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Brasileiros são premiados em noite de gala da WSL

Texto de João Carvalho

Três brasileiros foram premiados no WSL Awards Honor World´s Best Surfers, na noite de gala dos melhores surfistas do mundo que celebra as conquistas da temporada 2016 e inaugura oficialmente o World Surf League Championship Tour 2017 na Austrália. O carioca Phil Rajzman recebeu seu segundo troféu de campeão mundial de Longboard, Caio Ibelli ganhou o do “Rookie of the Year” de melhor estreante entre os top-34 do CT e o também paulista Filipe Toledo levou o caneco do “Move of the Year” de melhor manobra do ano.

Caio Ibelli (Foto: Daniel - WSL)
Caio Ibelli (Foto: Daniel – WSL)

Toda a “seleção brasileira” do CT compareceu na festa e Adriano de Souza foi chamado para entregar o troféu que ele conquistou em 2015, para o novo campeão mundial John John Florence. Tyler Wright também venceu seu primeiro título em 2016, assim como outros cinco campeões, os também australianos Ethan Ewing e Macy Callaghan na categoria Junior Sub-18, a norte-americana Tory Gilkerson no Longboard feminino e o sul-africano Grant Baker e a havaiana Paige Alms no WSL Big Wave Tour. As melhores performances do ano nas etapas do CT também foram premiadas:

Premiados da temporada 2016 da World Surf League:

Campeões mundiais: John John Florence (HAV) e Tyler Wright (AUS)

Vice-campeões mundiais: Jordy Smith (AFR) e Courtney Conlogue (EUA)

Estreantes do Ano no CT: Caio Ibelli (BRA) e Keely Andrew (AUS)

Mais subiram no ranking: Matt Wilkinson (AUS) e Tatiana Weston-Webb (HAV)

Melhor bateria do Ano: John John Florence (HAV) x Taj Burrow (AUS) em Fiji e Courtney Conlogue (EUA) x Sally Fitzgibbons (AUS) em Bells Beach

Melhor manobra do Ano: Filipe Toledo (BRA) e Johanne Defay (FRA)

Melhor onda do Ano: Kelly Slater (EUA) e Carissa Moore (HAV)

Campeões do WSL Big Wave Tour: Grant Baker (AFR) e Paige Alms (HAV)

Campeões mundiais de Longboard: Phil Rajzman (BRA) e Tory Gilkerson (EUA)

Campeões da categoria Junior Sub-18: Ethan Ewing (AUS) e Macy Callaghan (AUS)

Adriano de Souza entregando o troféus para John John Florence (Foto: Daniel - WSL)
Adriano de Souza entregando o troféus para John John Florence (Foto: Daniel – WSL)

“Eu só quero dizer que é realmente surreal estar aqui em cima hoje”¸ disse John John Florence, ao receber o troféu de campeão mundial de Adriano de Souza. “Isso foi o que sempre sonhei em toda a minha vida e não poderia ter conseguido sem todo o apoio que tive para chegar aqui. Quero agradecer a minha mãe e dedicar esse título para ela. É por causa da minha mãe que estou aqui e obrigado a todos que me apoiaram também. É um momento incrível para mim e boa sorte a todos neste ano”.

O havaiano vai fazer a sua primeira defesa do título no Quiksilver Pro Gold Coast, que abre a temporada 2017 do World Surf League Championship Tour nos dias 14 a 25 de março em Snapper Rocks, na Gold Coast, em Queensland, Austrália, ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – A World Surf League (WSL), antes denominada Association of Surfing Professionals (ASP), tem como objetivo celebrar o melhor surf do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.

Phil Rajzman (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Phil Rajzman (Foto: Kelly Cestari – WSL)

A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, promovendo os eventos que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Samsung Galaxy Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis.

Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL já possui uma enorme legião de fãs apaixonados em todo o planeta que acompanha as performances dos melhores surfistas do mundo, como Gabriel Medina, John John Florence, Adriano de Souza, Kelly Slater, Stephanie Gilmore, Greg Long, Makua Rothman, Carissa Moore, entre outros, competindo no mais imprevisível e dinâmico campo de jogo entre todos os esportes no mundo, que é o mar.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com

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João Carvalho – WSL South America Media Manager – jcarvalho@worldsurfleague.com

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PRIMEIRA FASE DO QUIKSILVER PRO – Vitória=Terceira Fase / 3.o e 4.o=Segunda Fase:

1.a: Michel Bourez (TAH), Conner Coffin (EUA), Jadson André (BRA)

2.a: Matt Wilkinson (AUS), Stuart Kennedy (AUS), Ian Gouveia (BRA)

3.a: Kolohe Andino (EUA), Kanoa Igarashi (EUA), Jack Freestone (AUS)

4.a: Gabriel Medina (BRA), Wiggolly Dantas (BRA), Ezekiel Lau (HAV)

5.a: Jordy Smith (AFR), Miguel Pupo (BRA), wildcard

6.a: John John Florence (HAV), Connor O´Leary (AUS), wildcard

7.a: Kelly Slater (EUA), Mick Fanning (AUS), Jeremy Flores (FRA)

