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Iniciou do tour está marcado para hoje na Austrália

By João Carvalho | 14 de março de 2017 | principal

Os melhores surfistas do mundo já estavam prontos para competir na terça-feira, mas as condições do mar não eram favoráveis para a abertura do World Surf League Championship Tour 2017 na Austrália. Continuar lendo

Super Surf está de volta com 4 etapas em 2015

A ABRASP confirmou as novas e definitivas datas do Circuito SUPER SURF deste ano além das demais datas dos eventos regionais da temporada 2015, vejam como ficou a programação do Circuito Brasileiro Profissional de 2015.

SUPER SURF: serão quatro eventos abertos a 144 atletas e este ano será um circuito aberto, lembrando que para o ano de 2016 nos eventos acima de R$60 mil somente os Top 44 poderão competir, por isso a importância de se terminar este ano entre os 44 melhores do ranking brasileiro.

A prioridade de inscrição dos eventos Super Surf deste ano será para os surfistas ranqueados em 2014 (ano em que Ítalo Ferreira se sagrou campeão brasileiro), na sequência a prioridade será para os integrantes do ranking deste ano (2015) e depois passarão a valer os rankings de 2013, 2012, 2011, etc. As inscrições estarão abertas a partir do final de maio e em breve estaremos informando os procedimentos de inscrição, lembrando que SOMENTE SURFISTAS FILIADOS poderão competir no Super Surf. As datas serão:

1.a etapa – 15 a 19 de julho em Maresias, São Sebastião/SP
2.a etapa – 12 a 16 de agosto no estado de São Paulo
3.a etapa – 09 a 13 de setembro no estado de Santa Catarina
4.a etapa – 14 a 18 de outubro no estado do Rio de Janeiro

Também tivemos alterações nas datas dos eventos regionais e pedimos que confiram o calendário em anexo para realizarem sua programação anual.

Uma lista parcial com os inscritos foi divulgada no Facebook:

1 Alan Marcos
2 Alandreson Martins
3 Alessandro Puga Gaspar
4 Alex Lima
5 Alex Ribeiro Alex Ribeiro
6 Alon Campestrini
7 Andre Gonçalves
8 Andre Luis Linhares Moi
9 Anselmo Correia
10 Arno Anheli
11 Arthur Souza
12 Artur Aguiar
13 Bino Bernardo Lopes
14 Bruno Galini
15 Bruno Moraes
16 Bruno Rodrigues
17 Caetano Vargas
18 Caina Barletta
19 Cauê Wood
20 Cezar Aguiar Molusco
21 Danilo Costa
22 David Do Carmo
23 David Silva Filhão
24 Deivid Silva
25 Diego Rosa
26 Dodô Dodoveiga Veiga
27 Douglas Noronha Douglas
28 Dunga Estevão Neto
29 Edher Reis
30 Eduardo Barrionuevo
31 Felipe Lipe Alves
32 Felipe Oliveira
33 Flavio Nakagima Flavio Nakagima
34 Frank Cordeiro
35 Gabriel Adisaka
36 Gabriel Ferreira
37 Geovane Ferreira
38 Gilmar Silva
39 Gustavo Bertotto
40 Gustavo Fernandes
41 Hugo Bittencourt
42 Ian Roichman Gouveia
43 Ícaro Miguel Rodrigues
44 Itim Silva
45 Jean da Silva
46 Jihad Khodr
47 Johnny Lacerda
48 Jonatan Busetti
49 José Eduardo Fernandes
50 Juliano Uzuelli
51 Julio Terres
52 Kadu Medeiros
53 Leandro Cruz
54 Léo Andrade
55 Leonardo Leo Neves
56 Luan Carvalho
57 Lucas Santos
58 Lucas Silveira
59 Luciano Brulher
60 Magno Pacheco Magno Tim Pacheco
61 Marcelo Trekinho
62 Marcio Freitas
63 Marco Aurelio Santos
64 Marco Fernandez
65 Matheus Navarro
66 Maxsswell Ribeiro
67 Messias Felixx Messias Felix
68 Michel Roque
69 Nathan R Brandi Nathan Brandi
70 Odarci Teco Nonato
71 Odirlei Coutinho
72 Paulo moura
73 Pedro Neves
74 Pedro Norberto Ludwig
75 Rafael Teixeira
76 Raoni Monteiro
77 Renato Galvao Pincerni
78 Ricardo Ferreira
79 Robson Santos Coleta
80 Rodrigo Wazlawick
81 Samuel Igo
82 Sidney Guimarães Sidinho
83 Tamae Bettero
84 Tanio Mello Barreto Tanio Barreto
85 Thiago Camarao
86 Thiago Thiago Guimaraes
87 Willian Cardoso
88 Yage Araujo
89 Yan Daberkow
90 Ygor Arakaki

 

Reprodução Facebook: Klaus Kaiser
Tour Manager
ABRASP

Owen Wright faz história em Fiji – Assista

Por: ASP South America.

Uma final australiana fechou o Fiji Pro com uma performance histórica de Owen Wright, 25 anos, vencendo Julian Wilson, 26, com duas notas 10 nos tubos de 3 metros de altura em Cloudbreak na terça-feira. Ele já havia feito uma “bateria perfeita” de 20 pontos na segunda-feira e o título em Fiji valia a terceira posição de Mick Fanning, 34 anos, no ranking para os dois finalistas. Os brasileiros Adriano de Souza, 28, e Filipe Toledo, 20, continuam na frente do Jeep Leaderboard, mas os australianos se aproximaram para brigar pela ponta do ranking na próxima etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour nas direitas de Jeffreys Bay, de 08 a 19 de julho na África do Sul.

