Surfistas aproveitam a folga para treinar em Fiji

Enquanto a comissão da WSL decide adiar o evento por mais um dia, provavelmente até sexta-feira (quinta as 16:30 para nós no Brasil), quando tem previsão de swell, alguns surfistas como Kelly Slater e Josh Kerr aproveitam para testar seus equipamentos e treinar nas ondas de Restaurants:

Foto: Respondek

 

Irmãos Chumbinho dominam Itacoatiara

Texto: João José Macedo

Nos dias 30 e 31 de maio a praia de Itacoatiara foi palco de um verdadeiro show de surf na abertura do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. No sábado ondas de 1,5m a 2,0m, pesadas e intensas desafiaram os melhores surfistas de Niterói e de diversas cidades do Estado do Rio de Janeiro. Os atletas das categorias Open e Master demonstraram muita disposição e atitude no canto do Pampo.

Lucas Chumbinho. Campeão Open da 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Guilherme Milward

As previsões se confirmaram para o domingo, o mar abaixou e quebraram boas ondas de um metrão, com ondulação de sudoeste e brisa de terral. A chuva fina ao longo do dia não desanimou o público na praia, que pode acompanhar disputas emocionantes dentro da água.

Foram registradas duas notas 10 no evento. Uma foi para o saquaremense Lucas Chumbinho, revelação brasileira na última temporada havaiana, que na decisão da Open saiu de um tubo que parecia impossível de ser completado. Com o título na etapa fez dobradinha com seu irmão João Vitor Chumbinho, que foi o campeão da Junior. A outra nota máxima foi para o catarinense Matheus Herdy, sobrinho do Guilherme e filho do Alexandre, que surfou um tubo profundo e ainda acertou um aéreo reverse, em sua vitória na final da Iniciante.

João Vitor Chumbinho. Campeão Junior (Sub-18) da 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Guilherme Milward

Niterói recebeu um grande contingente de surfistas de fora da cidade, como Búzios, Saquarema, Rio de Janeiro, Arraial do Cabo, Cabo Frio, e dos estados de Santa Catarina, Paraíba e Ceará. Desta vez a competição municipal também contou com duas presenças internacionais, do argentino Gaspar Larrangneguy, e da revelação mundial Kian Martin, sueco, que sempre morou em Bali e é filho de pai brasileiro.

O competidor Marcos Uberlan se machucou em um treino no domingo, nas ondas tubulares do meio da praia. Mais uma vez a presença da ambulância da Unimed foi fundamental, pois prestou pronto atendimento de qualidade, dando 6 pontos na perna do atleta.

Milton Morbeck. Campeão Master (acima de 35) da 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015.Foto: Guilherme Milward

Mesmo com muitos representantes de Niterói nas finais de quatro categorias, todas as cinco disputadas foram vencidas pelos visitantes, o que demonstra imparcialidade do julgamento nos campeonatos da ASN. Foram duas vitórias para Saquarema, duas para o Rio de Janeiro, e uma para Florianópolis.

Lucas Chumbinho não deu chances para seus adversários na final da Open ao completar um tubo nota 10. Com isso ele faturou um final de semana com direito a um acompanhante na Pousada Itamambuca Casa de Praia, e largou na frente na corrida pelo título do ranking, que vai premiar com 10 dias de hospedagem no Ulau Manua Resort Mentawai, com direito a alimentação e barco, e três diárias de gravação de vídeo em super câmera lenta no litoral fluminense, com edição de um teaser pela MR Sport Films. O paraibano Leo Morais, que já havia vencido um campeonato da ASN em 2008, abriu bem a bateria, mas sofreu a virada, terminando na segunda colocação. Os niteroienses Pedro Todaro e Marco Antonio Cofrinho, mostraram conhecimento do pico ao enfrentar as diferentes condições ao longo do campeonato, e terminaram respectivamente em terceiro e quarto.

Vitor Ferreira. Campeão Mirim (Sub-16) da 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Guilherme Milward

O carioca Milton Morbeck foi o campeão Master no Circuito ASN 2014. Ele começou bem o ano, venceu a primeira etapa e ganhou uma passagem para o Peru, oferecida pela Avianca e AIT Operadora de Turismo. O big rider saquaremense Patrick Reis teve uma chance no minuto final e por menos de meio ponto não conseguiu a virada, e permaneceu em segundo. O competitivo Rafael Mignani ficou em terceiro, com José Eduardo Manier, outro representante local, em quarto.