8.a: Julian Wilson (AUS), Caio Ibelli (BRA), Leonardo Fioravanti (ITA)

9.a: Joel Parkinson (AUS), Italo Ferreira (BRA), Joan Duru (FRA)

10.a: Filipe Toledo (BRA), Adrian Buchan (AUS), Frederico Morais (PRT)

11.a: Adriano de Souza (BRA), Josh Kerr (AUS), Bede Durbidge (AUS)

12.a: Sebastian Zietz (HAV), Owen Wright (AUS), Ethan Ewing (AUS)

PRIMEIRA FASE DO ROXY PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.a e 3.a=Segunda Fase:

1.a: Johanne Defay (FRA), Sally Fitzgibbons (AUS), Keely Andrew (AUS)

2.a: Tatiana Weston-Webb (HAV), Sage Erickson (EUA), Bronte Macaulay (AUS)

3.a: Tyler Wright (AUS), Nikki Van Dijk (AUS), wildcard

4.a: Courtney Conlogue (EUA), Silvana Lima (BRA), Pauline Ado (FRA)

5.a: Carissa Moore (HAV), Laura Enever (AUS), Coco Ho (HAV)

6.a: Stephanie Gilmore (AUS), Malia Manuel (HAV), Lakey Peterson (EUA)

Baterias definidas para J-Bay

Depois dos tops da WSL surfarem uma da melhores esquerdas do mundo, em Fiji, chegou a hora de os atletas desembarcarem na lendária onda de J-Bay, na Africa do Sul. O evento que inicia no dia 08 de Julho e começa com o brasileiro Adriano de Souza utilizando a camisa amarela (do líder do rankinh),  já divulgou as baterias iniciais. Confira como ficou o primeiro round:

H1: Taj Burrow (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Glenn Hall (IRL);
H2: Julian Wilson (AUS), Sebastian Zietz (HAW), Dusty Payne (HAW);
H3: Owen Wright (AUS), Michel Bourez (PYF), Brett Simpson (USA);
H4: Filipe Toledo (BRA), Miguel Pupo (BRA), CJ Hobgood (USA);
H5: Mick Fanning (AUS), Kai Otton (AUS), Wildcard;
H6: Adriano de Souza (BRA), Adam Melling (AUS), Wildcard;
H7: Josh Kerr (AUS), Wiggolly Dantas (BRA), Adrian Buchan (AUS);
H8: Kelly Slater (USA), Jadson Andre (BRA), Fred Patacchia (HAW);
H9: John John Florence (HAW), Jordy Smith (ZAF), Ricardo Christie (NZL);
H10: Nat Young (USA), Jeremy Flores (FRA), Keanu Asing (HAW);
H11: Italo Ferreira (BRA), Joel Parkinson (AUS), Kolohe Andino (USA);
H12: Bede Durbidge (AUS), Gabriel Medina (BRA), Matt Banting (AUS).

 

Ítalo vence Slater – Fiji Pro Highlights

Por: 

O potiguar Italo Ferreira e o paulista Wiggolly Dantas são os únicos brasileiros entre os oito finalistas do Fiji Pro definidos na segunda-feira de grandes tubos de 10-12 pés em Cloudbreak, na ilha de Tavarua. Wiggolly derrotou Italo e é o único invicto do campeonato, mas o potiguar despachou Kelly Slater na quinta fase e vai enfrentar Julian Wilson na primeira quarta de final. Os brasileiros não competiram nas melhores horas do mar e Gabriel Medina e Filipe Toledo foram eliminados sem conseguir pegar boas ondas em suas baterias. O australiano Mick Fanning também perdeu e Adriano de Souza permanece com a lycra amarela do Jeep Leaderboard de número 1 no ranking do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour.

Wiggolly Dantas (Kirstin Scholtz / WSL)

Filipe Toledo também não perde a vice-liderança nas Ilhas Fiji e o Brasil continua liderando a corrida do título mundial da temporada. Ele assumiria a ponta se passasse por Adam Melling, mas competiu numa hora ruim do mar na mudança da maré, com ondas menores e grandes intervalos entre as séries. O australiano teve mais sorte na escolha e levou a melhor por 11,66 a 10,97 pontos. Com a derrota de Filipe na mesma 13.a colocação do Fiji Pro que Adriano de Souza, só Mick Fanning poderia ultrapassar os brasileiros. Para isso, ele teria que ser finalista em Cloudbreak, mas foi barrado no último confronto do dia pelo mesmo Kai Otton que já havia estreado com vitória sobre Mineirinho na sexta-feira e despachado Gabriel Medina na manhã da segunda-feira.

O atual campeão mundial defendia o título do Fiji Pro e competiu duas baterias antes de Filipe Toledo, também em condições difíceis no mar em transformação, subindo para um fim de dia de tubos clássicos em Cloudbreak. Eles não tiveram a sorte de aproveitar disso e Kai Otton até pegou alguns não tão grandes que renderam duas notas na casa dos 7 pontos para vencer por 14,97 a 13,77 pontos. Esta foi a quarta vez que Gabriel Medina não passa da terceira fase nas cinco etapas da temporada. Ele já caiu para vigésimo no ranking e parece estar mais na briga para ficar no grupo dos 22 que permanecem na elite dos top-34 para o ano que vem, do que pelo bicampeonato mundial. Mas, ainda tem um título a defender, no Billabong Pro Tahiti nos temidos tubos de Teahupoo.

