John John Florence se machuca e brasileiro pode ser convidado para o Fiji Pro

Após o término do Oi Rio Pro, John John Florence se juntou ao amigo Filipe Toledo e seguiu para o litoral sul do Rio de Janeiro, onde iriam fazer as últimas filmagens para o filme do John John. O que Florence não esperava era que uma contusão no tornozelo, após uma aterrizagem errada em um aéreo, iria deixa-lo de 4 a 6 semanas fora da água. John John está oficialmente fora do Fiji Pro e esperamos que ele se recupere para a próxima etapa em J-Bay. Veja no vídeo os detalhes da contusão:

Para a vaga do havaiano, é bem provável que chamem o brasileiro Tomas Hermes. Tomas ficou a uma posição para se classificar para a WSL, por isso ele é o segundo alternate depois de Alejo Muniz, que foi chamado após Michel Bourez se machucar.

🏡/🏄 soon…

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Foto de capa: WSL / Daniel Smorigo.

Kolohe Andino surfa a melhor onda da sua vida

Todos os dias quando voltamos de uma queda ficamos com aquela lembrança da melhor onda do dia, mas também ficam as lembranças das melhores ondas já surfadas, os melhores tubos, os aéreos mais altos, os mares mais perigosos e até as vacas mais cabulosas e engraçadas das nossas vidas.

stoked to be back at porcao 🇺🇸

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Durante as filmagens para seu novo filme, “Brother”, filmado pela produtora de filmes de surf What Youth, o americano de 21 anos Kolohe Andino entubou uma direita perfeita, ficou entocado e fundo e depois mandou um Alley Oop alto e aterrizou com perfeição. Em sua Fanpage ele definiu a onda como “best wave of my life”, a melhor onda da minha vida.

Foto: Reprodução/Facebook.

Kelly Slater empreendedor entra em ação e compra Firewire

O 11x campeão mundial Kelly Slater já tinha demonstrado interesse na empresa que fabrica pranchas ecológicas, mas até então eram apenas rumores. Após confirmação da compra, o careca mostra que não é somente bom na água, está empreendendo e visando um futuro promissor sem sair do esporte. Confira o comunicado à imprensa da empresa:

A Firewire ao longo dos tempos tem provado ser uma marca e um produto sólido, competitivo e muito respeitado na indústria do surf. Todo este percurso foi sendo construído com inúmeras parcerias ao longo tempo com atletas e shapers de renome. Com vista a dar o seguinte passo, a Firewire decidiu vender 80% da sua empresa à EcoPivot LLC, detida a 100% pelo melhor surfista de todos os tempos Kelly Slater. Ter Kelly Slater como parceiro ativo na empresa é um sonho tornado realidade e, a Firewire antevê um futuro muito promissor nos anos que aí vêm, especialmente por ser um surfista que levou o shape e performance a um outro nível.

Foto: Steve Sherman/@tsherms

Kelly também seus dias de mau humor. Foto: Steve Sherman/@tsherms

Com a compra, Slater que é um estudioso das pranchas, vai poder analisar de perto cada alteração e testa-las com mais facilidade, se aproveitando da expertise da Firewire para inovar e criar novos modelos de pranchas, que provavelmente vão ditar os novos padrões mundiais. Ele também promete levar a empresa a utilizar cada vez menos materiais que agridam a natureza e assim incentivar outros players do mercado.

Enquanto ainda ocorre o processo de transição, Kelly disse que vai continuar usando todo tipo de marcas de prancha que ele considere mais apropriado para sua evolução nas competições da WSL e em 2016 passa a contribuir com sua fábrica exclusivamente.

O que vocês acham que o careca vai aprontar em 2016? E porque será que ele não começa a utilizar os modelos da sua empresa? Vamos ficar de olho nos próximos passos desse super campeão.

Foto de capa: Spencer Suitt

Assista algumas das maiores vacas de 2015

Se você ainda não encarou uma onda “fechadeira”, quase que indefensável, “indropavel”, indomável, que não dá muitas chances de você por para baixo com segurança, você ainda não surfou uma onda em que a maior parte do surf são vacas. E se você não é do meio, não se assuste, eu também não ví vacas surfando por aí. Vaca é o termo utilizado no meio surfístico para definir aquele caldo ou queda inesperada da prancha.

Toda essa galera que entrou nesse mar sabia que iria tomar muita vaca, e nem por isso deixaram de surfar. A vaca é um momento de aprendizado porque é lá embaixo da água que temos que ter calma para sair dessa situação e voltar a respirar tranquilamente. Também é um momento de descontração porque todos se divertem com as vacas dos outros. Assista abaixo:

Vídeo de Mike Lucas.

Música The Funkoars – It’s All Good.

Foto: Instagram/Takumi Yasui.