Pódio Open: Lucas Chumbinho (1), Leo Morais (2), Pedro Todaro (3), Marco Antonio Cofrinho (4). 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Pedro Rodrigues (MR Sport Films)

João Vitor Chumbinho manobrou com força em uma direita e recebeu 8,5 em sua maior nota para vencer a Junior. Matheus Rodrigues começou liderando, sofreu a virada, lutou até o fim e terminou em segundo. O cearense de Paracuru Janninfer Sousa se mudou para o Rio de Janeiro há poucos meses, participou do campeonato em Itacoatiara, fez uma boa campanha e garantiu o terceiro lugar. O carioca Victor Soares completou a decisão na quarta colocação.

Pódio Iniciante (Sub-14): Daniel Templar (4), Kian Martin (2), Matheus Herdy (1), Danilo de Souza (3). 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Pedro Rodrigues (MR Sport Films).

Vitor Ferreira, campeão brasileiro Iniciante em 2014, mudou de categoria neste ano e venceu uma bateria de alto nível em sua estreia na Mirim. João Vitor Quintanilha de Arraial do Cabo surpreendeu em toda competição com apresentações consistentes e garantiu o segundo lugar. Matheus Herdy não repetiu a boa atuação da Iniciante e terminou em terceiro. Daniel Templar de Saquarema é frequentador assíduo da ASN e finalizou em quarto.

Pódio Mirim (Sub-16): Vitor Ferreira (1), Daniel Templar (4), Matheus Herdy (3), João Vitor Quintanilha (2). 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Guilherme Milward.

Matheus Herdy buscou extrapolar os limites durante todo evento. Na final da Iniciante ele encontrou um belo tubo e acertou um aéreo reverse na junção para receber a nota 10 unânime dos juízes, e com outra onda 6,5 também fez o maior somatório da competição. Kian Martin mostrou que a intimidade com as ondas da Indonésia foi importante para ele se adaptar as ondas de Itacoatiara. Ele encaixou três boas manobras em uma direita e garantiu a segunda colocação. O niteroiense Danilo de Souza ficou em terceiro e Daniel Templar em quarto.

Ao término do campeonato, em clima de amizade e descontração, todos os envolvidos estavam satisfeitos com o desfecho do evento. Mais uma vez Itacoatiara mostrou seu potencial, com ondas pesadas e desafiadoras no primeiro, e condições perfeitas para competição no dia decisivo.

Pódio Junior: João Vitor Chumbinho (1), Matheus Rodrigues (2), Victor Soares (4), Janninfer Sousa (3). 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Pedro Rodrigues (MR Sport Films).

A segunda etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015 está agendada para os dias 25 e 26 de julho, na tradicional praia de Itacoatiara.

O Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015 tem patrocínios das Lanchonetes Compão, Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Niterói, Unimed Leste Fluminense, Ulau Manua Resort Mentawai, Avianca, AIT Operadora de Turismo, MR Sport Films, Pena, Hot Buttered, Pousada Itamambuca Casa de Praia, Northwindpro, Hillstone, Todaro, André Cebola Shaper e Pranchas Bou.

Matheus Herdy nota 10. Campeão Iniciante (Sub-14) da 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015. Foto: Pedro Rodrigues (MR Sport Films).

Foto de capa: Matheus Herdy.
Campeão Iniciante (Sub-14) da 1a Etapa do Circuito ASN Compão / Secretaria de Esporte 2015.
Foto: Guilherme Milward.

Sally Fitzgibbons vence – Assista as 5 melhores ondas do Fiji Pro Feminino

A australiana Sally Fitzgibbons, 24 anos, conquistou o bicampeonato no Fiji Women´s Pro e entrou na briga pelo título mundial do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour. Sally atacou as esquerdas de 6-10 pés em Cloudbreak na quinta-feira com manobras potentes de backside para derrotar a sul-africana Bianca Buitendag, 21 anos, que também foi vice-campeã no Oi Rio Pro, com duas notas na casa dos 9 pontos. A havaiana Carissa Moore, 22, continua em primeiro no Jeep Leaderboard, mas a disputa na próxima etapa será fase a fase com a norte-americana Courtney Conlogue, 22, e Fitzgibbons passa a ter chance matemática de liderar o ranking com outra vitória em Huntington Beach, de 27 de julho a 2 de agosto na Califórnia, Estados Unidos.

Sally Fitzgibbons (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Eu estou esgotada e as lágrimas saíram”, disse Sally Fitzgibbons. “Estou estes dois dias com dores ainda (estourou o tímpano esquerdo competindo na terça-feira), mas apenas fui pegando as ondas que o oceano mandava pra mim e estou muito feliz. Era importante ter uma vitória nesta fase do circuito e crédito para a equipe médica que me atendeu aqui. Em face da adversidade, esta é definitivamente uma das vitórias mais especiais que eu já tive”.