ESTREANTES DO BRASIL – A esperança de uma segunda vitória do Brasil nas Ilhas Fiji agora fica para as duas novidades da “seleção verde-amarela” do WCT. Italo Ferreira e Wiggolly Dantas se classificaram para a divisão principal da World Surf League pelo ranking do Qualifying Series no ano passado. Eles ocuparam as vagas do catarinense Alejo Muniz e do carioca Raoni Monteiro e são os principais estreantes da temporada. Competiram juntos na quarta fase com o norte-americano Dane Reynolds em mais uma bateria fraca de boas ondas. Wiggolly conquistou a classificação direta para as quartas de final por menos de 1 ponto de diferença, totalizando 11,30 pontos contra 10,77 do californiano e 10,67 de Italo Ferreira.

“A situação ficou muito complicada lá fora, difícil de se posicionar, mas estou feliz por conseguir vencer mais uma”, disse Wiggolly Dantas. “Dava para sentir o swell (ondulação) aumentando, ganhando volume, então ficamos lá procurando as ondas e estava muito difícil. Eu estou amarradão que ainda consegui encontrar duas ondas que não fecharam para passar direto para as quartas de final e acredito que teremos muitos tubos pra surfar aqui ainda nos próximos dias”.

Italo Ferreira (Foto: Steve Robertson / WSL)

Curiosamente, todas as baterias com participação brasileira foram disputadas nas piores condições de ondas do dia. Nas outras três baterias desta quarta fase, Julian Wilson ganhou a primeira aumentando o recorde do Fiji Pro para 19,43 pontos, Joel Parkinson venceu a terceira por 18,93 com a primeira nota 10 do campeonato e Jeremy Flores também surfou grandes tubos para somar 18,70 pontos na última. Aí começou a quinta fase com Italo Ferreira e Kelly Slater e as ondas sumiram de Cloudbreak. O onze vezes campeão mundial não achou nada e o potiguar conseguiu sua segunda vitória sobre o maior ídolo do esporte em seu primeiro ano na elite com duas notas na casa dos 5 pontos no placar encerrado em 10,97 a 7,34 pontos.

“Eu quase nem consigo acreditar nisso, que venci o Kelly (Slater) em Fiji”, disse Italo Ferreira. “Ele é o melhor de todos os tempos, ainda mais aqui onde já venceu várias vezes, mas o mar estava bem difícil na nossa bateria, quase não entrou onda, a maioria fechava rápido, mesmo assim estou muito feliz por ter conseguido vencer mais uma bateria e por ter passado para as quartas de final. É muito bom poder continuar competindo neste lugar incrível”.

Assista os melhores momentos da bateria do estreante Ítalo Ferreira:

BATERIAS PERFEITAS – Depois da magra vitória de Italo Ferreira sobre Kelly Slater, os tubos voltaram a aparecer em Cloudbreak para Taj Burrow derrotar Dane Reynolds por 15,24 a 13,66 pontos. E o mar ficou clássico no penúltimo confronto do dia, com Owen Wright fazendo uma apresentação perfeita, somando duas notas 10 e ainda descartando duas na casa dos 8 pontos. As condições estavam incríveis e o seu adversário neste duelo australiano, Adam Melling, também surfou grandes tubos para totalizar 17,70 pontos, contra os 20,00 de Owen Wright, que entrou para um seleto grupo de surfistas notas 10.

Assista a bateria perfeita com direito a duas notas 10 de Owen Wright:

Owen Wright (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Eu estou absolutamente deslumbrado de como está bom lá fora, não tenho nem o que dizer quase, é simplesmente fantástico”, disse Owen Wright. “Eu nunca imaginei na minha vida que eu iria conseguir 20 pontos numa bateria, mas tem tanta onda boa, o mar tá tão clássico e foi ótimo eu poder realizar isso. É um sentimento incrível estar aqui falando depois de ter surfado essas ondas, não pode existir nada melhor do que estou sentindo agora, foi mágico”.

Em quase 40 anos de história do Circuito Mundial, este feito só havia sido registrado seis vezes. A primeira foi em 1996 na etapa da Gold Coast na Austrália, com o californiano Shane Beschen sendo o mais espetacular de todos, o único a ganhar três notas 10 na mesma bateria. Depois, só em 2005 Kelly Slater conseguiu duas notas máximas na final do Billabong Pro Tahiti e ainda repetiu a bateria perfeita em 2013 nas Ilhas Fiji. O australiano Joel Parkinson também atingiu esta marca duas vezes, em 2008 em Banzai Pipeline no Havaí e em 2013 em Bali na Indonésia. O francês Jeremy Flores completa a lista com suas duas notas 10 nos tubos de Teahupoo no Taiti em 2011.