Owen Wright no tubo nota 10 (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Eu nem consigo acreditar em tudo isso que aconteceu. Ganhar o campeonato aqui em Fiji com duas notas 10 é um sonho tornado realidade”, disse Owen Wright, que entrou na corrida pelo título mundial da temporada. “Eu tenho treinado e trabalhado bastante, acompanhando de perto o que os caras tops do circuito estão fazendo e valeu a pena. O Gabriel Medina tem sido uma grande inspiração para mim, especialmente pelo que ele fez aqui neste evento no ano passado, e os outros brasileiros também”.

Melhores momentos do último dia do evento:

Medina ficou na terceira fase do Fiji Pro esse ano, assim como os líderes do ranking. Adriano continuou em primeiro com 28.000 pontos e Filipinho tem 27.450, agora seguido de perto por Owen Wright com 26.150 e Mick Fanning com 24.950. Mais dois australianos também passam a ter chances matemáticas de brigar pela “lycra amarela” do brasileiro Adriano de Souza no J-Bay Open, o vice-campeão Julian Wilson que subiu para o quinto lugar no ranking com 23.450 pontos e Taj Burrow com 21.700. Os dois tiraram o Brasil do Fiji Pro nos primeiros confrontos das quartas de final que abriram a terça-feira decisiva na ilha de Tavarua.

O potiguar Italo Ferreira, 21 anos, pegou ótimos tubos de frontside nas esquerdas de Cloudbreak para ganhar duas notas na casa dos 8 pontos, mas Julian Wilson surfou o maior, passando por dentro das sessões que quebravam a sua frente para receber 9,43. Esta nota acabou decidindo a pequena vantagem no placar de 17,36 a 17,00 pontos. O paulista Wiggolly Dantas, 25 anos, entrou na segunda do dia com Taj Burrow, 37, mas faltou tubo para os dois competidores, com poucas ondas boas entrando na bateria. O australiano começou bem com nota 8,77 e o ubatubense não conseguiu reagir na difícil condição do mar, sendo derrotado por 13,37 a 7,40 pontos.

Italo Ferreira (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

Mesmo assim, o quinto lugar nas quartas de final do Fiji Pro foi mais um grande resultado para os dois estreantes da “seleção brasileira” no grupo dos top-34 da World Surf League esse ano. Italo Ferreira subiu da 11.a para a oitava colocação no ranking e Wiggolly Dantas ganhou cinco posições, saindo da rabeira na lista dos 22 que são mantidos na elite para o 17.o lugar, ultrapassando o campeão mundial Gabriel Medina que caiu para vigésimo e Miguel Pupo, empatado em 21.o com o australiano Adam Melling.

BATERIAS NOTAS 10 – Se Gabriel Medina fez a festa no ano passado com a vitória inédita do Brasil nas Ilhas Fiji, desta vez os australianos comandaram o espetáculo nos tubos de Cloudbreak nestes dois últimos dias de ondas de mais de 3 metros de altura. O campeão Owen Wright estava abençoado e surfou os tubos mais espetaculares com uma apresentação histórica. Ele foi o único a vencer duas baterias com pontuação máxima numa mesma etapa. Kelly Slater e Joel Parkinson também já fizeram duas “baterias perfeitas”, mas em anos e lugares diferentes. Slater em 2005 nos tubos de Teahupoo no Taiti e em Fiji em 2013. E o australiano em 2008 em Banzai Pipeline no Havaí e também em 2013 em Bali na Indonésia.

Parkinson foi a primeira vítima do campeão na terça-feira. Owen venceu o seu primeiro desafio por 16,60 a 12,84 pontos, com nota 8,93 na sua melhor onda. Na semifinal com Jeremy Flores, já começou a bateria com um tubaço incrível que valeu nota 9,43 e depois tirou um 7,50 para garantir sua vitória mais apertada do último dia. O francês só conseguiu surfar duas ondas, mas foi bem na escolha e quase consegue a segunda vaga para a final com as notas 8,00 e 8,57 que recebeu. Os 16,57 pontos de Jeremy ficaram perto dos 16,93 do australiano.

Julian Wilson e o campeão Owen Wright (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

DECISÃO DO TÍTULO – Depois de um intervalo foi iniciada a grande final do Fiji Pro 2015, mas sem muitas ondas boas de novo e longas calmarias. Depois de surfar grandes tubos nas vitórias sobre Italo Ferreira e Taj Burrow, Julian Wilson não pegou nada justamente na bateria decisiva. Já Owen Wright achou tubos espetaculares, sempre estava no lugar certo e o primeiro canudo valeu 9,60. Depois ele saiu de um mais espetacular que arrancou o primeiro 10 da final. E ainda veio em outra bomba, completando o tubo para fechar a sua segunda bateria perfeita de 20 pontos nas esquerdas de Cloudbreak.

Dois 10 na final, Owen faz história:

 

“Eu fiz duas viagens ao Taiti esse ano e acho que é de onde vieram os tubos que entraram para mim na final”, brincou Owen Wright. “Ontem (segunda-feira) já tinha sido um sonho se tornado realidade e hoje foi ainda melhor. Vencer com duas notas 10 é realmente especial. Eu estava vendo o mar antes da bateria e eu sabia que iam entrar alguns tubos grandes. Eu só precisava estar no lugar certo na hora certa e estou muito feliz por estar de volta ao pódio”.

O Fiji Pro foi transmitido ao vivo pelowww.worldsurfleague.com e também pela Fox Sports para a Austrália, pela MCS Extreme para a França, EDGE Sports para a China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios e no Brasil terá cobertura especial da TV Globo e dos canais ESPN. Na próxima etapa na África do Sul, os canais para assistir os melhores surfistas do mundo nas melhores ondas do mundo serão os mesmos.