Para competir com um tímpano estourado nas séries pesadas de 6-8 pés da quinta-feira em Cloudbreak, Fitzgibbons procurou escolher bem as ondas e manobrar forte porque não tinham muitos tubos. Em sua quarta tentativa na bateria final, a esquerda abriu a parede para mandar uma série de três manobras explosivas de backside e ganhar nota 9,23. Bianca Buitendag reagiu com 6,90 e 7,50 em duas ondas seguidas, mas a australiana pegou outra onda boa para repetir o ataque de três manobras fortes com pressão e velocidade para receber 9,33 que selou a vitória por 18,56 a 14,40 pontos.

“Todos esses anos de treinamento e força mental me ajudaram hoje (quinta-feira)”, disse Fitzgibbons, que subiu da sexta para a terceira posição no ranking com os 10.000 pontos da vitória em Fiji. “Eu realmente tenho uma ligação com o oceano aqui em Fiji, as ondas são poderosas e desafiadoras e me derrubaram algumas vezes hoje também, mas tentei só relaxar e continuar tentando. Você apenas tem que trabalhar bastante porque é isso que todas as meninas estão fazendo e acabam me empurrando pra treinar e treinar cada vez mais para acompanhar o nível delas”.

A sul-africana Bianca Buitendag não conseguiu achar boas ondas para repetir as ótimas atuações do caminho até a sua segunda final consecutiva no Samsung Galaxy WSL Championship Tour. Ela foi a única a ultrapassar a casa dos 18 pontos duas vezes na quinta-feira de mar difícil em Cloudbreak. Venceu a australiana Nikki Van Dijk, 20 anos, nas quartas de final por 18,03 e atingiu 18,40 na semifinal contra a francesa Johanne Defay, 21, recordista do último dia com os 18,60 que totalizou na quarta fase. Bianca Buitedang também foi vice-campeã no Oi Rio Pro perdendo a final para Courtney Conlogue, mas subiu da nona para a sexta posição no ranking das cinco etapas completadas nas Ilhas Fiji.

Bianca Buitendag (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Foi um dia incrível para o surf feminino e estou muito orgulhosa da Sally (Fitzgibbons) também”, disse Bianca Buitendag. “Ela é uma verdadeira guerreira e mereceu esta vitória. Claro que estou um pouco decepcionada por não vencer de novo, mas foi um grande evento da World Surf League para nós. Tivemos excelentes ondas e as meninas impressionaram. Para mim, outro segundo lugar me coloca em ótima posição para o restante da temporada”.

 

5 Melhores ondas do evento

A UM PASSO DO PARAÍSO – O último dia do Fiji Women´s Pro começou com a definição das quatro últimas vagas para as quartas de final na rodada das perdedoras da terceira fase. Logo na segunda bateria, a líder Carissa Moore acabou eliminada pela norte-americana Lakey Peterson, 20 anos, por 0,07 no placar encerrado em 14,67 pontos. Bom para a sua compatriota, Courtney Conlogue, que poderia competir em casa no Trestles Women´s Pro com a lycra amarela do Jeep Leaderboard se vencesse sua próxima bateria, só que ela também perdeu para Johanne Defay e permaneceu em segundo no ranking.

A francesa também ficou a um passo do paraíso, mas na outra ponta da tabela de classificação, por um lugar no grupo das dez primeiras colocadas que são mantidas na elite das top-17 da World Surf League para o próximo ano. Johanne mostrou muita atitude em arriscar grandes manobras de backside nas esquerdas de Cloudbreak para despachar a segunda e a terceira colocadas no ranking, Courtney Conlogue e Tyler Wright, 21 anos, respectivamente. Precisava passar para a final para tirar a décima posição da havaiana Coco Ho, 24, mas a francesa não conseguiu superar Bianca Buitendag e ficou em 11.o lugar, seguida por Silvana Lima, 30, em 12.o.

“A Bianca (Buitendag) surfou muito bem e pegou as ondas certas na bateria, então mereceu ir pra final”, disse Johanne Defay. “Foi uma grande bateria, ela é uma das minhas melhores amigas, as ondas estavam perfeitas, notas altas e estou feliz por ter surfado bem nesse lugar incrível. Agora vou voltar pra casa para treinar e já estou ansiosa para a próxima etapa”.