O Fiji Pro ainda tem prazo até sexta-feira para ser encerrado e a primeira chamada da terça-feira está marcada para as 7h30 da terça-feira na ilha de Tavarua, 16h30 da segunda-feira pelo fuso horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e também pela Fox Sports para a Austrália, pela MCS Extreme para a França, EDGE Sports para a China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios e no Brasil terá cobertura especial da TV Globo e dos canais ESPN.

Melhores momentos do dia:

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

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QUARTAS DE FINAL DO FIJI PRO – 5.o lugar com 5.200 pontos:

1.a: Julian Wilson (AUS) x Italo Ferreira (BRA)

2.a: Taj Burrow (AUS) x Wiggolly Dantas (BRA)

3.a: Joel Parkinson (AUS) x Owen Wright (AUS)

4.a: Jeremy Flores (FRA) x Kai Otton (AUS)

QUINTA FASE – Vitória=Quartas de Final / Derrota=9.o lugar com 4.000 pontos:

1.a: Italo Ferreira (BRA) 10.97 x 7.34 Kelly Slater (EUA)

2.a: Taj Burrow (AUS) 15.24 x 13.66 Dane Reynolds (EUA)

3.a: Owen Wright (AUS) 20.00 x 17.70 Adam Melling (AUS)

4.a: Kai Otton (AUS) 14.33 x 11.33 Mick Fanning (AUS)

QUARTA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Quartas de Final / 2.o e 3.o=Quinta Fase:

1.a: 1-Julian Wilson (AUS)=19.43, 2-Kelly Slater (EUA)=14.34, 3-Taj Burrow (AUS)=13.83

2.a: 1-Wiggolly Dantas (BRA)=11.30, 2-Dane Reynolds (EUA)=10.77, 3-Italo Ferreira (BRA)=10.67

3.a: 1-Joel Parkiinson (AUS)=18.93, 2-Owen Wright (AUS)=17.26, 3-Mick Fanning (AUS)=16.60

4.a: 1-Jeremy Flores (FRA)=18.70, 2-Kai Otton (AUS)=12.10, 3-Adam Melling (AUS)=7.17

TERCEIRA FASE DO FIJI PRO – Derrota=13.o lugar com 1.750 pontos e US$ 10.500 de prêmio:

———–primeiros resultados da segunda-feira:

7.a: Mick Fanning (AUS) 13.67 x 13.30 Alejo Muniz (BRA)

8.a: Joel Parkinson (AUS) 14.07 x 13.30 Sebastian Zietz (HAV)

9.a: Owen Wright (AUS) 16.26 x 9.44 Adrian Buchan (AUS)

10: Kai Otton (AUS) 14.97 x 13.77 Gabriel Medina (BRA)

11: Jeremy Flores (FRA) 10.60 x 4.50 Bede Durbidge (AUS)

12: Adam Melling (AUS) 11.66 x 10.97 Filipe Toledo (BRA)

———–baterias que fecharam o domingo:

1.a: Taj Burrow (AUS) 13.16 x 6.36 Keanu Asing (HAV)

2.a: Julian Wilson (AUS) 13.93 x 13.34 Kolohe Andino (EUA)

3.a: Kelly Slater (EUA) 18.57 x 10.17 Fredrick Patacchia (HAV)

4.a: Wiggolly Dantas (BRA) 15.36 x 13.94 Nat Young (EUA)

5.a: Italo Ferreira (BRA) 12.93 x 11.80 Jadson André (BRA)

6.a: Dane Reynolds (EUA) 18.34 x 13.64 Adriano de Souza (BRA)

 

Mineirinho e Filipe seguem disputando a liderança do ranking no Fiji Pro

Os paulistas Adriano “Mineirinho” de Souza e Filipe Toledo derrotaram os surfistas locais de Fiji e continuam disputando fase a fase a dianteira no Jeep Leaderboard da corrida pelo título mundial da World Surf League na ilha de Tavarua, em Fiji. O sábado amanheceu com boas ondas de 4-6 pés em Cloudbreak, mas na mudança da maré as condições pioraram bastante e a comissão técnica decidiu adiar a continuação da segunda fase após o quinto duelo do dia. A primeira chamada para a sexta bateria, do australiano Julian Wilson com o americano C. J. Hobgood, foi marcada para as 7h30 do domingo em Fiji, 16h30 do sábado pelo fuso horário de Brasília.

Adriano de Souza (Foto: Steve Robertson / WSL)

Com as vitórias de Adriano de Souza sobre Iria Nakalevu e de Filipe Toledo sobre Aca Ravulo, agora só falta Miguel Pupo ganhar a décima bateria da segunda fase contra o havaiano Fredrick Patacchia para o Brasil garantir 100% de classificação para a terceira fase do Fiji Pro. O campeão mundial Gabriel Medina, o também paulista Wiggolly Dantas, os potiguares Italo Ferreira e Jadson André e o catarinense Alejo Muniz, já haviam garantido passagem direta por terem estreado com vitórias na sexta-feira de ondas menores do que no sábado em Cloudbreak.