WSL defini convidados e alternates para o Fiji Pro

Michel Bourez não conseguiu se recuperar a tempo para competir na 5° etapa do tour em Fiji. O espartano, como foi apelidado pelo seu porte físico, machucou o dedo tomando uma vaca Teahupo. Em seu lugar entra o brasileiro, primeiro alternate (surfista que fica na fila para competir caso alguém se machuque), Alejo Muniz. Entre as mulheres, a baixa foi a australiana Stephanie Gilmore. Stephanie se machucou no freesurf em Margaret River e desde então não surfou mais. Apesar de não competir no Rio, ela ainda manteve a 4° colocação no ranking, para sua vaga entra a australiana Keely Andrew.

Bourez postou em seu Instagram que ainda fica mais 4 semanas em recuperação:

 

Fora as vagas por contusão, ainda tem existem os wildcards, que são os surfistas convidados, geralmente pelos patrocinadores da etapa. Essas vagas ficaram com o excepcional surfista americano, ex integrante da elite, Dane Reynolds. Dane abandonou o tour por achar perda de tempo seguir aquelas regrinhas para se dar bem no tour e foi para o freesurf, onde ele cria e inova, desvendando e ultrapassando seus próprios limites.

this is me surfing. 🌟framegrab🌟 via @miniblanchard

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A surfista convidada entre as meninas, é a havaiana Mahina Maeda. Maeda é atualmente a campeã mundial junior e vai encarar as melhores surfistas do mundo nas melhores ondas do mundo.

Happy with waves on the north shore ! 📷 kin kimoto

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Para finalizar, a última vaga concedida para os homens vem de uma triagem, o trials. Essa competição é apenas entre convidados e locais de Fiji. Quem venceu e conquistou a vaga foi o taitiano Aca Ravulo.

Lembramos a todos que o evento feminino tem a janela de 31 de Maio a 05 de Junho e o masculino de 07 a 19 de Junho. Confira abaixo as baterias da primeira fase e os rankings após a etapa do Rio:

PRIMEIRA FASE DO FIJI WOMEN´S PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.a e 3.a=Segunda Fase:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS), Bianca Buitendag (AFR), Nikki Van Dijk (AUS)

2.a: Stephanie Gilmore (AUS), Tatiana Weston-Webb (HAV), Alessa Quizon (HAV)

3.a: Carissa Moore (HAV), Johanne Defay (FRA), Mahina Maeda (HAV)

4.a: Courtney Conlogue (EUA), Silvana Lima (BRA), Sage Erickson (EUA)

5.a: Tyler Wright (AUS), Coco Ho (HAV), Laura Enever (AUS)

6.a: Lakey Peterson (EUA), Malia Manuel (HAV), Dimity Stoyle (AUS)

PRIMEIRA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

1.a: Taj Burrow (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Dusty Payne (HAV)

2.a: Josh Kerr (AUS), Jeremy Flores (FRA), Brett Simpson (EUA)

3.a: John John Florence (HAV), Kolohe Andino (EUA), C. J. Hobgood (EUA)

4.a: Filipe Toledo (BRA), Matt Banting (AUS), Alejo Muniz (BRA)

5.a: Mick Fanning (AUS), Wiggolly Dantas (BRA), Dane Reynolds (EUA)

6.a: Adriano de Souza (BRA), Adrian Buchan (AUS), Aca Ravulo (FJI)

7.a: Kelly Slater (EUA), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL)

8.a: Gabriel Medina (BRA), Jadson André (BRA), Adam Melling (AUS)

9.a: Owen Wright (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Keanu Asing (HAV)

10: Nat Young (EUA), Italo Ferreira (BRA), Fredrick Patacchia (HAV)

11: Julian Wilson (AUS), Joel Parkinson (AUS), Kai Otton (AUS)

12: Jordy Smith (AFR), Bede Durbidge (AUS), Ricardo Christie (NZL)

TOP-22 DO RANKING DA WORLD SURF LEAGUE – após a 4.a etapa no Rio de Janeiro:

1.o: Adriano de Souza (BRA) – 26.250 pontos

2.o: Filipe Toledo (BRA) – 25.700

3.o: Mick Fanning (AUS) – 20.950

4.o: Josh Kerr (AUS) – 17.450

5.o: Nat Young (EUA) – 16.500

6.o: Owen Wright (AUS) – 16.150

7.o: John John Florence (HAV) – 15.500

8.o: Julian Wilson (AUS) – 15.450

9.o: Taj Burrow (AUS) – 15.200

10: Bede Durbidge (AUS) – 14.200

11: Matt Wilkinson (AUS) – 12.750

11: Italo Ferreira (BRA) – 12.750

13: Kelly Slater (EUA) – 12.700

14: Jordy Smith (AFR) – 11.450

14: Jadson André (BRA) – 11.450

16: Jeremy Flores (FRA) – 10.250

17: Miguel Pupo (BRA) – 9.250

17: Sebastian Zietz (HAV) – 9.250

19: Gabriel Medina (BRA) – 9.200

20: Joel Parkinson (AUS) – 8.000

20: Matt Banting (AUS) – 8.000

22: Wiggolly Dantas (BRA) – 7.950

TOP-10 DO JEEP LEADERBOARD RANKING – 4 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 34.500 pontos