Foto: Kirstin Scholtz / WSL

DESFALQUES NO FIJI PRO – Depois do taitiano Michel Bourez, mais dois surfistas tiveram que cancelar suas participações no Fiji Pro por contusões, o havaiano John John Florence e o sul-africano Jordy Smith. Eles foram substituídos pelo espanhol Aritz Aranburu e o australiano Jay Davies, com as alterações provocando mudanças nas baterias da primeira fase. O prazo começa no domingo e Kelly Slater agora vai abrir a quinta etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour com o também norte-americano Kolohe Andino e o brasileiro Alejo Muniz.

O próximo brasileiro a competir nos tubos de Cloudbreak é Wiggolly Dantas na terceira bateria, com os australianos Josh Kerr e Jay Davies. O vice-líder do ranking, Filipe Toledo, estreia na seguinte com outro australiano, Adrian Buchan, e o norte-americano Dane Reynolds, um dos convidados do Fiji Pro. Depois tem Adriano de Souza com a lycra amarela do Jeep Leaderboard na sexta bateria contra Kai Otton e o surfista que se classificar numa triagem entre fijianos.

Na sétima, entra o atual campeão mundial e defensor do título desta etapa nas Ilhas Fiji, Gabriel Medina, fazendo sua primeira apresentação contra o francês Jeremy Flores e o norte-americano C. J. Hobgood. Os outros integrantes da “seleção brasileira” do WCT estão escalados nas últimas baterias. Miguel Pupo na nona com o americano Nat Young e o irlandês Glenn Hall, Jadson André na décima com Julian Wilson e Adam Melling e Italo Ferreira na 12.a e última com o também australiano Joel Parkinson e o havaiano Fredrick Patacchia.

O Fiji Pro será transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pela Fox Sports para a Austrália, com coberturas especiais também pelo MCS Extreme na França, EDGE Sports na China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios, com a TV Globo sendo a nova parceira da World Surf League no Brasil.

—————————————————————————————

João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

Veja como ficou o resultado final e o ranking do feminino após esta etapa:

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO FIJI WOMEN´S PRO:

Bicampeã: Sally Fitzgibbons (AUS) por 18,56 pontos (notas 9,33+9,23) – 10.ooo pontos

Vice-campeã: Bianca Buitendag (AFR) com 14,40 pontos (7,50+6,90) – 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 16.83 x 3.33 Lakey Peterson (EUA)

2.a: Bianca Buitendag (AFR) 18.40 x 16.97 Johanne Defay (FRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 5.200 pontos:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 17.06 x 11.34 Laura Enever (AUS)

2.a: Lakey Peterson (EUA) 12.57 x 11.73 Tatiana Weston-Webb (HAV)

3.a: Johanne Defay (FRA) 13.00 x 4.26 Courtney Conlogue (EUA)

4.a: Bianca Buitendag (AFR) 18.03 x 9.57 Nikki Van Dijk (AUS)

QUARTA FASE – Vitória=Quartas de Final / Derrota=9.o lugar com 3.300 pontos:

1.a: Laura Enever (AUS) 13.67 x 9.00 Coco Ho (HAV)

2.a: Lakey Peterson (EUA) 14.67 x 14.60 Carissa Moore (HAV)

3.a: Johanne Defay (FRA) 18.60 x 10.76 Tyler Wright (AUS)

4.a: Bianca Buitendag (AFR) 14.70 x 12.36 Malia Manuel (HAV)

TOP-10 DO RANKING JEEP LEADERBOARD DA WORLD SURF LEAGUE – 5 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 37.800 pontos

2.a: Courtney Conlogue (EUA) – 36.900

3.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 29.600

4.a: Lakey Peterson (EUA) – 27.300

5.a: Tyler Wright (AUS) – 26.700

6.a: Bianca Buitendag (AFR) – 26.250

7.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) – 23.500

8.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 22.800

9.a: Malia Manuel (HAV) – 21.950

10.a: Coco Ho (HAV) – 20.300

12.a: Silvana Lima (BRA) – 16.850

Confronto Masculino

Os homens já estão à espera da primeira chamada para o início do campeonato. As baterias ficaram assim:

Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

1.a: Kelly Slater (EUA), Kolohe Andino (EUA), Alejo Muniz (BRA)

2.a: Taj Burrow (AUS), Matt Banting (AUS), Aritz Aranburu (ESP)

3.a: Josh Kerr (AUS), Wiggolly Dantas (BRA), Jay Davies (AUS)

4.a: Filipe Toledo (BRA), Adrian Buchan (AUS), Dane Reynolds (EUA)