“Depois de alguns minutos lá dentro, eu percebi que o vento ficou mais forte e as condições do mar estavam mudando, então decidi vir mais para o inside (mais próximo da costa) para pegar as ondas que estavam entrando ali”, contou Adriano de Souza. “O Inia (Nakalevu) até teve a chance de me bater numa boa onda, mas felizmente para mim ele não conseguiu e estou feliz por passar para o rounde 3. As previsões mostram que as ondas vão ficar maiores nos próximos dias e esta é uma oportunidade incrível para eu mostrar o meu surfe nestas esquerdas mágicas de Cloudbreak”.

Melhores momentos do 2° dia de competições:

Mineirinho disputou a primeira bateria do dia e demorou para surfar sua primeira onda, mas não encontrou dificuldades para superar o fijiano Iria Nakalevu por 13,50 a 6,87 pontos. Enquanto o líder Adriano de Souza somou notas 6,83 e 6,77, Filipe Toledo só precisou de duas na casa dos 5 pontos para derrotar Aca Ravulo na segunda bateria por 10,70 a 8,86. Adriano agora vai defender a ponta do ranking na sexta bateria da terceira fase contra o norte-americano Dane Reynolds, que despachou o número 4, Josh Kerr, da Austrália, no terceiro confronto do sábado.

Filipe Toledo já sabe que vai disputar a 12.a e última bateria da terceira fase, mas ainda aguarda o encerramento do rounde 2 para saber qual será o seu oponente. Além dos dois brasileiros, o único que também está na briga pela “lycra amarela” do Jeep Leaderboard em Fiji é o australiano Mick Fanning. No entanto, ele já necessita chegar na grande final do Fiji Pro para superar os 28.000 pontos que Adriano garantiu no ranking com a passagem para a terceira fase. Já a batalha entre ele e Filipe é fase a fase e quem for melhor nas ondas de Cloudbreak ficará na frente do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour 2015.

“Estou feliz por ter conseguido vencer a bateria, mas a situação estava indefinida até o fim, porque ele (Aca Ravulo) conhece muito bem essas ondas e tem muita experiência aqui”, disse Filipe Toledo, que não conseguiu achar ondas em sua estreia na sexta-feira. “Ontem (sexta-feira) eu estava muito animado para competir e acho que essa ansiedade acabou atrapalhando tudo. Hoje eu estava mais relaxado, mais tranquilo e consegui me posicionar melhor no mar para pegar as ondas necessárias para vencer a bateria”.

Filipe Toledo (Foto: Steve Robertson / WSL)

SHOW DE SLATER – No sábado, a única surpresa nas cinco baterias disputadas foi a vitória de Dane Reynolds sobre Josh Kerr por uma pequena vantagem de 15,00 a 14,10 pontos. Na disputa seguinte, Kelly Slater deu um show nas esquerdas de Cloudbreak e bateu todos os recordes registrados por Gabriel Medina na sexta-feira. Slater surfou um tubaço passando várias sessões encoberto pela cortina d´água para arrancar nota 10 de três dos cinco juízes. Os outros dois acharam que valia 9,80 e a média ficou em 9,93. Com ela somada ao 8,77 da sua primeira onda, Slater totalizou 18,70 pontos, superando a nota 9,23 e os 17,23 pontos da estreia do defensor do título do Fiji Pro.

Melhor onda até o momento: Kelly Slater:

Curiosamente, depois do espetáculo do mestre dos tubos, as ondas sumiram de Cloudbreak e o australiano Owen Wright e o espanhol Aritz Aranburu tiveram pouquíssimas oportunidades de surfar na quinta bateria do dia. Wright ainda achou uma onda regular no finalzinho para garantir a vitória, mas a condição do mar ficou tão crítica que foi decidido paralisar a competição. Uma nova chamada foi marcada para as 12h00, só que as ondas não melhoraram e a continuação da segunda fase foi transferida para o domingo.

O Fiji Pro está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e também pela Fox Sports para a Austrália, pela MCS Extreme para a França, EDGE Sports para a China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios e no Brasil terá cobertura especial da TV Globo e dos canais ESPN.

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

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SEGUNDA FASE – Derrota=25.o lugar com 500 pontos e US$ 9.000 pela participação no FIJI PRO:

———–resultados do sábado:

1.a: Adriano de Souza (BRA) 13.50 x 6.87 Iria Nakalevu (FJI)

2.a: Filipe Toledo (BRA) 10.70 x 8.86 Aca Ravulo (FJI)

3.a: Dane Reynolds (EUA) 15.00 x 14.10 Josh Kerr (AUS)

4.a: Kelly Slater (EUA) 18.70 x 9.47 Jay Davies (AUS)

5.a: Owen Wright (AUS) 10.10 x 9.03 Aritz Aranburu (ESP)

———–baterias que vão abrir o domingo:

6.a: Julian Wilson (AUS) x C. J. Hobgood (EUA)

7.a: Bede Durbidge (AUS) x Dusty Payne (HAV)

8.a: Joel Parkinson (AUS) x Glenn Hall (IRL)