2.a: Courtney Conlogue (EUA) – 31.700

3.a: Tyler Wright (AUS) – 23.400

4.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 21.050

5.a: Lakey Peterson (EUA) – 20.800

6.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 19.600

7.a: Malia Manuel (HAV) – 18.650

8.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) – 18.300

9.a: Bianca Buitendag (AFR) – 18.250

10.a: Coco Ho (HAV) – 17.000

11.a: Silvana Lima (BRA) – 15.100

PRÓXIMAS ETAPAS DO SAMSUNG GALAXY WORLD SURF LEAGUE CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Jun 07-19: Fiji Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Jul 08-19: J-Bay Open em Supertubes, Jeffreys Bay – África do Sul

7.a: Ago 14-25: Billabong Pro Teahupoo em Teahupoo, Taiarapu Ouest – Taiti

8.a: Set 09-20: Hurley Pro at Trestles em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

9.a: Out 06-17: Quiksilver Pro France em Hossegor, Landes – França

10: Out 20-31: Moche Rip Curl Pro Portugal em Supertubos, Peniche, Cascais – Portugal

11: Dez 08-20: Billabong Pipe Masters em Banzai Pipeline, Oahu – Havaí

PRÓXIMAS ETAPAS DO WSL SAMSUNG GALAXY WOMEN´S CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Mai 31-05: Fiji Women´s Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Set 09-20: Trestles Women´s Pro em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

7.a: Set 22-28: Cascais Women´s Pro Portugal na Praia do Guincho, Cascais, Estoril – Portugal

8.a: Out 06-17: Roxy Pro France em Hossegor, Landes – França

9.a: Nov 22-06: Maui Women´s Pro em Honolua Bay, Maui – Havaí

Foto: Reprodução/Facebook WSL

Conheça a havaiana Anastasia Ashley

Anastasia Ashley nasceu no dia 10/02/1987 em Los Angeles, Califórnia. Quando se mudou para o Hawaii, aos 5 anos de idade, ela logo iniciou a vida que muitas pessoas sonham em viver, a de viver do surf e para o surf. Ashley logo mostrou que o surf não depende de gênero para se destacar – não que sua beleza natural não a ajude – e começou a ganhar espaço em diversos meios de comunicação especializados ou não em surf, porém, ela nem disputa mais a liga mundial de surf.

A moça ficou mais famosa ainda por uma dança que fez antes de entrar no mar. Assista esse vídeo e algumas imagens da moça que coleciona mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais:

Dream team

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💦💦💦 natural habitat

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Fotos: Reprodução/Instagram/Facebook.

Yago Dora voa alto em Bali

O curitibano radicado em Florianópolis, Yago Dora, vem se destacando a anos por seu surf agressivo e aéreo. O surfista de apenas 19 anos vem ganhando cada vez mais espaço na mídia especializada e por isso já coleciona vários patrocínios como a da Volcom, Monster, Sticky Bumps, Arenque Surfboards, Casa das Pranchas, Future fins, Marcelo Amaral (functional), Pizzaria do Cica.

A série The Factory, que é apresentada pelo site Surfing Magazine, foi filmada em Bali, Indonésia, e além do brasileiro, tem os surfistas Evan Geiselman, Yadin Nicol, Eric Geiselman, Matt Wilkinson, Chippa Wilson e Conner Coffin. Assista o vídeo com todos eles e abaixo a edição apenas com Yago Dora:

Imagem: Reprodução Facebook.

Filme de aventura tem surf, skate, motocross e outros esportes radicais

Não é sempre que temos a oportunidade de termos grandes lançamentos no cinema mundial em que existe alguma cena de surf no meio. Em em reedição do original, feito em 1991, “Break Point”, atualizou as cenas de adrenalina e ação. No filme Johnny Utah (Luke Bracey) é um agente do FBI que se infiltra na equipe dos melhores atletas dos esportes radicais, liderada por Bodhi (Edgar Ramirez). A equipe é suspeita de uma série de crimes incomuns que o agente tenta desvendar.

O filme é repleto de aventura e esportes radicais, os atletas que fazem as cenas são realmente os melhores do mundo. No surf de ondas grandes, ninguém menos que o monstro americano Laird Hamilton, no snowboard, o françes Xavier De Le Rue, no skate o brasileiro maior medalhista nos X Games Bob Burnquist, no motocross Riley Harper, no wingsuit Jon Devore, e na escalada livre Chris Sharma. Fora esses atletas, vários outros profissionais participaram das gravações.