5.a: Mick Fanning (AUS), Ricardo Christie (NZL), Aca Ravulo (FJI)

6.a: Adriano de Souza (BRA), Kai Otton (AUS),

7.a: Gabriel Medina (BRA), Jeremy Flores (FRA), C. J. Hobgood (EUA)

8.a: Owen Wright (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Dusty Payne (HAV)

9.a: Nat Young (EUA), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL)

10: Julian Wilson (AUS), Jadson André (BRA), Adam Melling (AUS)

11: Bede Durbidge (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Keanu Asing (HAV)

12: Joel Parkinson (AUS), Italo Ferreira (BRA), Fredrick Patacchia (HAV)

 

 

Melhor amigo de Ricardinho faz homenagem em vídeo

Em sua conta no Vímeo, o cinegrafista e melhor amigo do surfista assassinado Ricardo dos Santos, deixou a mensagem abaixo:

“Me faltam palavras para descrever o quanto você me inspira amigo, espero te ver denovo um dia e te agradecer por tudo que você fez por mim. Te amo irmão..

LENDAS NUNCA MORREM.. DESNCANSE EM PAZ RICARDINHO!” Bruno Zanin.

Foto: Reprodução Facebook.

Surfistas iniciantes, trips e extraterrestres

As vezes as pessoas me perguntam: “Qual a graça de entrar na água gelada, tomar um monte de onda na cabeça, pegar uma onda, remar para fora novamente, e ficar nesse ciclo por horas?” Eu sempre digo que cada um tem uma preferência, a minha e a de mais de 3 milhões de brasileiros é o surf. Esse contato direto com a natureza é fascinante. A expectativa das ondas aumentarem, aquele final de tarde em que você está na surfando e a lua cheia começa a nascer, para mim não existe coisa no mundo dos esportes mais maluco e linda do que isso. Tem ainda as amizades, a praia, e a vibe da galera do surf, que é contagiante.

Mas se você ainda não entende qual é a graça do surf, pense se falássemos aqui sobre o Curling. Assista a jogada que deu o título à equipe de Pat Simmons:

Bicho de outro mundo

Surfista é ser meio que de outro mundo, um extraterrestre. A pessoa conhece o mar, é apresentado a uma prancha, desliza sobre uma onda, toma vários caldos e pronto, está feita a urucubaca. O sujeito fica perpléxo, atônito, apaixonado por um esporte que até pouco tempo era conhecido por “esporte de maconheiros e desocupados”. Alguns até desistem por demorar na evolução, mas a maioria se empenha e curte o crescimento diário, afinal de contas, não é todo esporte que te dá a oportunidade de apreciar a natureza dentro dela própria quanto esse.

Evolução Tartaruga

Para aqueles que assistem um vídeo do John John Florence, Gabriel Medina ou Filipe Toledo, e acham que vão detonar logo no primeiro dia, peço que tenham mais paciência, a evolução é lenta e até meio frustrante. Quem já passou por isso sabe! Você vai precisar de perseverança, insistência, paciência e treino, muito treino.

Um dia de cada vez. Num dia, o posicionamento para a remada fica melhor, mais a frente, você consegue se equilibrar melhor na prancha distribuindo seu peso sobre ela. No outro, descobre que o peso dos joelhos na rabeta é bem importante para não ficar com o tórax quase no deck da prancha e não afundar o bico para não imbicar e rachar o nariz na areia. Outro dia você já não cambaleia tanto ao sentar na boia (prancha), depois já consegue furar uma onda com mais facilidade, passar a rebentação, fazer o primeiro drop e aí meu amigo, aí é só alegria!

Uma vez que a pessoa consegue se posicionar na parede da onda e deslizar por ali com fluidez ou mesmo que meio desengonçado, já tá bom demais, fica amarradão, posta foto em tudo que é lugar e sai contando até para a avó que mandou um aéreo 540 back flip sem grab e completou completou sem problemas,

Loucuras pelo surf

O surf é tão viciante que as vezes a gente se pega pensando em fazer a maluquice de acordar as 4h da manhã, enche o carro – na maioria de macho (cueca) – e percorre 100, 200 ou mais quilômetros em busca de uma ou duas horas de diversão, em busca da onda perfeita, aquela que fica na memória por dias, meses, anos, décadas na sua cabeça. A vibe, a camaradagem, o clima da trip, o medo de não acordar e perder a barca… tudo isso faz parte do dia-dia de um surfista urbano, ou do trabalhador que mora na praia mas conta os dias para poder pegar aquela onda no final de semana ou acorda antes do nascer do sol para poder ter seu momento mágico com a natureza, os amigos e sua prancha, que também é muitas vezes é confundida ou carinhosamente chamada de namorada.