9.a: Matt Wilkinson (AUS) x Adam Melling (AUS)

10: Miguel Pupo (BRA) x Fredrick Patacchia (HAV)

11: Jeremy Flores (FRA) x Ricardo Christie (NZL)

12: Kolohe Andino (EUA) x Matt Banting (AUS)

PRIMEIRA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

———–resultados da sexta-feira:

1.a: 1-Alejo Muniz (BRA)=12.20, 2-Kolohe Andino (EUA)=11.54, 3-Kelly Slater (EUA)=11.37

2.a: 1-Taj Burrow (AUS)=12.33, 2-Matt Banting (AUS)=11.13, 3-Aritz Aranburu (ESP)=10.50

3.a: 1-Wiggolly Dantas (BRA)=13.84, 2-Jay Davies (AUS)=13.17, 3-Josh Kerr (AUS)=5.07

4.a: 1-Adrian Buchan (AUS)=15.16, 2-Dane Reynolds (EUA)=8.53, 3-Filipe Toledo (BRA)=8.50

5.a: 1-Mick Fanning (AUS)=13.77, 2-Ricardo Christie (NZL)=9.26, 3-Aca Ravulo (FJI)=5.40

6.a: 1-Kai Otton (AUS)=15.60, 2-Adriano de Souza (BRA)=8.86, 3-Inia Nakalevu (FJI)=5.30

7.a: 1-Gabriel Medina (BRA)=17.13, 2-Jeremy Flores (FRA)=13.93, 3-C. J. Hobgood (EUA)=10.67

8.a: 1-Sebastian Zietz (HAV)=14.00, 2-Owen Wright (AUS)=13.67, 3-Dusty Payne (HAV)=7.50

9.a: 1-Nat Young (EUA)=13.00, 2-Miguel Pupo (BRA)=11.57, 3-Glenn Hall (IRL)=10.77

10: 1-Jadson André (BRA)=15.17, 2-Adam Melling (AUS)=14.60, 3-Julian Wilson (AUS)=11.34

11: 1-Keanu Asing (HAV)=11.50, 2-Bede Durbidge (AUS)=10.93, 3-Matt Wilkinson (AUS)=6.33

12: 1-Italo Ferreira (BRA)=15.97, 2-Joel Parkinson (AUS)=15.20, 3-Fredrick Patacchia (HAV)=11.47

 

A zoeira é indomável (até no surf)

Que a zoeira é indomável ninguém tem dúvidas, mas que ela chegaria aos tops da WSL é novidade. Um perfil do Instagram fez diversas montagens com vários surfistas profissionais. As imagens misturam rostos, colocam acessórios inusitados nas ondas e no cotidiano dos atletas. Confira algumas imagens do worldsurflols:

filipestorm

Filipinho e a tempestade brasileira.

cava

JOB cada vez mais maluco.

floater

Tomando a frente com estilo. Sally e Laura Never.

 

JJF sempre no controle.

JJF sempre no controle, já Joel…

Antony Walsh com um ângulo privilegiado.

Antony Walsh com um ângulo privilegiado.

 

WSL defini convidados e alternates para o Fiji Pro

Michel Bourez não conseguiu se recuperar a tempo para competir na 5° etapa do tour em Fiji. O espartano, como foi apelidado pelo seu porte físico, machucou o dedo tomando uma vaca Teahupo. Em seu lugar entra o brasileiro, primeiro alternate (surfista que fica na fila para competir caso alguém se machuque), Alejo Muniz. Entre as mulheres, a baixa foi a australiana Stephanie Gilmore. Stephanie se machucou no freesurf em Margaret River e desde então não surfou mais. Apesar de não competir no Rio, ela ainda manteve a 4° colocação no ranking, para sua vaga entra a australiana Keely Andrew.

Bourez postou em seu Instagram que ainda fica mais 4 semanas em recuperação:

 

Fora as vagas por contusão, ainda tem existem os wildcards, que são os surfistas convidados, geralmente pelos patrocinadores da etapa. Essas vagas ficaram com o excepcional surfista americano, ex integrante da elite, Dane Reynolds. Dane abandonou o tour por achar perda de tempo seguir aquelas regrinhas para se dar bem no tour e foi para o freesurf, onde ele cria e inova, desvendando e ultrapassando seus próprios limites.

this is me surfing. 🌟framegrab🌟 via @miniblanchard

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A surfista convidada entre as meninas, é a havaiana Mahina Maeda. Maeda é atualmente a campeã mundial junior e vai encarar as melhores surfistas do mundo nas melhores ondas do mundo.

Happy with waves on the north shore ! 📷 kin kimoto

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Para finalizar, a última vaga concedida para os homens vem de uma triagem, o trials. Essa competição é apenas entre convidados e locais de Fiji. Quem venceu e conquistou a vaga foi o taitiano Aca Ravulo.