A estreia mundial do filme é no natal deste ano, por isso,  é bem provável que chegará aqui na terrinha só em 2016. Enquanto isso, temos que nos contentar com o trailer:

Big riders se jogam nas bombas de West Oz

A onda de West Oz Austrália, pode ser apelidada de “A onda infernal”. Em seus dias de fúria, geralmente no meio do ano, a onda não da muitas chances para o surfista se sair bem. Mas os ousados, destemidos e malucos surfistas de ondas grandes, ficam a espera do melhor dia para se aventurarem. No filme abaixo, Ryan Hipwood lidera o grupo de loucos por adrenalina que tentam domar as ondas mais temidas do planeta. As imagens são assustadoras:

Foto: Mark Mathews, encarando a besta em West Oz. Photo: Collins

Poluição Marinha – Causas e consequências

Alguns dos maiores surfistas do mundo que disputaram a etapa brasileira do Circuito Mundial, no Rio de Janeiro, e sofreram mal estar, com sintomas de enjoo e ânsia de vômito. Filipe Toledo passou mal e atribuiu a qualidade da água como causa, Wiggolly Dantas sentiu um forte cheiro de esgoto no mar e Kelly Slater e C. J. Hobgood também reclamaram que não estavam e se sentindo bem. Eles creditam a poluição no Postinho, na Barra Tijuca, como uma possível causa para os problemas de saúde.

As reclamações dos protagonistas do Rio Pro no dia 15 de maio não foram à toa. De acordo com o último boletim de balneabilidade de praias da Zona Oeste e Sul do Município do Rio de Janeiro divulgado um dia antes pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA), o Quebra-Mar, próximo ao Postinho, local da competição, foi considerado impróprio.

FOTO: http://s01.video.glbimg.com/

Além de poluir as águas de rios e lagos, o homem também contamina a água do mar. Apesar da quantidade de água ser elevadíssima, a quantidade de resíduos que o homem joga é suficiente para causar sérios problemas ambientais nessas áreas, e quem paga o preço por essa irresponsabilidade são os animais marinhos.

Dentre os problemas ambientais que o mar enfrenta, destaca-se a poluição por petróleo. Essa poluição ocorre em razão de acidentes com navios petroleiros (que carregam petróleo) ou então por problemas nas plataformas e oleodutos.
O óleo, ao entrar em contato com a água, não se mistura e forma uma grande película sobre ela. Dessa forma, não ocorre penetração da luz do sol, por isso, organismos que fazem fotossíntese, tais como as algas, podem morrer. Com a morte dos seres que realizam fotossíntese, a água torna-se pobre em oxigênio e também em alimento. A consequência disso é a morte de peixes e de outros animais que participam dessa cadeia alimentar.
As aves marinhas também são bastante afetadas pelos derramamentos de petróleo. Ao entrarem na água para capturar suas presas, ficam impregnadas de óleo e não conseguem voar novamente. Além disso, elas tornam-se incapazes de manter seu corpo aquecido, podendo, inclusive, morrer de frio.

O derramamento de óleo prejudica toda a cadeia alimentar marinha

FOTO: http://www.educacao.cc/

Além do derramamento de petróleo, o lixo jogado no mar é outro problema sério. O acúmulo de plástico, por exemplo, é responsável pela formação de verdadeiras ilhas desse material. Você sabia que diversas tartarugas marinhas morrem todos os anos em decorrência do sufocamento por saquinhos plásticos? Esses graciosos animais confundem as sacolinhas com águas-vivas e acabam sufocados.
Outro problema ambiental relacionado com o ambiente marinho é o derramamento de esgoto doméstico. Esse material pode desencadear a proliferação de algas que produzem toxinas, causando as chamadas florações. O excesso de algas é responsável por uma diminuição do oxigênio da água, e sua toxina é capaz de colocar em risco diversas espécies.

Observe a grande quantidade de lixo acumulada nessa região *

FOTO: http://www.educacao.cc/

Além de toda a questão ambiental causada pela poluição dos mares, temos o fator econômico. Praias poluídas aos poucos vão deixando de ser frequentadas por turistas, uma vez que o risco de doenças, principalmente de pele, aumenta. Outro ponto importante é a população que depende da pesca, que acaba tendo suas atividades afetadas em razão da contaminação dos animais aquáticos.

ATENÇÃO: Você pode fazer sua parte para diminuir a poluição marinha com atitudes bastante simples. Lembre-se sempre de, ao visitar a praia, não deixar lixo na areia, como embalagens de comida, garrafas de bebidas e alguns brinquedos. Além disso, não suje também as ruas, pois a água das chuvas ou o vento podem levar esses produtos para o mar.

Foto de capa: meioambiente.culturamix.com