Fazer uma trip para Bali é o sonho de todo surfista, inclusive deste que vos escreve. Assista o vídeo/documentário de uma das trips mais sonhadas por nós surfistas, sonhadores, curtidores da natureza e apreciadores de uma boa cerveja:

Mas nem tudo são flores, a bancada rasa de coral cobra pelas ondas perfeitas e tubulares. As vezes o preço é bem alto e dolorido:

Gostou da matéria? Da um like e compartilha! Queremos receber sua sugestão sobre qual o tema que vocês estão interessados. Curtam nossa fan page e entrem em contato dizendo sobre o que gostariam de ler aqui no portal do surf.

Foto de capa: Chris Immler

Federação Paranaense anuncia 1° etapa

Após alguns desentendimentos dentro da própria Federação Paranaense de Surf, o circuito do estado volta a respirar com a promessa de algumas etapas em 2015. Pelo Facebook, a federação anunciou a primeira etapa, leia abaixo as diretrizes do campeonato divulgado agora a pouco:

Restrições e limites de idade em cada categoriaparanapro

Profissional:sem restrições de idade

Mirim: nascidos de 1999 em diante, inclusive

Iniciante: nascidos de 2001 em diante, inclusive

Feminino: sem restrições de idade

Master: Acima de 35 anos completos

Infantil: Nascidos de 2005 em diante, inclusive

Curitiba: Residentes em Curitiba mais de 3 anos com comprovante de residência ( água/luz/telefone/carne de Iptu)

Universitários: Matriculados em escolas de ensino superior-em cursos de graduação/pós graduação/ mestrado ou doutorado- apresentação de carteira de estudante ou comprovante de matrícula de 2015.

A Federação Parananense de Surf, informa a todos os atletas que a filiação 2015, será cobrada a partir da 2 etapa, sendo assim, somente atletas filiados poderão participar das demais etapas do circuito paranaense. Calendário das próximas etapas será divulgado brevemente.

O valor para filiação 2015 será no valor de R$ 50,00 por atleta, caso algum atleta quiser pagar a filiação nesta etapa, solicitar informação no centro técnico do evento em Matinhos nos dias 13 e 14 de junho.

Diretoria FPS.

Foto de capa: Gustavo Moitah (FPS). Surfista: Peterson Crisanto, o campeão profissional em 2014, mandando um Super Man durante a última etapa.

 

Surfistas caem na porrada, precisa disso?

Pois é, infelizmente existe também no meio surfístico. Se você ainda não presenciou dois surfistas ou mais partindo para a agressão física após uma onda roubada (rabeada) ou uma discussão no out side, deve ser porque você não surfa em um local concorrido, um point break ou em uma comunidade onde existem os locais que tem por direito, pegar as melhores da série. E isso não está escrito em nenhum lugar não, quem viaja atrás das melhores ondas deve saber que mesmo os que se posicionam bem no pico e estão na preferência tem lá suas limitações, ou entra aquela regra nada agradável, a regra da Porrada!

Regra básica da preferência

Afinal de contas, regras são para serem cumpridas. A da preferencia diz: “o surfista que estiver mais próximo da espuma, pode remar que a onda é sua.” Opa, nem sempre! Certa vez eu estava num point break, onde a correnteza é muito forte, e tive que entrar bem longe do pico para me posicionar antes da galera que lá estava. Ao chegar minha vez, com posse da preferência, remei despreocupado na onda da série, porém, um local gritava sem ter a preferência: “Não rema Car*#@ho!!Não rema Car*#@ho!!Não rema Car*#@ho!!” E eu, mesmo estando certo, achei melhor esperar outra do que entrar em conflito com o local marrento.

Nem mesmo o top da WSL, Jeremy Flores, escapa das encrencas. Ele arrumou briga com um local enquanto surfava na Austrália em 2011.

Nem mesmo o top da WSL, Jeremy Flores, escapa das encrencas. Ele arrumou briga com um local enquanto surfava na Austrália em 2011.

Tabu do localismo

O localismo é discutido a anos desde que formavam gangues no Hawaii para controlar o acesso as ondas do local, lá eles chegaram a matar surfistas que não respeitavam suas ordens. No Brasil, existem locais com forte discriminação a todo e qualquer surfista que não seja morador do local, nem mesmo vizinhos. Isso prejudica e tira o brilho do esporte. Surf é diversão, liberdade, companheirismo, e tantas outras coisas boas que a natureza nos oferece. Infelizmente sempre tem os ignorantes que passam dos limites.