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

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RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO FIJI PRO:

Campeão: Owen Wright (AUS) por 20,00 pontos (10,00+10,00) – US$ 100.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: Julian Wilson (AUS) com 7,84 (notas 4,67+3,17) – US$ 40.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos e US$ 20.000 de prêmio:

1.a: Julian Wilson (AUS) 11.50 x 8.66 Taj Burrow (AUS)

2.a: Owen Wright (AUS) 16.93 x 16.57 Jeremy Flores (FRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 5.200 pontos e US$ 15.000:

1.a: Julian Wilson (AUS) 17.36 x 17.00 Italo Ferreira (BRA)

2.a: Taj Burrow (AUS) 13.37 x 7.40 Wiggolly Dantas (BRA)

3.a: Owen Wright (AUS) 16.60 x 12.84 Joel Parkinson (AUS)

4.a: Jeremy Flores (FRA) 16.83 x 12.90 Kai Otton (AUS)

TOP-22 NO JEEP LEADERBOARD DA WORLD SURF LEAGUE – após a 5.a etapa em Fiji:

1.o: Adriano de Souza (BRA) – 28.000 pontos

2.o: Filipe Toledo (BRA) – 27.450

3.o: Owen Wright (AUS) – 26.150

4.o: Mick Fanning (AUS) – 24.950

5.o: Julian Wilson (AUS) – 23.450

6.o: Taj Burrow (AUS) – 21.700

7.o: Nat Young (EUA) – 18.250

8.o: Josh Kerr (AUS) – 17.950

8.o: Italo Ferreira (BRA) – 17.950

10: Jeremy Flores (FRA) – 16.750

11: Kelly Slater (EUA) – 16.700

12: John John Florence (HAV) – 16.000

13: Bede Durbidge (AUS) – 15.950

14: Matt Wilkinson (AUS) – 13.250

15: Joel Parkinson (AUS) – 13.200

15: Jadson André (BRA) – 13.200

17: Wiggolly Dantas (BRA) – 13.150

18: Jordy Smith (AFR) – 11.950

19: Sebastian Zietz (HAV) – 11.000

20: Gabriel Medina (BRA) – 10.950

21: Miguel Pupo (BRA) – 9.750

21: Adam Melling (AUS) – 9.750

PRÓXIMAS ETAPAS DO SAMSUNG GALAXY WORLD SURF LEAGUE CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

6.a: Jul 08-19: J-Bay Open em Supertubes, Jeffreys Bay – África do Sul

7.a: Ago 14-25: Billabong Pro Teahupoo em Teahupoo, Taiarapu Ouest – Taiti

8.a: Set 09-20: Hurley Pro at Trestles em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

9.a: Out 06-17: Quiksilver Pro France em Hossegor, Landes – França

10: Out 20-31: Moche Rip Curl Pro Portugal em Supertubos, Peniche, Cascais – Portugal

11: Dez 08-20: Billabong Pipe Masters em Banzai Pipeline, Oahu – Havaí

Outras duas notas 10 do campeão:

 

Foto: WSL / Kirstin.

 

Ítalo vence Slater – Fiji Pro Highlights

Por: 

O potiguar Italo Ferreira e o paulista Wiggolly Dantas são os únicos brasileiros entre os oito finalistas do Fiji Pro definidos na segunda-feira de grandes tubos de 10-12 pés em Cloudbreak, na ilha de Tavarua. Wiggolly derrotou Italo e é o único invicto do campeonato, mas o potiguar despachou Kelly Slater na quinta fase e vai enfrentar Julian Wilson na primeira quarta de final. Os brasileiros não competiram nas melhores horas do mar e Gabriel Medina e Filipe Toledo foram eliminados sem conseguir pegar boas ondas em suas baterias. O australiano Mick Fanning também perdeu e Adriano de Souza permanece com a lycra amarela do Jeep Leaderboard de número 1 no ranking do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour.

Wiggolly Dantas (Kirstin Scholtz / WSL)

Filipe Toledo também não perde a vice-liderança nas Ilhas Fiji e o Brasil continua liderando a corrida do título mundial da temporada. Ele assumiria a ponta se passasse por Adam Melling, mas competiu numa hora ruim do mar na mudança da maré, com ondas menores e grandes intervalos entre as séries. O australiano teve mais sorte na escolha e levou a melhor por 11,66 a 10,97 pontos. Com a derrota de Filipe na mesma 13.a colocação do Fiji Pro que Adriano de Souza, só Mick Fanning poderia ultrapassar os brasileiros. Para isso, ele teria que ser finalista em Cloudbreak, mas foi barrado no último confronto do dia pelo mesmo Kai Otton que já havia estreado com vitória sobre Mineirinho na sexta-feira e despachado Gabriel Medina na manhã da segunda-feira.

O atual campeão mundial defendia o título do Fiji Pro e competiu duas baterias antes de Filipe Toledo, também em condições difíceis no mar em transformação, subindo para um fim de dia de tubos clássicos em Cloudbreak. Eles não tiveram a sorte de aproveitar disso e Kai Otton até pegou alguns não tão grandes que renderam duas notas na casa dos 7 pontos para vencer por 14,97 a 13,77 pontos. Esta foi a quarta vez que Gabriel Medina não passa da terceira fase nas cinco etapas da temporada. Ele já caiu para vigésimo no ranking e parece estar mais na briga para ficar no grupo dos 22 que permanecem na elite dos top-34 para o ano que vem, do que pelo bicampeonato mundial. Mas, ainda tem um título a defender, no Billabong Pro Tahiti nos temidos tubos de Teahupoo.

ESTREANTES DO BRASIL – A esperança de uma segunda vitória do Brasil nas Ilhas Fiji agora fica para as duas novidades da “seleção verde-amarela” do WCT. Italo Ferreira e Wiggolly Dantas se classificaram para a divisão principal da World Surf League pelo ranking do Qualifying Series no ano passado. Eles ocuparam as vagas do catarinense Alejo Muniz e do carioca Raoni Monteiro e são os principais estreantes da temporada. Competiram juntos na quarta fase com o norte-americano Dane Reynolds em mais uma bateria fraca de boas ondas. Wiggolly conquistou a classificação direta para as quartas de final por menos de 1 ponto de diferença, totalizando 11,30 pontos contra 10,77 do californiano e 10,67 de Italo Ferreira.

