUA) x C.J. Hobgood (EUA)
4: Filipe Toledo (BRA) x Matt Banting (AUS) x Alejo Muniz (BRA)
5: Mick Fanning (AUS) x Wiggolly Dantas (BRA) x TBD
6: Adriano de Souza (BRA) x Adrian Buchan (AUS)  x TBD
7: Kelly Slater (EUA) x Miguel Pupo (BRA) x Glenn Hall (IRL)
8: Gabriel Medina (BRA) x Jadson Andre (BRA) x Adam Melling (AUS)
9: Owen Wright (AUS) x Matt Wilkinson (AUS) x Keanu Asing (HAV)
10: Nat Young (EUA) x Italo Ferreira (BRA) x Freddy Patacchia Jr. (HAV)
11: Julian Wilson (AUS) x Joel Parkinson (AUS) x Kai Otton (AUS)
12: Jordy Smith (AFS) x Bede Durbidge (AUS) x Ricardo Christie (NZL)

Fonte: G1

Kelly Slater – A LENDA

Um dos profissionais mais prestigiados na história do surf, detentor de inúmeros títulos mundiais, hoje com 43 anos, continua participando da liga mundial e servindo como influência para novos competidores.

Infância

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FOTO: http://gooutside.com.br/

Slater nasceu em Cocoa Beach, Flórida (EUA) em 1972, teve seu contato com o surf muito precocemente. Aos seis anos de idade na categoria infantil, já ganhava vários campeonatos e se consolidou como a revelação do surf.

Por volta de 1982, venceu quase todas as competições de Menehune para jovens até 12 anos. A partir daí, não parou mais, venceu tudo e todos.

Carreira

FOTO: ASP Robertson

FOTO: ASP Robertson

Aos 20 anos em 1992, ganhou seu primeiro título mundial, o Rip Curl Pro Landes, na final contra o australiano Gary Elkerton.

Também venceu o WCT (World Championship Tour) em 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 2005, 2006, 2008, 2010 e 2011. Sendo assim, o surfista com o maior número de títulos mundiais da história do surf.

Slater foi um achado para mídia esportista e um centro de atenções para os holofotes, já namorou estrelas como Pamela Anderson, Cameron Diaz e até mesmo a brasileira Gisele Bündchen. 

Atuou no cinema em vários filmes e seriados, como o clássico BayWatch, interpretando um surfista. Confira o vídeo abaixo:

 Records

  • Recordista de vitórias na carreira: 56
  • Recordista de vitórias no WCT: 54
  • Vitórias na mesma temporada: 7 (96), com Damien Hardman e Tom Curren
  • Recordista de Títulos Mundiais: 11 (1992, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 2005, 2006, 2008, 2010, 2011)
  • Recordista de Títulos Mundiais consecutivos: 5 (1994-1998)
  • Recordista de vitórias no Pipe Masters: 7 (1992, 1994, 1995, 1996, 1999, 2008 e 2013)
  • Recordista de vitórias consecutivas no Pipe Masters: 3 (1994-1996)
  • Título Mundial por antecipação: campeão na 9ª das 11 etapas (em Mundaka em 2008)
  • Campeão Mundial mais jovem da história: 20 anos (1992)
  • Campeão Mundial mais velho da história: 39 anos (2011)
  • Vencedor mais velho de um etapa: 41 anos (em Billabong Pipe Master em dezembro de 2013)
  • 2 vezes fez a maior pontuação em uma bateria: 20 pontos de 20 possíveis (na final no Tahiti em 2005; quartas de final no Volcom Fiji em 2013)

Muitas águas ainda vão rolar para Slater, atualmente está disputando o WSL 2015 e ocupa a 13° colocação no ranking mundial.

A Próxima etapa acontecerá nas ilhas Fiji, entre os dias 31 de maio a 19 de junho, um local que fez história para Kelly. Então os brasileiros que se cuidem, pois o mar já tem dono e a LENDA pode retornar.

 

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