Como Agir

Se você chega num pico que não conhece ninguém, a melhor coisa a fazer é se posicionar mais ao lado do vala onde ficam os locais. Temos que reconhecer que os locais tem a preferencia, apesar de isso ser uma injustiça com quem se posiciona bem, é assim que acontece e para evitar brigas ou ser expulso da praia, a melhor coisa a fazer é ficar longe dos encrenqueiros e pegar suas ondas tranquilamente. Como já foi dito aqui, rabeador passa mal.

Brigas filmadas

Dentre as brigas documentadas temos esses dois japoneses que tiveram algum atrito na água e quando já estavam prontos para ir pra casa se estranharam:

Nesse vídeo um bodyboarder entrou na onda de outro surfista com a preferencia e se deu mal:

Em Florianópolis, volte e meia acontece uma briga por causa de onda:

E você já presenciou alguma briga na praia? Conte-nos como lida com o localismo e o que acha de deve ser feito por locais e visitantes.

King Of The Groms vai pagar 20 mil dólares ao vencedor

A caça para encontrar o melhor moleque surfista do mundo. Serão três rodadas emocionantes e uma final mundial exclusiva. Então… Você quer ser o rei?

Se você tem entre 12 e 18 anos? Você pode ser o King Of The Groms! Se você vive no planeta Terra e sobe numa prancha de surf, é hora de começar seus melhores vídeos. Você precisa de pouco, basta ter uma conta no Instagram para o Round 1 e ter menos de 18 anos antes do dia 16 de novembro de 2015.

Talvez você queira os US$ 20.000 do título. Ou, os US$ 10.000 como vice-campeão. Talvez fique feliz com um dos mil dólares em cheques que o vencedor de cada desafio pode ganhar. Para você, talvez a glória esteja na coroa. Mas o verdadeiro vencedor é qualquer Grom que esteja nos TOP 10.

A rodada final será realizada num secret, num ambiente de surf competitivo nunca visto antes. Esta vai ser uma experiência que os finalistas vão se lembrar para sempre. Vai colocá-los no mapa. E, vai mudar o surf deles.

Você tem iniciar de algum jeito, e hoje o mundo é muito digital, portanto, parece ser um bom lugar para começar. Usando o Instagram, você deve postar vídeos marcando @Quiksilver e #KingOfTheGroms e um dos três desafios diferentes.

As inscrições para o Round 1 vão de 22 de abril a 17 de junho de 2015.

3Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

OS JUÍZES

Esta não é uma festa no quintal, a Quiksilver está trazendo grandes armas para avançar no nível de competição deste ano. O que une estes juizes é a paixão pelo surf: Dane Reynolds, Craig Anderson e Jeremy Flores, cada um com a sua busca por diferentes estilos. Pegue o bloco de notas e a caneta, porque estas são as dicas para a vitória.

OS DESAFIOS

Todas inscrições serão feitas exclusivamente no Instagram. Lembre-se: apenas uma manobra por post (exceto quando for COMBO), você pode participar quantas vezes quiser. Ah, mas não se esqueça de indicar um dos três desafios, pelo menos uma vez. Você pode ser um dos 30 Groms que avançarão para o Round 3.

4Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

ROUND 1 – DESAFIO NO INSTAGRAM

Se você vive no planeta Terra e sobe numa prancha de surf, é hora de começar a gravar seus vídeos também. Publique vídeos no Instagram marcando @quiksilver para provar que você é o #KingOfTheAir, #KingOfTheRail e#KingOfTheCombo. Mantenha-se focado, mas faça apenas uma manobra por vídeo, exceto quando você fizer um COMBO. Participe quantas vezes você quiser, não esqueça de indicar todos os três desafios, pelo menos uma vez. Você pode ser um dos 30 groms que vão avançar para o Round 2.

#KINGOFTHERAIL

Desafio um é para mostrar a sua cara. Estamos falando de surf de linha! Use apenas #KingOfTheRail, @Quiksilvere #KingOfTheGroms, com suas melhores manobras de linha. Mais uma vez, um movimento por vídeo: Dane Reynolds escolherá seus 10 #KingOfTheRail favoritos, e ele é um cara que gosta de opções.

#KINGOFTHEAIR

Desafio dois é sobre aéreos. Marque apenas @Quiksilver, #KingOfTheGroms e #KingOfTheAir, e mostre seus melhores aéreos (apenas um movimento por vídeo). Participe quantas vezes você quiser e nosso juiz do #KingOfTheAir, Craig Anderson, escolherá 10 melhores surfistas – e ele quer ver essas quilhas.