Lembramos a todos que o evento feminino tem a janela de 31 de Maio a 05 de Junho e o masculino de 07 a 19 de Junho. Confira abaixo as baterias da primeira fase e os rankings após a etapa do Rio:

PRIMEIRA FASE DO FIJI WOMEN´S PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.a e 3.a=Segunda Fase:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS), Bianca Buitendag (AFR), Nikki Van Dijk (AUS)

2.a: Stephanie Gilmore (AUS), Tatiana Weston-Webb (HAV), Alessa Quizon (HAV)

3.a: Carissa Moore (HAV), Johanne Defay (FRA), Mahina Maeda (HAV)

4.a: Courtney Conlogue (EUA), Silvana Lima (BRA), Sage Erickson (EUA)

5.a: Tyler Wright (AUS), Coco Ho (HAV), Laura Enever (AUS)

6.a: Lakey Peterson (EUA), Malia Manuel (HAV), Dimity Stoyle (AUS)

PRIMEIRA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

1.a: Taj Burrow (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Dusty Payne (HAV)

2.a: Josh Kerr (AUS), Jeremy Flores (FRA), Brett Simpson (EUA)

3.a: John John Florence (HAV), Kolohe Andino (EUA), C. J. Hobgood (EUA)

4.a: Filipe Toledo (BRA), Matt Banting (AUS), Alejo Muniz (BRA)

5.a: Mick Fanning (AUS), Wiggolly Dantas (BRA), Dane Reynolds (EUA)

6.a: Adriano de Souza (BRA), Adrian Buchan (AUS), Aca Ravulo (FJI)

7.a: Kelly Slater (EUA), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL)

8.a: Gabriel Medina (BRA), Jadson André (BRA), Adam Melling (AUS)

9.a: Owen Wright (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Keanu Asing (HAV)

10: Nat Young (EUA), Italo Ferreira (BRA), Fredrick Patacchia (HAV)

11: Julian Wilson (AUS), Joel Parkinson (AUS), Kai Otton (AUS)

12: Jordy Smith (AFR), Bede Durbidge (AUS), Ricardo Christie (NZL)

TOP-22 DO RANKING DA WORLD SURF LEAGUE – após a 4.a etapa no Rio de Janeiro:

1.o: Adriano de Souza (BRA) – 26.250 pontos

2.o: Filipe Toledo (BRA) – 25.700

3.o: Mick Fanning (AUS) – 20.950

4.o: Josh Kerr (AUS) – 17.450

5.o: Nat Young (EUA) – 16.500

6.o: Owen Wright (AUS) – 16.150

7.o: John John Florence (HAV) – 15.500

8.o: Julian Wilson (AUS) – 15.450

9.o: Taj Burrow (AUS) – 15.200

10: Bede Durbidge (AUS) – 14.200

11: Matt Wilkinson (AUS) – 12.750

11: Italo Ferreira (BRA) – 12.750

13: Kelly Slater (EUA) – 12.700

14: Jordy Smith (AFR) – 11.450

14: Jadson André (BRA) – 11.450

16: Jeremy Flores (FRA) – 10.250

17: Miguel Pupo (BRA) – 9.250

17: Sebastian Zietz (HAV) – 9.250

19: Gabriel Medina (BRA) – 9.200

20: Joel Parkinson (AUS) – 8.000

20: Matt Banting (AUS) – 8.000

22: Wiggolly Dantas (BRA) – 7.950

TOP-10 DO JEEP LEADERBOARD RANKING – 4 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 34.500 pontos

2.a: Courtney Conlogue (EUA) – 31.700

3.a: Tyler Wright (AUS) – 23.400

4.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 21.050

5.a: Lakey Peterson (EUA) – 20.800

6.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 19.600

7.a: Malia Manuel (HAV) – 18.650

8.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) – 18.300

9.a: Bianca Buitendag (AFR) – 18.250

10.a: Coco Ho (HAV) – 17.000

11.a: Silvana Lima (BRA) – 15.100

PRÓXIMAS ETAPAS DO SAMSUNG GALAXY WORLD SURF LEAGUE CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Jun 07-19: Fiji Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Jul 08-19: J-Bay Open em Supertubes, Jeffreys Bay – África do Sul

7.a: Ago 14-25: Billabong Pro Teahupoo em Teahupoo, Taiarapu Ouest – Taiti

8.a: Set 09-20: Hurley Pro at Trestles em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

9.a: Out 06-17: Quiksilver Pro France em Hossegor, Landes – França

10: Out 20-31: Moche Rip Curl Pro Portugal em Supertubos, Peniche, Cascais – Portugal

11: Dez 08-20: Billabong Pipe Masters em Banzai Pipeline, Oahu – Havaí

PRÓXIMAS ETAPAS DO WSL SAMSUNG GALAXY WOMEN´S CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Mai 31-05: Fiji Women´s Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Set 09-20: Trestles Women´s Pro em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

7.a: Set 22-28: Cascais Women´s Pro Portugal na Praia do Guincho, Cascais, Estoril – Portugal