“A situação ficou muito complicada lá fora, difícil de se posicionar, mas estou feliz por conseguir vencer mais uma”, disse Wiggolly Dantas. “Dava para sentir o swell (ondulação) aumentando, ganhando volume, então ficamos lá procurando as ondas e estava muito difícil. Eu estou amarradão que ainda consegui encontrar duas ondas que não fecharam para passar direto para as quartas de final e acredito que teremos muitos tubos pra surfar aqui ainda nos próximos dias”.

Italo Ferreira (Foto: Steve Robertson / WSL)

Curiosamente, todas as baterias com participação brasileira foram disputadas nas piores condições de ondas do dia. Nas outras três baterias desta quarta fase, Julian Wilson ganhou a primeira aumentando o recorde do Fiji Pro para 19,43 pontos, Joel Parkinson venceu a terceira por 18,93 com a primeira nota 10 do campeonato e Jeremy Flores também surfou grandes tubos para somar 18,70 pontos na última. Aí começou a quinta fase com Italo Ferreira e Kelly Slater e as ondas sumiram de Cloudbreak. O onze vezes campeão mundial não achou nada e o potiguar conseguiu sua segunda vitória sobre o maior ídolo do esporte em seu primeiro ano na elite com duas notas na casa dos 5 pontos no placar encerrado em 10,97 a 7,34 pontos.

“Eu quase nem consigo acreditar nisso, que venci o Kelly (Slater) em Fiji”, disse Italo Ferreira. “Ele é o melhor de todos os tempos, ainda mais aqui onde já venceu várias vezes, mas o mar estava bem difícil na nossa bateria, quase não entrou onda, a maioria fechava rápido, mesmo assim estou muito feliz por ter conseguido vencer mais uma bateria e por ter passado para as quartas de final. É muito bom poder continuar competindo neste lugar incrível”.

Assista os melhores momentos da bateria do estreante Ítalo Ferreira:

BATERIAS PERFEITAS – Depois da magra vitória de Italo Ferreira sobre Kelly Slater, os tubos voltaram a aparecer em Cloudbreak para Taj Burrow derrotar Dane Reynolds por 15,24 a 13,66 pontos. E o mar ficou clássico no penúltimo confronto do dia, com Owen Wright fazendo uma apresentação perfeita, somando duas notas 10 e ainda descartando duas na casa dos 8 pontos. As condições estavam incríveis e o seu adversário neste duelo australiano, Adam Melling, também surfou grandes tubos para totalizar 17,70 pontos, contra os 20,00 de Owen Wright, que entrou para um seleto grupo de surfistas notas 10.

Assista a bateria perfeita com direito a duas notas 10 de Owen Wright:

Owen Wright (Foto: Kirstin Scholtz / WSL)

“Eu estou absolutamente deslumbrado de como está bom lá fora, não tenho nem o que dizer quase, é simplesmente fantástico”, disse Owen Wright. “Eu nunca imaginei na minha vida que eu iria conseguir 20 pontos numa bateria, mas tem tanta onda boa, o mar tá tão clássico e foi ótimo eu poder realizar isso. É um sentimento incrível estar aqui falando depois de ter surfado essas ondas, não pode existir nada melhor do que estou sentindo agora, foi mágico”.

Em quase 40 anos de história do Circuito Mundial, este feito só havia sido registrado seis vezes. A primeira foi em 1996 na etapa da Gold Coast na Austrália, com o californiano Shane Beschen sendo o mais espetacular de todos, o único a ganhar três notas 10 na mesma bateria. Depois, só em 2005 Kelly Slater conseguiu duas notas máximas na final do Billabong Pro Tahiti e ainda repetiu a bateria perfeita em 2013 nas Ilhas Fiji. O australiano Joel Parkinson também atingiu esta marca duas vezes, em 2008 em Banzai Pipeline no Havaí e em 2013 em Bali na Indonésia. O francês Jeremy Flores completa a lista com suas duas notas 10 nos tubos de Teahupoo no Taiti em 2011.

O Fiji Pro ainda tem prazo até sexta-feira para ser encerrado e a primeira chamada da terça-feira está marcada para as 7h30 da terça-feira na ilha de Tavarua, 16h30 da segunda-feira pelo fuso horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e também pela Fox Sports para a Austrália, pela MCS Extreme para a França, EDGE Sports para a China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios e no Brasil terá cobertura especial da TV Globo e dos canais ESPN.

Melhores momentos do dia:

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da WSL South America – jcarvalho@worldsurfleague.com

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QUARTAS DE FINAL DO FIJI PRO – 5.o lugar com 5.200 pontos:

1.a: Julian Wilson (AUS) x Italo Ferreira (BRA)

2.a: Taj Burrow (AUS) x Wiggolly Dantas (BRA)

3.a: Joel Parkinson (AUS) x Owen Wright (AUS)

4.a: Jeremy Flores (FRA) x Kai Otton (AUS)

QUINTA FASE – Vitória=Quartas de Final / Derrota=9.o lugar com 4.000 pontos:

1.a: Italo Ferreira (BRA) 10.97 x 7.34 Kelly Slater (EUA)

2.a: Taj Burrow (AUS) 15.24 x 13.66 Dane Reynolds (EUA)

3.a: Owen Wright (AUS) 20.00 x 17.70 Adam Melling (AUS)

4.a: Kai Otton (AUS) 14.33 x 11.33 Mick Fanning (AUS)

QUARTA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Quartas de Final / 2.o e 3.o=Quinta Fase:

1.a: 1-Julian Wilson (AUS)=19.43, 2-Kelly Slater (EUA)=14.34, 3-Taj Burrow (AUS)=13.83