CRAIG ANDERSON #KINGOFTHEAIR

Como qualquer manobra, há uma série de fatores que entram num bom aéreo com estilo, que é o mais importante. Em segundo lugar vou analisar o flow – a decolagem limpa e o pouso sem problemas. Dificuldade no grab,rotação e pouso. Também vou olhar a altura e a parte crítica da seção.

5Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

#KINGOFTHECOMBO

Desafio três é sobre combinações. Leve seu repertório de manobras, junte todas em uma onda limpa e fluída. Sim, o número três é @Quiksilver, #KingOfTheCombo e #KingOfTheGroms. Outros top 10 serão escolhidos aqui, por ninguém menos que o mestre em fluidez, Jeremy Flores.

King Of The Groms 2015

JEREMY FLORES – #KINGOFTHECOMBO

Para mim, é uma combinação de várias manobras numa mesma onda. Uma variação de turns, aéreos e tubos…Eu quero ver todos os estilos de surf numa onda… Jogo de aéreo, surf de linha e tubos profundos! Para ganhar o meu voto, você precisa mostrar habilidades em todos os tipos de condições – ondas grandes e pequenas e combos com voltas críticas, com estilo e fluidez. Também mostrando habilidade em backside e frontside.

ROUND 2 – DESAFIO DE VÍDEOS

Round 2, tudo sobre os melhores participantes. Os 30 finalistas Groms vão estar na campanha publicitária da Quiksilver, em vídeos de 1 a 2 minutos mostrando o seu melhor surf, utilizando música e gráficos fornecidos pela Quiksilver. Todos os vídeos vão estar no site KOTG da Quiksilver para votação do público decidir sete finalistas mais três escolhidos pelos juízes Dane, Craig e Jeremy para a finalíssima do KOTG 2015.

6Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

ROUND 3 – FINAL SECRETA

As finais serão realizadas num secret, com transmissão ao vivo, música e alta vibe. Os 10 melhores Groms do mundo competirão numa série de desafios, e cada vencedor leva pra casa um cheque de US$ 1,000. O que finalizar os desafios em primeiro ganhará US$ 10.000 e o vencedor, melhor sub-18 surfista do mundo, não só vaiusar a coroa do King Of The Groms, como também fica 20 mil dólares mais rico. É hora de fazer barulho!

7Quiksilver Brasil King Of The Groms 2015

Você precisa se arriscar para surfar e ser um King Of The Groms.

Fonte e fotos: Quiksilver.

“Para eu vencer, só preciso de tempo” diz Kelly Slater

Em meio a críticas, o mito do esporte mundial postou em seu Instagram a seguinte frase: “Para eu vencer, só preciso de tempo”. O americano, assim como o brasileiro e atual campeão mundial Gabriel Medina, ainda não venceu nenhuma etapa da WSL esse ano. Falta de sorte ou o careca tem caído de rendimento? E o brasileiro, está mal assessorado? É muita entrevista e pouco treino? Ou falta de sorte também? Semana que vem inicia a etapa do masculino em Fiji e esperamos que os dois voltem a dar show de surf.

"The box" 📷 : @corey_wilson

A post shared by G. Medina (@gabrielmedina) on

Dane Reynolds é um dos melhores surfistas do mundo?

Essa é a pergunta que muitos se fazem ao ver o surf desse talentoso surfista americano. Dane, que já foi top da WSL, foi o atleta convidado para participar do Fiji Pro, 5° etapa do tour da WSL. Alguns maldosos chegaram a dizer que, após a notícia de ser papai, Dane iria se aposentar porque não conseguiria manter o alto nível de surf apresentado nos últimos anos.

Abandono do tour

Como é sabido por todos, Reynolds abandonou o tour porque não se sentia mais motivado a superar os outros adversários atrás apenas de um troféu, ele queria mais. “Competir é irado se você consegue se manter inspirado, mas rankings e troféus significam muito pouco para mim.” Disse Dane após se despedir do tour.

Convite para Fiji

Em meio a tudo isso a comissão da WSL deu a vaga de convidado (wildcard) para ele, o que cousou revolta e muita discussão pelos fóruns e sites especializados em surf. Afinal de contas não seria melhor dar o convite para qualquer outro surfista que esteja empenhado em conseguir uma vaga do que para um desertor? Mesmo assim ele aceitou e vai competir. Enquanto a data do evento masculino se aproxima você curte o vídeo que mostra como está o surf desse californiano de 29 anos:

Foto de capa: reprodução/Facebook.