8.a: Out 06-17: Roxy Pro France em Hossegor, Landes – França

9.a: Nov 22-06: Maui Women´s Pro em Honolua Bay, Maui – Havaí

Foto: Reprodução/Facebook WSL

Ricardinho recebe homenagens

Assassinado no início do ano, o surfista profissional Ricardo dos Santos, conhecido como Ricardinho , estaria completando hoje 25 anos de idade. Local da Guarda do Embaú em Palhoça, Santa Catarina, Ricardinho era especialista em ondas grandes, pesadas e tubulares. O surfista é frequentemente lembrado pelos seus amigos que estão no tour, prova disso são as homenagens deixadas pelos tops brasileiros na WSL:

Gabriel Medina

Feliz Aniversário Ricardinho!!!!! Todos nos sentimos sua falta… 🙏 #RicardinhoPraSempre

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Miguel Pupo

Alejo Muniz

Adriano de Souza “Mineirinho”

Foto: Reprodução Facebook

Melhores momentos do Oi Rio Pro

Dentre as surpresas da etapa brasileira do tour, tivemos a surpresa da eliminação precoce de todos os atletas que já foram campeões mundiais antes das etapas finais do evento, algumas manobras com alto grau de dificuldade, free surf das estrelas, como se fossem surfistas anônimos e o destaques dos estreantes na WSL como Ítalo Ferreira, que foi até a semi-final.

Rodeo Flip, full rotation pra todo lado e eliminação dos campeões mundiais 

A primeira manobra do vídeo foi um tanto inesperada, afinal de contas, ninguém está acostumado nem como nome dela. Rodeo flip, foi o que John John Florence fez e completou com perfeição. Depois temos os tubos profundos e os aéreos full rotation (rotação completa de 360° no ar), que foram usados e abusados pelos brasileiros Filipe Toledo e Ítalo Ferreira.

Joel Parkinson back flip de jet ski

A cena mais bizarra, engraçada e ao mesmo tempo preocupante, foi quando o australiano Joel Parkinson montou no Jet Ski para ser levado novamente para o out side (sessão que fica um pouco atrás onde as ondas quebram) e o condutor da moto náutica bateu contra a onda de lado, fazendo Joel voar de cabeça para baixo. Talvez a primeira vaca de jet em uma etapa da WSL:

John John e Kelly Slater no free surf

Já imaginou se um dia você está surfando tranquilamente no seu quintal de casa e se depara com nada menos que o 11x campeão mundial e lenda viva do esporte surfando ao seu lado! Ou então o moleque havaiano que já mostrou ao mundo do que é capaz John John Florence. Pois é, eles foram até o Postinho, na Barra da Tijuca, para treinar no dia que a WSL adiou o evento. O público não acreditou:

Filipinho inspirado e público record

Filipe Toledo já é uma estrela do surf mundial por conta de seu surf progressivo e aéreo, o que ele nem ninguém estavam esperando é que a Barra da Tijuca iria se tornar um Maracanã do surf. Com direito a grito de é campeão, torcida organizada até invasão de área restrita, o que causou grande confusão quando o campeão da etapa saiu do mar. Histerias a parte, demos um show em tudo e o Brasil fortalecido com a liderança do ranking com Adriano de Souza e logo atrás vem Filipinho em segundo.

Foto: WSL/Salem

Assista os melhores momentos do 3° dia do Oi Rio Pro com show do Filipinho

Em um dia cheio para toda a comissão da WSL, tivemos 20 baterias completas e 16 surfistas foram eliminados da competição, incluindo os campeões mundiais Kelly Slater (USA), Mick Fanning (AUS), Joel Parkinson (AUS) e Gabriel Medina (BRA) e o ainda líder do Jeep Ranking, Adriano de Souza (BRA).

Assista os melhores momentos que tivemos performances impressionantes como o rodeo flip do John John Florence e os aéreos insanos dos brasileiros Ítalo Ferreira, um full rotation da back e Filipe Toledo que destruiu uma direita com dois aéreos e uma batida na junção para conquistar o primeiro 10 da competição e deixar seus adversários precisando de uma combinação de notas para vencê-lo.

 

Assista os melhores momentos do 1° dia de competições do Oi Rio Pro

Alvo de grande discussão entre toda a mídia especialista em surf, a praia escolhida para a realização da perna brasileira da WSL, o Postinho na Barra da Tijuca, não decepcionou em seu primeiro dia de competição. O Postinho mostrou seu power hoje o dia todo com ondas sólidas, fortes e tubulares em alguns momentos da manhã. Confira agora as melhores ondas e notas dos surfistas que foram destaque no masculino. Infelizmente a WSL ainda não divulgou os vídeos do feminino.

Joel Parkinson entubando de back para a esquerda e finalizando com uma batida e um floater na junção: 9.17

Tubo do 11x campeão mundial Kelly Slater finalizando a onda com uma batida na junção: 9.50

Filipe Toledo voa alto, joga a rabeta da prancha pro céu, e aterriza com segurança nesse aéreo full rotation: 9.70

 

Tubo do Adriano de Souza com free fall drop (drop em queda livre): 9.73

Novamente Kelly Slater entubando profundo, mas dessa vez ele sai na baforada para conquistar a melhor nota da primeira fase: 9.77

E confira o vídeo com o resumo do primeiro dia do WSL Oi Rio Pro na Barra da Tijuca, RJ:

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