2.a: 1-Wiggolly Dantas (BRA)=11.30, 2-Dane Reynolds (EUA)=10.77, 3-Italo Ferreira (BRA)=10.67

3.a: 1-Joel Parkiinson (AUS)=18.93, 2-Owen Wright (AUS)=17.26, 3-Mick Fanning (AUS)=16.60

4.a: 1-Jeremy Flores (FRA)=18.70, 2-Kai Otton (AUS)=12.10, 3-Adam Melling (AUS)=7.17

TERCEIRA FASE DO FIJI PRO – Derrota=13.o lugar com 1.750 pontos e US$ 10.500 de prêmio:

———–primeiros resultados da segunda-feira:

7.a: Mick Fanning (AUS) 13.67 x 13.30 Alejo Muniz (BRA)

8.a: Joel Parkinson (AUS) 14.07 x 13.30 Sebastian Zietz (HAV)

9.a: Owen Wright (AUS) 16.26 x 9.44 Adrian Buchan (AUS)

10: Kai Otton (AUS) 14.97 x 13.77 Gabriel Medina (BRA)

11: Jeremy Flores (FRA) 10.60 x 4.50 Bede Durbidge (AUS)

12: Adam Melling (AUS) 11.66 x 10.97 Filipe Toledo (BRA)

———–baterias que fecharam o domingo:

1.a: Taj Burrow (AUS) 13.16 x 6.36 Keanu Asing (HAV)

2.a: Julian Wilson (AUS) 13.93 x 13.34 Kolohe Andino (EUA)

3.a: Kelly Slater (EUA) 18.57 x 10.17 Fredrick Patacchia (HAV)

4.a: Wiggolly Dantas (BRA) 15.36 x 13.94 Nat Young (EUA)

5.a: Italo Ferreira (BRA) 12.93 x 11.80 Jadson André (BRA)

6.a: Dane Reynolds (EUA) 18.34 x 13.64 Adriano de Souza (BRA)

 

WSL defini convidados e alternates para o Fiji Pro

Michel Bourez não conseguiu se recuperar a tempo para competir na 5° etapa do tour em Fiji. O espartano, como foi apelidado pelo seu porte físico, machucou o dedo tomando uma vaca Teahupo. Em seu lugar entra o brasileiro, primeiro alternate (surfista que fica na fila para competir caso alguém se machuque), Alejo Muniz. Entre as mulheres, a baixa foi a australiana Stephanie Gilmore. Stephanie se machucou no freesurf em Margaret River e desde então não surfou mais. Apesar de não competir no Rio, ela ainda manteve a 4° colocação no ranking, para sua vaga entra a australiana Keely Andrew.

Bourez postou em seu Instagram que ainda fica mais 4 semanas em recuperação:

 

Fora as vagas por contusão, ainda tem existem os wildcards, que são os surfistas convidados, geralmente pelos patrocinadores da etapa. Essas vagas ficaram com o excepcional surfista americano, ex integrante da elite, Dane Reynolds. Dane abandonou o tour por achar perda de tempo seguir aquelas regrinhas para se dar bem no tour e foi para o freesurf, onde ele cria e inova, desvendando e ultrapassando seus próprios limites.

this is me surfing. 🌟framegrab🌟 via @miniblanchard

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A surfista convidada entre as meninas, é a havaiana Mahina Maeda. Maeda é atualmente a campeã mundial junior e vai encarar as melhores surfistas do mundo nas melhores ondas do mundo.

Happy with waves on the north shore ! 📷 kin kimoto

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Para finalizar, a última vaga concedida para os homens vem de uma triagem, o trials. Essa competição é apenas entre convidados e locais de Fiji. Quem venceu e conquistou a vaga foi o taitiano Aca Ravulo.

Lembramos a todos que o evento feminino tem a janela de 31 de Maio a 05 de Junho e o masculino de 07 a 19 de Junho. Confira abaixo as baterias da primeira fase e os rankings após a etapa do Rio:

PRIMEIRA FASE DO FIJI WOMEN´S PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.a e 3.a=Segunda Fase:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS), Bianca Buitendag (AFR), Nikki Van Dijk (AUS)

2.a: Stephanie Gilmore (AUS), Tatiana Weston-Webb (HAV), Alessa Quizon (HAV)

3.a: Carissa Moore (HAV), Johanne Defay (FRA), Mahina Maeda (HAV)

4.a: Courtney Conlogue (EUA), Silvana Lima (BRA), Sage Erickson (EUA)

5.a: Tyler Wright (AUS), Coco Ho (HAV), Laura Enever (AUS)

6.a: Lakey Peterson (EUA), Malia Manuel (HAV), Dimity Stoyle (AUS)

PRIMEIRA FASE DO FIJI PRO – Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

1.a: Taj Burrow (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Dusty Payne (HAV)

2.a: Josh Kerr (AUS), Jeremy Flores (FRA), Brett Simpson (EUA)

3.a: John John Florence (HAV), Kolohe Andino (EUA), C. J. Hobgood (EUA)

4.a: Filipe Toledo (BRA), Matt Banting (AUS), Alejo Muniz (BRA)

5.a: Mick Fanning (AUS), Wiggolly Dantas (BRA), Dane Reynolds (EUA)

6.a: Adriano de Souza (BRA), Adrian Buchan (AUS), Aca Ravulo (FJI)

7.a: Kelly Slater (EUA), Miguel Pupo (BRA), Glenn Hall (IRL)

8.a: Gabriel Medina (BRA), Jadson André (BRA), Adam Melling (AUS)

9.a: Owen Wright (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Keanu Asing (HAV)

10: Nat Young (EUA), Italo Ferreira (BRA), Fredrick Patacchia (HAV)

11: Julian Wilson (AUS), Joel Parkinson (AUS), Kai Otton (AUS)

12: Jordy Smith (AFR), Bede Durbidge (AUS), Ricardo Christie (NZL)

TOP-22 DO RANKING DA WORLD SURF LEAGUE – após a 4.a etapa no Rio de Janeiro:

1.o: Adriano de Souza (BRA) – 26.250 pontos

2.o: Filipe Toledo (BRA) – 25.700

3.o: Mick Fanning (AUS) – 20.950

4.o: Josh Kerr (AUS) – 17.450

5.o: Nat Young (EUA) – 16.500

6.o: Owen Wright (AUS) – 16.150

7.o: John John Florence (HAV) – 15.500

8.o: Julian Wilson (AUS) – 15.450

9.o: Taj Burrow (AUS) – 15.200

10: Bede Durbidge (AUS) – 14.200

11: Matt Wilkinson (AUS) – 12.750

11: Italo Ferreira (BRA) – 12.750

13: Kelly Slater (EUA) – 12.700

14: Jordy Smith (AFR) – 11.450

14: Jadson André (BRA) – 11.450

16: Jeremy Flores (FRA) – 10.250

17: Miguel Pupo (BRA) – 9.250

17: Sebastian Zietz (HAV) – 9.250

19: Gabriel Medina (BRA) – 9.200

20: Joel Parkinson (AUS) – 8.000

20: Matt Banting (AUS) – 8.000

22: Wiggolly Dantas (BRA) – 7.950

TOP-10 DO JEEP LEADERBOARD RANKING – 4 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 34.500 pontos

2.a: Courtney Conlogue (EUA) – 31.700

3.a: Tyler Wright (AUS) – 23.400

4.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 21.050

5.a: Lakey Peterson (EUA) – 20.800

6.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 19.600

7.a: Malia Manuel (HAV) – 18.650

8.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) – 18.300

9.a: Bianca Buitendag (AFR) – 18.250

10.a: Coco Ho (HAV) – 17.000

11.a: Silvana Lima (BRA) – 15.100

PRÓXIMAS ETAPAS DO SAMSUNG GALAXY WORLD SURF LEAGUE CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Jun 07-19: Fiji Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Jul 08-19: J-Bay Open em Supertubes, Jeffreys Bay – África do Sul

7.a: Ago 14-25: Billabong Pro Teahupoo em Teahupoo, Taiarapu Ouest – Taiti

8.a: Set 09-20: Hurley Pro at Trestles em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

9.a: Out 06-17: Quiksilver Pro France em Hossegor, Landes – França

10: Out 20-31: Moche Rip Curl Pro Portugal em Supertubos, Peniche, Cascais – Portugal

11: Dez 08-20: Billabong Pipe Masters em Banzai Pipeline, Oahu – Havaí

PRÓXIMAS ETAPAS DO WSL SAMSUNG GALAXY WOMEN´S CHAMPIONSHIP TOUR 2015:

5.a: Mai 31-05: Fiji Women´s Pro em Cloudbreak e Restaurants na Ilha de Tavarua – Fiji

6.a: Set 09-20: Trestles Women´s Pro em Lower Trestles, San Clemente, Califórnia – Estados Unidos

7.a: Set 22-28: Cascais Women´s Pro Portugal na Praia do Guincho, Cascais, Estoril – Portugal

8.a: Out 06-17: Roxy Pro France em Hossegor, Landes – França

9.a: Nov 22-06: Maui Women´s Pro em Honolua Bay, Maui – Havaí

Foto: Reprodução/Facebook WSL

Começa o Oi Rio Pro

As condições estão favoráveis aqui na Barra da Tijuca e a comissão da WSL decidiu iniciar a competição. As ondas estão fortes e tubulares, porém, está difícil escolher as melhores, que proporcionem entrar e sair do tubo.

Na primeira bateria do dia, Jeremy Flores achou as melhores ondas e passou em primeiro, Brett Simpson ficou em segundo e Taj Burrow em terceiro.

Na segunda bateria do dia, o 11x campeão mundial, Kelly Slater, deu show de surf. Com dois tubos profundos e saindo na baforada, Slater venceu com folga a bateria deixando Adrian Buchan em segundo e Ricardo Christie em terceiro.

A terceira bate bateria teve o primeiro brasileiro na água, Wiggolly Dantas venceu John John Florence e CJ Hobgood com duas ondas tubulares surfadas com perfeição.

A quarta bateria do dia teve o atual campeão mundial Gabriel Medina. As ondas não abriram muito, mas Medina dominou o confronto desde o inicio e venceu a bateria deixando Freddy Patacchia em segundo e o brasileiro Alejo Muniz em terceiro. “Sim eu estou feliz por ter passado minha bateria, as ondas estão difíceis, mas consegui pegar uma onda de nota 5 e uma de 7 e passei. Estou feliz por surfar aqui perto da minha família e amigos e não me sinto pressionado.” Disse Medina ao reportes da WSL.

Mineiro inicia decidido a vencer sua bateria. Foto: Cesinha feliciano

Mineiro inicia decidido a vencer sua bateria. Foto: Cesinha feliciano

A quinta bateria iniciou com poucas ondas, a vala esta bem inconstante e as series demoram para entrar. Ítalo Ferreira achou duas boas esquerdas, na primeira ele entubou e no final tentou um aéreo que não completou, conseguiu 7 pontos. Na segunda entubou e ainda finalizou com uma batida na junção para fazer 7.07 pontos assumindo a liderança absoluta da bateria. Mick Fanning achou uma direita que Alex Ribeiro deixou passar e fez um tubo rápido e ainda deu uma rasgada forte para conseguir 5.50 pontos. Ribeiro infelizmente não achou nenhuma onda para pontuar acima dos 5 pontos e ficou em 3°

Confira ao vivo a bateria dos brasileiros David do Carmo e do líder da WSL, Adriano de Souza no site da WSL.

 

6 brasileiros permanecem na disputa do Quiksilver Pro

Após dois dias de competições na praia de Saquarema, restam 6 dos 29 brasileiros inscritos na competição. Após a realização da metade das baterias do 2° round, ainda respiram no Quiksilver Saquarema Pro Alex Ribeiro e Ítalo Ferreira, já classificados para o 3° round e Wiggolly Dantas, Jesé Mendes, Caio Ibelli e Bino Lopes que ainda vão competir no 2° nesta sexta-feira.

Confira como ficam as baterias restante do 2° round:

  • 7.a: Adam Melling (AUS), Nic Von Rupp (PRT), Hiroto Ohhara (JPN), Micheal Wright (AUS)
  • 8.a: Ryan Callinan (AUS), Jonathan Gonzalez (CNY), Caio Ibelli (BRA), Bino Lopes (BRA)
  • 9.a: Wiggolly Dantas (BRA), Fredrick Patacchia (HAV), Luke Davis (EUA), Tom Whitaker (AUS)
  • 10: Dion Atkinson (AUS), Carlos Munoz (CRI), Michael Dunphy (EUA), Maxime Huscenot (FRA)
  • 11: Matt Banting (AUS), Billy Stairmand (NZL), Perth Standlick (AUS), Soli Bailey (AUS)
  • 12: Jeremy Flores (FRA), Jessé Mendes (BRA), Steven Pierson (TAH), Kanoa Igarashi (EUA)

Baterias já formadas do 3° round:

  • 1.a: Stu Kennedy (AUS), Alex Ribeiro (BRA), Granger Larsen (HAV)
  • 2.a: Italo Ferreira (BRA), Jack Freestone (AUS), Nathan Yeomans (EUA),
  • 3.a: Dusty Payne (HAV), Joan Duru (FRA), Cooper Chapman (AUS)
  • 4.a: Connor O´Leary (AUS), Noe Mar McGonagle (CRI), Thomas Woods (AUS)

Destaques

É isso galera, amanhã vamos acordar cedo para acompanhar os brasileiros que vão para a água. Destaque para 3° bateria do dia, e 9° do segundo round, em que o inspirado defensor do título do ano passado, Wiggolly Dantas, busca com todas as forças conseguir o inédito bi-campeonato da etapa. E a 2° bateria do terceiro round, onde o surfista que vem abusando das manobras progressivas, Ítalo Ferreira, encara outro surfista muito motivado para conseguir uma vaga na WSL, Jack Fresstone.

E você já tem o seu surfista favorito ao título do Quiksilver Saquarema Pro?

 

 

Confira o que aconteceu no primeiro dia do Quiksilver Pro

Dois jovens australianos roubaram a cena no primeiro dia do Quiksilver Pro Saquarema apresentado pela Powerade e surfaram as melhores ondas da quarta-feira na Praia de Itaúna. Mas, o primeiro a bater os recordes do líder do ranking do World Surf League Qualifying Series, Alejo Muniz, registrados durante a manhã, foi o havaiano Dusty Payne, que totalizou imbatíveis 16,95 pontos com notas 8,73 e 8,23. Depois, o convidado da Quiksilver para esta etapa, Micheal Wright, 18 anos, conseguiu nota 9,0 dos juízes em sua  bateria e Ryan Callinan, 22, arrancou um 9,5 na melhor onda surfada nas séries de 3-5 pés da quarta-feira na Cidade do Surf da Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

“Nada mau sair da água com uma nota dessas. É maravilhoso”, vibrou Ryan Callinan, após a vitória sobre o norte-americano Brett Simpson, o espanhol Gony Zubizarreta e o japonês Hiroto Ohhara na 15.a e penúltima bateria do dia. “Eu tive sorte do Brett Simpson ter deixado passar uma onda que ficou muito boa. Eu precisei ser rápido para pegar ela e fiz tudo certo, consegui aproveitar bem a oportunidade. No ano passado foi minha primeira temporada completa no Circuito Mundial e cometi muitos erros, então este ano espero ser cada vez melhor”.

Callinan estava na lista dos 10 surfistas que o Qualifying Series classifica para a elite dos top-34 da World Surf League até a semana passada, quando caiu para o 13.o lugar no ranking. Duas baterias antes dele, o também australiano Micheal Wright surpreendeu um dos favoritos ao título do Quiksilver Pro Saquarema, o top do CT Jadson André, potiguar que acabou perdendo a briga pela segunda vaga da bateria para o paulista Caio Ibelli. Já o australiano surfou duas direitas de forma impressionante para somar notas 9,00 e 7,83 no segundo maior placar do primeiro dia nas ondas de Itaúna, 16,83 pontos.

Ryan Callinan (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

Ryan Callinan (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

“Só em estar aqui já foi um presente e poder ter avançado em primeiro em uma bateria tão complicada foi melhor ainda”, disse Micheal Wright. “A onda veio e eu soube aproveitar o máximo dela. Este mar é sensacional e espero continuar avançando para subir algumas posições no ranking”, completou o jovem australiano de apenas 18 anos de idade, que chegou no Brasil em 357.o lugar no ranking do WSL Qualifying Series.

Ele foi quem chegou mais perto do recorde de 16,96 pontos do primeiro dia, estabelecido pelo havaiano Dusty Payne na décima bateria da quarta-feira, contra o espanhol Aritz Aranburu, que se classificou em segundo lugar para a próxima fase, o havaiano Kiron Jabour e o australiano Cahill Bell-Warren. Payne é um dos quinze surfistas da elite dos top-34 da World Surf League que estão competindo em Saquarema e defende a antepenúltima posição no G-10 do Qualifying Series. Ele surfou duas ótimas ondas que valeram notas 8,73 e 8,23, sendo o primeiro a superar os recordes de Alejo Muniz da manhã da quarta-feira em Saquarema.

Dusty Payne (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

Dusty Payne (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

“Eu tracei uma estratégia antes da bateria e deu muito certo. Percebi que ninguém tinha visto as ondas da direita que estavam se formando e, mesmo sem a prioridade (de escolha da próxima onda), fui atrás e consegui achar boas ondas”, disse o havaiano Dusty Payne, que foi semifinalista no QS 10000 de Trestles, encerrado no último sábado na Califórnia. “Eu estava exausto da viagem e ainda bem que teve aquele “day off” ontem para me recuperar um pouco. Eu dormi praticamente o dia todo e só acordei para pegar umas ondas e conhecer o mar”.

LÍDER DO RANKING – Durante a manhã, o grande destaque foi o catarinense Alejo Muniz, que estreou no Quiksilver Pro Saquarema batendo os recordes do dia até a sua bateria, a sexta da primeira fase. Ele ganhou nota 8,67 na melhor onda surfada até ali e começou a defender a liderança no ranking do WSL Qualifying Series com vitória, surfando boas ondas na Praia de Itaúna. O português Marlon Lipke também foi bem nesta mesma bateria para passar em segundo com uma nota 8,40, a segunda maior entre os 24 surfistas que já haviam competido nos confrontos que abriram o campeonato na quarta-feira de céu nublado em Saquarema.

Alejo Muniz (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

Alejo Muniz (Foto: Daniel Smorigo / WSL South America)

“Eu assisti todas as baterias antes da minha e não esperava que ela fosse a que tivesse os scores (notas) mais altos. No finalzinho, o Ramzi (Boukhiam) quase virou a bateria, mas ainda consegui pegar mais uma onda que acabou sendo a melhor do campeonato”, disse Alejo Muniz. “O bom que a minha bateria foi o melhor momento de ondas até agora, então estou muito feliz por ter entrado justamente nesta hora. Eu estou bem focado, tentando surfar bem uma bateria cada vez e este evento aqui é muito importante para minha classificação. Eu quero fazer um bom resultado para ter mais calma e tranquilidade no restante do ano”.

Alejo Muniz saiu da elite dos top-34 no ano passado e está na busca para recuperar o seu lugar entre os melhores surfistas do mundo. Ele começou bem a temporada vencendo o QS 6000 de Newcastle, na Austrália, mas só assumiu a ponta do ranking no primeiro QS 10000 do ano, encerrado no sábado em Trestles, na Califórnia, Estados Unidos. O Quiksilver Pro Saquarema é o segundo evento com pontuação máxima para o ranking que classifica dez surfistas para a divisão principal da World Surf League. Em sua estreia na Praia de Itaúna, o catarinense ganhou um dos confrontos internacionais do primeiro dia contra o português Marlon Lipke, o marroquino Ramzi Boukhiam e o australiano Yadin Nicol.

“É muito bom competir aqui em Saquarema, é um lugar que tem muita cultura no nosso esporte, ótimos surfistas saíram daqui e eu sempre falo que para mim aqui é o melhor lugar de ondas do Brasil”,destacou Alejo Muniz. “É só olhar pro mar e ver essas esquerdas e direitas quebrando perfeitas. Fiquei contente que a comissão técnica acertou em adiar o início do campeonato ontem (terça-feira), por ter esperado para começar hoje e vai ter altas ondas a semana inteira, então com certeza vai ter show de surfe aqui em todas as baterias”.

Depois três vitórias australianas, vieram três brasileiras. A primeira com o paulista David do Carmo, que bateu um ex-campeão desta etapa de Saquarema, o australiano Matt Wilkinson, além sul-africano Beyrick De Vries e o argentino Leandro Usuña. Depois aconteceu um confronto 100% sul-americano que foi vencido pelo potiguar Italo Ferreira, uma das novidades na elite do CT este ano, com o uruguaio Marco Giorgi ganhando a acirrada disputa pela segunda vaga do pernambucano Ian Gouveia e do argentino Santiago Muniz.

“Está um pouco difícil o mar, as séries demorando a entrar, difícil de achar a junção, acertar o lip, mas quando você consegue pegar as boas dá para fazer boas manobras”, disse Italo Ferreira, que falou um pouco da vitória sobre Kelly Slater em sua estreia no WCT na Gold Coast. “Foi uma bateria muito boa contra um cara que eu assistia desde moleque, quando comecei a surfar, então quando eu vi que estava com o Kelly (Slater) na bateria, eu já fiquei pensando que teria que vencer essa bateria para mostrar que eu poderia estar lá entre os melhores. Não vieram muitas ondas, mas consegui pegar umas boas, estava com uma tática legal e deu tudo certo, o sonho foi realizado”.

No primeiro dia do Quiksilver Pro Saquarema foram realizadas 16 das 24 baterias da primeira fase, com a 17.a, do defensor do título desta etapa, Wiggolly Dantas, ficando para abrir a quinta-feira que promete ser de ondas bem melhores na Praia de Itaúna. A primeira chamada foi marcada para as 7h30 e seus adversários serão o também paulista Deivid Silva e os franceses Maxime Huscenot e Medi Veminardi, da Ilha Reunião. Na disputa seguinte, outro campeão em Saquarema estreia na sétima edição do evento que vem sendo realizado desde 2009, o catarinense Willian Cardoso, contra o norte-americano Michael Dunphy, o australiano Tom Whitaker e o português José Ferreira.

O POWERADE apresenta QUIKSILVER PRO SAQUAREMA 2015 é uma etapa do Circuito Mundial da WSL – World Surf League, que conta com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Prefeitura Municipal de Saquarema e apoio da CCR – Via Lagos, Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP), Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação de Surf de Saquarema (ASS). O evento está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com.

João Carvalho – WSL South America Media Officer

(48) 9988-2986 – jcarvalho@worldsurfleague.com

Assessoria do Quiksilver Pro Saquarema:

Roberta Pinto – (21) 980-201-312 – robertamlpinto@gmail.com

 

Fonte e imagens: WSL South America.